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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



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terça-feira, outubro 21, 2014

Mulheres...

 
 
 
 
 
 
Há, no mínimo, dois tipos de mulher.
Existe aquela mulher que pensa sempre com a cabeça de um homem.
Pode ser seu pai.
Pode ser seu marido.
Pode ser seu irmão.
Pode ser seu filho.
Pode ser seu pastor.
E existe um outro tipo: aquela Mulher que, contra todas as imposições machistas, pensa com sua própria cabeça.
Enquanto existir o primeiro tipo de mulher, sempre haverá uma possibilidade de opressão da mulher pelo homem.
Eu sou do segundo tipo, com muito orgulho!
Não se deixem oprimir, Mulheres!
 
 
 
Claudia Fernandes.

domingo, outubro 19, 2014

Flores





Nada como flores para alegrar os olhos...


Ahô!


Claudia Fernandes.

sábado, outubro 11, 2014

Ongamira

 
 
Hoje assisti a um documentário na TVE que foi um despertar e uma lição para mim.
"Ongamira."
As falas daquelas pessoas tão sábias estão eclodindo na minha mente até agora.
Uma das mais fortes foi a de um senhor bem velhinho que tinha sido secretário de Krishnamurti:
"O homem deveria falar menos e aprender a escutar. Escutar é uma arte. E só devemos falar quando a outra pessoa quiser ouvir."
Esta pérola acabou de virar uma das minhas metas de vida. Após a eleição, claro.
E Ongamira, certamente, um dos próximos lugares para conhecer.
 
Ahô!
 
 
 
Claudia Fernandes.

quinta-feira, outubro 02, 2014

Solidão...

 
 
 
A solidão existencial
é uma companhia real,
impossível de negar
e muito difícil de se conviver.
 
 
Claudia Fernandes

sexta-feira, setembro 19, 2014

I follow rivers...






Oh, I beg you: can I follow?

Oh, I ask you: why not always?

Be the ocean, where I unravel

Be my only, be the water and I'm wading

You're my river running high, run deep, run wild



I, I follow

I follow you deep sea baby

I follow you

I, I follow

I follow you dark room honey

I follow you



He a message, I'm the runner

He's the rebel, I'm the daughter waiting for you

You're my river running high, run deep run wild



I, I follow

I follow you deep sea baby

I follow you

I, I follow

I follow you dark room honey

I follow you



You're my river running high, run deep run wild

I, I follow

I follow you deep sea baby

I follow you

I, I follow, I follow you, dark room honey

I follow you

I, I follow

I follow you deep sea baby

I follow you

I, I follow, I follow you, dark room honey

I follow you



I, I follow

I follow you deep sea baby

I follow you

I, I follow

I follow you, dark room honey

I follow you




Tradução livre feita por mim.



Oh, eu imploro: posso segui-lo?

Oh, eu pergunto: por que não sempre?

Seja o oceano onde eu deságuo

Seja meu único, seja a água e estou transpondo

Você é o meu rio correndo forte, profundo e selvagem



Eu eu sigo

Eu o sigo nas profundezas do mar, baby

Eu o sigo

Eu eu sigo

Eu o sigo num quarto escuro, querido

Eu o sigo



Ele é a mensagem, eu sou a mensageira

Ele é o rebelde, eu sou a filha esperando por você

Você é o meu rio correndo forte, profundo e selvagem



Eu eu sigo

Eu o sigo nas profundezas do mar, baby

Eu o sigo

Eu eu sigo

Eu o sigo num quarto escuro, querido

Eu o sigo




















Bjo,


Claudia.

domingo, agosto 03, 2014

As I Lay Dying



Um dos filmes mais tristes, melancólicos e densos que eu já assisti. 

Baseado na obra de William Faulkner, traduz o suprassumo do drama, do início ao fim, sem tomar um fôlego sequer. 

Cada personagem possui uma dor própria, mesmo com um sofrimento em comum: a morte da matriarca e a saga da família para enterrá-la no local desejado em vida (certamente, por isso, o título em português é O último desejo).

A música é outro personagem da história. Melancólica e sublime. 

Gostei muito da direção de James Franco. Mostrou muito talento e sensibilidade.

Só quem já assistiu a esse filme, pode dizer que conhece, de fato, um verdadeiro drama.










Bjo,










Claudia.

sábado, julho 26, 2014

Gratidão





A Gratidão é um sentimento humano? 

Será?


Bjo,



Claudia.

sexta-feira, julho 18, 2014

Mulher com mais de 40...




Uma crônica do jornalista Salomão Schvartzman (sósia do velho Baraúna) faz um excelente comentário sobre as as mulheres com mais de 40 anos.

O cronista diz que à medida que avança a idade devemos valorizar muito mais as mulheres com mais de 40 anos e apresenta nove razões para isso:

"1. Uma mulher com mais de 40 nunca irá lhe acordar no meio da noite para lhe perguntar com quem você está sonhando, simplesmente porque não lhe interessa com quem você está sonhando…

2. Se uma mulher com mais de 40 não quer assistir a um um jogo de futebol, não fica reclamando em círculos e andando no meio da sala, não – ela simplesmente vai fazer o que ela quer fazer, com grandes chances de ser muito mais interessante…

3. Uma mulher com mais de 40 se conhece o suficiente para estar segura de si mesma para saber o que quer, para saber quem quer… 

São poucas as mulheres com mais de 40 que se importam com o que você pensa delas…

4. As mulheres com mais de 40 são superiores, nunca dão uma baixaria no meio do restaurante e se você aprontar alguma, elam até podem lhe acertar um tabefe, mas em regra simplesmente lhe abandonam e depois não lhe querem ver nem pintado, por mais que você implore desculpas e diga que está arrependido…

5. As mulheres com mais de 40 tem segurança o suficiente para lhe apresentar as suas amigas, já as mulheres mais jovens…podem até ignorar a existência da sua melhor amiga.

6. As mulheres com mais de 40 acabam se tornando meio adivinhas – você não precisa confessar seus pecados, porque elas sempre sabem.

7. Uma mulher com mais de 40 fica absolutamente linda com um batom vermelho.

8. É honesta e direta e dirá que você é um completo imbecil se pensar isto de você.

9. Há muitas coisas legais para se dizer de uma mulher com mais de 40 e pelas razões mais diferentes e lamentavelmente isto não é sempre recíproco – porque para cada mulher com mais de 40, inteligente, bem sucedida, atraente, charmosa, bonita, e sexy geralmente tem um homem de 40 gordo, largado, se achando e com uma mulher de 20 do lado dele.

Ao final, adverte que se cada homem soubesse aproveitar a companhia da mulher com mais de 40 que está ao seu lado, ele saberia a diferença entre a beleza física e a sabedoria madura…

Se você tiver uma mulher com mais de quarenta ao seu lado usufrua da vida enquanto puder, pois estará usufruindo o que a vida tem de mais belo e seja feliz!" finaliza o jornalista.

Se quiser ouvir esse texto, com a narração do próprio Schvartzman, clique aqui:




Bjo,



Claudia.

quinta-feira, maio 22, 2014

Mulher de fases.




Eu sou, realmente, uma mulher de fases!

Já estive muito bem de cabeça e muito bem de corpo.

Já estive muito mal de cabeça e muito mal de corpo.

Já estive mal de cabeça e muito bem de corpo.

Já estive bem de cabeça e muito mal de corpo...

Já estive mal de cabeça e mal de corpo.

Já estive bem de cabeça e bem de corpo.

E hoje, estou muito bem de cabeça e mal de corpo.

Uma gripe de uma semana!

Melhor do que nada

sábado, maio 10, 2014

A minha mãe...



Um Feliz Dia das Mães!

Uma singela homenagem a minha mãe, Terezinha Pinelli Rêgo, a melhor mãe que uma pessoa poderia ter...

Para sempre na minha mente, no meu coração, na minha vida.



Bjo,



Claudia.

domingo, março 16, 2014

As vantagens de ser invisível





Cada época, eu tenho um filme que vira meu xodó e ao qual posso assistir mil vezes. Rir mil vezes. Chorar mil vezes... 

E ainda assim não enjoar.

O mais recente está passando agora no TC Pipoca! 

As Vantagens de ser Invisível. (The Perks of being a Wallflower)

É como se contassem minha história, mas nem sei que personagem eu seria, porque poderia ser qualquer uma.

Adoro.



"We can be heroes just for one day..."

Yes, we can, David.




"I feel infinite."

Me too, Charlie.




Bjo,



Claudia.

sexta-feira, março 14, 2014

"A pessoa é para o que nasce."



Título genial para uma obra emocionante. 

Adoro documentários. Eles conseguem nos mostrar, algumas vezes, realidades tão distantes da nossa, e em outras, uma realidade tão ali, pertinho. De alguma forma, ambas conectam você à história, seja pelo espaço, pelo tempo, ou pela alma.

Podemos criar coisas belíssimas na ficção. Mas como a verdade também é bela... 

E em um mundo de mentiras, 
aparências e silicone, a verdade se torna ainda mais bela.

Em compensação, mesmo se tratando de um documentário, há sempre o olhar do diretor, do editor determinando qual abordagem será seguida.

Gosto de um termo cunhado por Diana Vreeland, quando lhe perguntavam se as histórias que contava nas exposições de figurino que fazia no MET deveriam ser consideradas fato ou ficção: 

Ela respondia: 

Faction. 

Fiction + Fact.

Afinal, seríamos capazes de identificar onde exatamente termina um e começa o outro?




Bjo,


Claudia.

Luz para quem?




Às vezes, nem adianta nada você se esforçar e tentar ser uma luz, se pessoas ao seu redor são cegas...



Bjo,



Claudinha.

terça-feira, dezembro 17, 2013

Vade retro, satana!



Todos temos demônios e áreas sombrias dentro de nós. E, uma vez ou outra, dependendo do grau de melancolia existencial e do estado de espírito de cada um, deixamos que eles nos dominem. Isso não é o fim do mundo. Pelo contrário: precisamos conhecer a escuridão para sabermos dar valor à luz. 


E quanto mais profundamente conhecemos as sombras, mais aptos ficamos para identificar a luminosidade da vida.

Às vezes, é necessário chegarmos ao fundo do poço para tomarmos o impulso necessário para sair dele definitivamente.

Aprendamos a conviver com nossos demônios, só não os alimentemos o suficiente. Assim eles ficam enfraquecidos e perdem esse poder de nos controlar tanto.

Precisamos nos dar o direito de viver esse momento sombrio intensamente, sem culpas, sem pressa.

Um dia, com certeza, ele passará.

E então, estaremos fortes para podermos enxergar a beleza pulsante da vida.

E simplesmente viver.



Bjo,


Claudinha.

Siga em frente...




De vez em quando, todo mundo se bate com alguém baixo astral, que é infeliz e não suporta ver a felicidade alheia.

Eu, de forma equivocada, sempre me chocava e perdia meu precioso tempo deixando bem claro que desprezava esse tipo de sentimento.

Demorei até demais, mas cheguei à conclusão de que esse tipo de pessoa só consegue viver se cercando de inveja, discórdia e confusão. E que, se você reage, só faz alimentar esses sentimentos, além de terminar se nivelando por baixo, e é exatamente disso que este tipo precisa. 

Ou seja, o ideal, por mais difícil que possa parecer, é tomar algumas atitudes:

a) tentar ignorar essa energia negativa, se esquivando da melhor forma possível;

b) não achar que você pode mudar o mundo;

c) deixar que essas pessoas vivam da forma infeliz com que estão acostumadas, sem querer tentar mudá-las, pois, na maioria das vezes, este é um trabalho impossível; e

d) reze para que essas pessoas encontrem um pouco de felicidade. Só assim, elas poderão se esquecer da sua existência e, finalmente, deixar que você viva em paz.

Nesse caso, vale a máxima: viva e deixe viver. Não se estresse pelos outros. Nunca vale a pena.




Bjo,


Claudinha.

segunda-feira, outubro 07, 2013

Efêmero...







Eu fico impressionada com o que certas pessoas de 40, 30 anos ou até menos estão dispostas a fazer para parecerem ter 20! Está virando uma insanidade generalizada.

Desistam! 

Vocês podem até driblar os próprios olhos, ou os do outro, mas ninguém consegue enganar o tempo, esse senhor implacável. Sem falar no ridículo que é o simples fato de querer ser o que não é. E na mentira que acabam se tornando.

Assumam-se como são! Seus defeitos são só seus, fazem de vocês seres únicos e isso é bárbaro! 

E além disso, cada idade tem a sua beleza. 

Saber conviver com essas mudanças diárias e retirar delas sempre o melhor que elas possam oferecer é o segredo de viver bem e serenamente.






Claudia Fernandes

sexta-feira, setembro 20, 2013




Sério mesmo, tenho total convicção de que sou bem mais feliz sendo uma pessoa sentimental, às vezes até infantil, do que uma arrogante e pretensiosa. 

Gosto de falar palavrão, de roquenrou ou qualquer outra música que me emocione, de animais, poesia, fotografia, maquiagem, esmaltes, de conversar, rir das minhas bobagens, de Arnor Fernandes e dos amigos mais legais, da simplicidade sofisticada, de autenticidade, mesmo com um preço bem alto a pagar, e ainda choro de saudade da minha mãe... 

Detesto quem não trata as pessoas de igual para igual, quem não gosta de bicho, quem quer parecer rico, ou inteligente quando, na verdade, não é.

Quase esqueci de dizer que adoro flores, incenso e velas...




Bjo,



Claudia Fernandes.

quinta-feira, setembro 19, 2013

Music & Me





"Ó música... 
Em tuas profundezas depositamos nossos corações e almas. 
Tu nos ensinaste a ver com os ouvidos 
E a ouvir com os corações..." 

Khalil Gibran 








Bjo,


Claudia Fernandes.

Light X Darkness






Em tradução livre seria: 

"Ninguém se torna iluminado imaginando figuras de luz, mas tendo consciência da escuridão." 


                                                                                                                      Carl Jung.

Gênio!



Bjo,


Claudinha.

quarta-feira, novembro 14, 2012

De repente, deu vontade de escrever.




De repente, deu vontade de escrever. 

Não por estar me sentindo bem ou em um momento fofo de minha vida, mas pelo contrário, estou passando por uma crise de depressão peso médio que se não posso chamar de "A pior da minha vida", também tem seus méritos sombrios de fazer tremer os mais incautos.

Como estou trabalhando em casa, isso, creio eu e meu psy, ajudou a iniciar um período de calmaria que foi se transformando em uma completa incapacidade de me mexer, de tomar iniciativas, de querer sair da cama, uma imobilidade sem fim.

Minha vida se tornou torrar dinheiro online na Sephora com perfumes, ver filmes e lutas da UFC na Sky, ler uma Vogue inteira em um dia, me aninhar com meus bichinhos e otras cositas mais sem a menor importância. Nem internet me interessa mais. Estou achando tudo tão chato e sem graça na rede. Tenho entrado tão pouco e saio bem rápido.

Só me alegro e saio dessa imobilidade atroz quando meu amor e fiel escudeiro, Júnior, está por perto. Não sei bem, mas muito mais por causa dele do que de mim.
Trabalho e faço tudo isso de madrugada, durmo o dia inteiro e quando a noite chega e com ela, Júnior, faço um pouco de conta que nada está acontecendo.

Acabei de me mudar para uma casa muito bacana, com jardim, piscina, banheira de hidromassagem e o escambal. Decorei-a todinha do meu jeito e, modéstia à parte, ficou lindinha. Até ganhei um carro novo. Ufa! 

Nunca fui a maior defensora da felicidade vazia, da ditadura da alegria, do "Está tudo ótimo". Mas cadê aquela pouca alegria que estava aqui? A disposição que eu tinha?

Sumiu. Não consigo encontrar. Nem uma sombra delas.

Quando minha mãe faleceu, ouvi muitas pessoas dizerem: "Com o tempo, melhora. Você vai seguir com sua vida." Acreditei. De verdade.

Mas quanto mais o tempo passa, sinto que minha vida perdeu o sentido, a motivação para tudo que eu fazia. Porque eu fazia tudo só esperando para ouvir a opinião dela.

Esse vazio não passou. Não melhorou, só piora. Não há uma trégua.

Sinto a falta dela, física mesmo.

Sou espiritualista, sei que ela não morreu, que hoje é um espírito, que deve estar bem, pois era uma pessoa maravilhosa em vida, sei disso tudo. Blá, blá, blá... Mas a falta é física, não tem nada de espiritual nisso. A dor que essa falta faz também. 

Ela não era apenas minha mãe. Ela era minha melhor amiga e confidente, para quem eu ligava 3, 4 vezes por dia para contar as novidades. Minha voz emudeceu.

Por exemplo, não faço questão de curtir meu carro, porque não posso levá-la para passear...

Decorar uma casa para mostrar a quem?

Espero que seja uma fase como algumas outras que já passaram por mim.

E que amanhã seja um novo dia. Sem escuridão, tristeza ou indiferença com a vida que me foi dada. Mas com luz, alegria e principalmente, vontade de sair, ver o sol, sorrir, chorar de emoção, enfim, de viver.


Bjo,



Claudinha.

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My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.