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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



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terça-feira, março 25, 2014

Ditadura NUNCA MAIS!




Quem abomina a ditadura e acredita na democracia, seja ela incipiente ou consolidada, na verdade, defende o direito, até de quem apoia uma impensável intervenção militar, de expressar, livremente, essa opinião.

Afinal, essas pessoas não gritam seu apoio à intervenção na internet, alegando que já vivem numa ditadura [sic], não fazem micro marchinhas pedindo a volta da dita cuja, livremente?

Será que essas pessoas sabem, realmente, o que é uma ditadura? Pelo jeito, não.

E se fosse o contrário?

Você aí que sabe que a ditadura é uma merda, caso vivesse de fato numa, poderia falar isso, assim, na boa?

Só se quisesse dar um passeio sinistro no 
DOI-CODI, sigla de Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna, de onde provavelmente, nunca mais sairia vivo.

Numa ditadura, os opositores podem se expressar?

Até podem (rs), mas são sumariamente "desaparecidos" ou "suicidados". 

Super legal, não é?

Não!

Eu quero ser livre para expressar a minha opinião, mesmo que você não concorde. E vice-versa!



Obs.: Se não quiser "perder tempo" lendo sobre todo o período de trevas, faça um favor a si mesmo e leia apenas sobre o AI-5 e reflita.



Claudia Fernandes.

domingo, março 23, 2014

E ainda tem gente que bate palma para idiota!






"Nosso movimento é contra a corrupção”, diz Bruno Toscano Franco. 

Mas o fotógrafo também acredita que, 50 anos depois do golpe de 64, os militares deveriam ser chamados novamente a desempenhar um papel na arena política brasileira. 

“Defendemos a intervenção militar para que haja uma transição de governo", diz ele. 

As eleições marcadas para este ano não bastam para Franco. 

"Não temos confiança nas urnas eletrônicas.”



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Para mim, o problema nem são as marchas. Estamos numa democracia e elas devem ser permitidas. O pior é ter gente caindo feito patinhos nessa armadilha e apoiando um idiota que diz uma estupidez dessa:

Somos contra a corrupção, logo somos a favor da intervenção militar e contra as eleições democráticas. [sic]

Yes! 

Ele e seus 2 seguidores são um grande exemplo de "cidadãos de bem" (please, leiam sobre a KKK) muito mal intencionados!

Acordem!










Claudia.

sábado, março 22, 2014

FIASCO!






Resultado das marchinhas no Brasil:

(Orgulho de Salvador nem ter tido uma!)

Em Natal, nove pessoas. 

Em Recife, seis.

Em Porto Alegre e Manaus, quarenta.

Em BH, cinquenta.

No Rio, cem.

Em SP, foram trezentos dos quais uns cem eram neonazistas (burros, claro) que queriam descer o cacete em headbangers que estavam indo para o show do Metallica, pois acharam que eram Black blocs... Uau!

Em comparação com as cidades do Nordeste, as marchinhas do Sudeste foram maiores em número. 

Mas mesmo assim, foi um fiasco generalizado e sem precedentes!!

Kkkkkkkkk.







Claudia.

sábado, fevereiro 08, 2014

Apelo-desabafo:







Alguém me ensina como fazer para conseguir ter o mínimo respeito por pessoas não respeitáveis?

E como não tomar partido de quem não merece, apenas em nome dos meus valores?

Ainda não aprendi.

Ilustrando:

Ontem, na reunião de condomínio, além dos outros moradores, estava um "casal" que eu já não tinha a menor afinidade.

Por três vezes, quando a mulher começava a falar algo, o tal marido dizia:

Psiu! Silêncio! Cala a boca!

E minha língua coçando, meu estômago se revirando, minha cabeça rodando, sentia uma revolta crescendo dentro de mim, por ser mulher, por ter sido criada para não obedecer a ninguém, sei lá. Mas fiquei, relativamente, na minha, consegui, até ali, me controlar bem.

Ao final, quando foi estipulada a nova reunião, esse senhor falou:

Eu não poderei vir, mas minha esposa responde por mim.

Meu estômago embrulhou ainda mais e não consegui segurar a minha indignação, falei:

Será que ela vai poder mesmo responder pelo senhor? Porque só esta noite, o senhor não deixou que ela falasse nem uma vez sequer e ainda mandou, autoritariamente, que ela se calasse, como se faz com um cachorro.

Esse senhor me olhou de uma forma, com sangue nos olhos, evidenciando uma vontade de me dar um soco na cara.

Essa reação dele já era previsível. Certos homens NUNCA lidaram com uma MULHER.

Mas o que me deixou de cara foi o que a esposa disse:

Como manter uma boa convivência assim?

Oi??

Como uma mulher que convive com o próprio marido nesses termos, pode falar em boa convivência?

Não estou cobrando nada, se fiz por ela, uma idiota de carteirinha, que se orgulha de gritar aos quatro cantos que é uma "vagabunda sustentada pelo marido" [sic], teria feito com qualquer um.

Mas será que ela não percebeu que eu me expus, tive a coragem que quase ninguém tem, nenhum homem no momento teve, para defender ela mesma?

O que é maior: a burrice, o medo ou a submissão?

Isso me fez refletir sobre essa ânsia minha de não ficar calada ante uma injustiça.

Cheguei a uma conclusão de que existem pessoas e pessoas, e que algumas delas merecem exatamente o tratamento que recebem.

Passada com a humanidade.





Bjo,




Claudia.

quinta-feira, janeiro 16, 2014

Abaixo os rótulos!










Eu sempre fui avessa a rótulos, e toda vez que alguém tentava me colocar um, eu mudava, só para contrariar. Eu sou apenas eu, e, dependendo da época e da idade, um eu diferente.

Falando em rótulos, estou pegando um nojinho de termos como "esquerda caviar", ou por outro lado, "coxinha" ou "reaça".

Eles estão sendo usados exageradamente, e, quase sempre, de forma equivocada, preconceituosa, sem o menor critério e por muitas pessoas cuja inteligência considero bem abaixo da média.

Em qualquer discussão com essas figuras, e na falta de argumentos, o processo se dá dessa maneira: 

Se você expressa uma opinião que não seja individualista ou que tenha um caráter humanista, em que a justiça social se sobrepõe a muitas outras coisas, como, por exemplo, impostos maiores para quem tem mais dinheiro, ou quando você diz que só ensina em colégio do estado, porque acha que todos deveriam ter o mesmo nível de educação formal, você é da esquerda caviar.

Se acha que um lugar como um shopping, apesar de NUNCA poder barrar a entrada de ninguém, pode sim tomar providências contra adolescentes que vão, às centenas, perturbar a paz das outras pessoas, é um coxinha.

Logo, já não sei se, num beco sem saída, preferiria ser chamada de "coxinha" ou de "esquerda caviar".

Isto porque vindo dessas pessoas, qualquer um dos dois seria recebido como um elogio.




Bjo,


Claudinha.

sexta-feira, janeiro 10, 2014

Saints & Sinners




Por que será que algumas pessoas sempre tendem a santificar um cidadão quando ele morre? Morreu, virou intocável? 

Eu, hein...

Ainda estou na dúvida com o motivo da "comoção" de algumas pessoas com piadinhas (super previstas e bem clichês) sobre Nelson Ned. 

Essas piadas foram reprovadas por se referirem a alguém que morreu, por serem de anão ou por serem de um anão que morreu? Ou porque não foram feitas pelas pessoas que criticaram?

O que vejo muito é essa imensa bobagem inconsciente (ou não): quando eu faço a piada, ela é bacana, correta, mas quando fulano faz, ah, aí já é sacanagem, de mau gosto, pô...

Na boa, para mim, piada tem que ter graça e só. Pode ser de papagaio, de negro, de branco, de gay, de machão, de baiano, nordestino, de mulher, etc. (sou mulher, nordestina e baiana e se a piada tiver graça, rio muito delas).

Quando aprendermos a fazer piada de nós mesmos, nenhuma piada realmente engraçada será tida como "politicamente incorreta".



Bjo,



Claudinha.

domingo, dezembro 12, 2010

Mais censura em Salvador!!




A partir do dia 13 de dezembro de 2010, ônibus com mensagens a respeito de ateus, ateísmo e religião circularão em duas capitais brasileiras.

A iniciativa da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos apresenta quatro mensagens que expõem um pouco do que pensam os ateus. É mais um passo dado pela entidade para o reconhecimento dos descrentes na sociedade como cidadãos plenos e dignos. São 10 ônibus em Porto Alegre, financiados por um único doador paulista que prefere permanecer anônimo, e 5 ônibus em Salvador, financiados com recursos da entidade e outros doadores.


Fonte: ATEA



Pois é... Esses anúncios acabaram de ser censurados em Salvador!!

SIM!! CENSURADOS!!

A empresa responsável pela veiculação em Salvador entrou em contato com a Atea informando que não iria cumprir o contrato assinado com a entidade, temendo ação do Estado e dos empresários de ônibus. A Atea estuda ação legal.

É mole??

Por um longo tempo em minha vida, fui ateia, assim como meu pai. Alguns acontecimentos acabaram por mudar minhas crenças, mas não admito que pessoas que se consideram assim não possam expressar esse seu pensamento. Isso é um absurdo!

Estou começando a ficar preovupada com alguns fatos lamentáveis acontecendo por aqui...


Bjo,


Claudinha.

quarta-feira, dezembro 01, 2010

A "Porra" é censurada na Bahia!!



"Por ordem da Prefeitura de Salvador, a Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (Sucom), censurou parcialmente os dez outdoors, que divulgavam a nova música do cantor Tomate, "Eu te amo porra", nas principais ruas e avenidas de Salvador."




Fonte: A Tarde



É mole ou quer mais?

Que a música fosse censurada porque é uma merda, ainda vá lá... rs.

Mas por citar a palavra mais falada pelos baianos?

Hipocrisinhazinha barata essa, viu...


Bjk,



Claudinha.
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Minha família

My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.