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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.
Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.
Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.
Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®
domingo, agosto 03, 2014
As I Lay Dying
quarta-feira, novembro 14, 2012
De repente, deu vontade de escrever.
terça-feira, setembro 14, 2010
Terrorismo Ácido
Os rostos destas mulheres foram mutilados com ácido, e este é o trabalho de imbecis que se acham homens.
Esta é a estranha forma de resolver os problemas (ou apenas vingança) no Paquistão.
“Terrorismo Ácido” contra mulheres
Irum Saeed, 30, posa para uma fotografia em seu escritório na Universidade Urdu de Islamabad, Paquistão. Irum foi queimada no rosto, costas e ombros há doze anos, quando um rapaz de quem ela rejeitou o pedido de casamento, jogou ácido sobre ela no meio da rua. Ela foi submetida a cirurgia plástica por 25 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.

Shameem Akhter, 18, posa para uma fotografia em sua casa em Jhang, Paquistão. Shameem foi estuprada por três rapazes que jogaram ácido nela, há três anos atrás. Shameem foi submetida a cirurgia plástica por 10 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.

Najaf Sultana, 16, posa para uma fotografia em sua casa em Lahore, Paquistão. Com a idade de cinco anos, Najaf foi queimada pelo pai dela, enquanto ela estava dormindo, aparentemente porque ele não queria ter uma outra menina na família. Como resultado da queima, Najaf ficou cega após ter sido abandonada por seus pais. Ela agora mora com parentes. Ela foi submetida a cirurgia plástica por cerca de 15 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.

Shehnaz Usman, 36, posa para uma fotografia em Lahore, Paquistão. Shehnaz foi queimada com ácido por um parente devido a uma disputa familiar há cinco anos. Shehnaz foi submetida a cirurgia plástica por 10 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.

Shahnaz Bibi, 35, posa para uma fotografia em Lahore, Paquistão. Dez anos atrás Shahnaz foi queimada com ácido por um parente devido a uma disputa familiar. Ela nunca passou por cirurgia plástica.

Kanwal Kayum, 26, ajusta o véu com que ela posa para uma fotografia em Lahore, Paquistão. Kanwal foi queimada com ácido há um ano, por um rapaz de quem ela rejeitou o pedido casamento. Ela nunca passou por cirurgia plástica.

Munira Asef, 23, posa para uma fotografia em Lahore, Paquistão. Munira foi queimada com ácido, há cinco anos, também por um menino rejeitado por ela. Ela foi submetida a cirurgia plástica 7 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.

MEMUNA Khan, 21, posa para uma fotografia em Karachi, no Paquistão. Menuna foi queimada por um grupo de meninos que jogaram ácido sobre ela para resolver uma disputa entre seus familiares e os de Menuna. Ela passou por cirurgia plástica 21 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.

Zainab Bibi, 17, ajusta o véu que ela posa para uma fotografia em Islamabad, Paquistão. Zainab foi queimada em seu rosto com ácido jogado por um menino rejeitado, há cinco anos. Ela foi submetida a cirurgia plástica várias vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.

Naila Farhat, 19, posa para uma fotografia em Islamabad, Paquistão. Naila foi queimada em seu rosto com ácido jogado por um namorado ciumento há tres anos. Ela foi submetida a cirurgia plástica várias vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.
Saira Liaqat, 26, posa para a câmera, mostrando um retrato de si mesma, antes de ser queimada, em sua casa em Lahore, Paquistão. Quando ela tinha quinze anos, Saira era casada com um parente, que mais tarde, iria atacá-la com ácido depois de ter exigido dela que fosse viver com ele em outra cidade, embora as famílias tivessem concordado que ela não iria acompanhá-lo até que ela terminasse a escola. Saira foi submetida a cirurgia plástica 9 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.
Fotografias: Dani Roeder
Resumindo, no Paquistão, qualquer insatisfação por parte dos homens, com relação às mulheres, dá a eles o direito de jogar ácido nos rostos e corpos destas mulheres e nada acontecer com eles, isto é, cometem um crime bárbaro como esse e saem impunes. E percebam que não são só namorados enciumados ou rejeitados, mas ambém PAIS revoltados por terem MAIS uma filha!!
Um terror! Algo quase inacreditável de tão brutal!
Dizem que a idade traz equilíbrio, lucidez e prrincipalmente sabedoria.
Nem sempre!!
O povo paquistanês é antiquissimo e parece que ainda não aprendeu absolutamente nada!!
Que Deus proteja essas e outras milhares de vítimas anônimas perdidas por esse mundo de terror!
Um bjo,
Claudinha.
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Omnes Angeli
quinta-feira, julho 22, 2010
O mundo inteiro deve ver este vídeo!
Quem sabe as pessoas do mundo que ainda usam o racismo como desculpa para várias formas de invasão, não perceba, através das palavras tocantes de um soldado, que sofreu na pele por causa desse racismo, que esse comportamento precisa ser extinto da Terra!!
Bjo,
Claudia Pinelli.
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segunda-feira, julho 05, 2010
À flor da pele...
Existe cena do cinema mais linda e ao mesmo tempo tão triste?
Não me canso de ver, de chorar, de me emocionar com essa poesia em forma de imagem cinematográfica.
Cena do filme As Pontes de Madison (The Bridges of Madison County) com Meryl Streep e Clint Eastwood.
Já escrevi sobre esse filme antes:
Calmaria
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quinta-feira, janeiro 07, 2010
Take me out tonight

Louise Brooks
So many people around me
People in the streets
People at work
People at home
People in my bed
People everywhere
So, why do I feel so alone?
Why this sensation inside of me?
A loneliness that never disappears
A solitude that looks like spears
An emptiness fills all spaces
Nothing seems everything
My body freezes in the heat
Clock is ticking out of beat
Empty like a vacuum
Alone as a hermit
Cold like an ice
Useless as an advice
Take me out tonight
Take me to another place
Where there is something new
something different of blue.
Claudia Fernandes
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quarta-feira, setembro 30, 2009
Meditar é o caminho!
Esse vídeo (dividido em 3 partes) é a palestra de um monge budista - nascido na França - chamado Matthieu Ricard, em que ele fala sobre a busca pela felicidade e como a meditação pode encurtar esse caminho.
Vale a pena ver e rever para aprender.
Bjo,
Claudia Fernandes.
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sexta-feira, dezembro 05, 2008
COMEÇAR DE NOVO

COMEÇAR DE NOVO
Eu tinha medo da escuridão
Até que as noites se fizeram longas e sem luz
Eu não resistia ao frio facilmente
Até passar a noite molhado numa laje
Eu tinha medo dos mortos
Até ter que dormir num cemitério
Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires
Até que me deram abrigo e alimento
Eu tinha aversão a Judeus
Até darem remédios aos meus filhos
Eu adorava exibir a minha nova jaqueta
Até dar ela a um garoto com hipotermia
Eu escolhia cuidadosamente a minha comida
Até que tive fome
Eu desconfiava da pele escura
Até que um braço forte me tirou da água
Eu achava que tinha visto muita coisa
Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas
Eu não gostava do cachorro do meu vizinho
Até naquela noite eu o ouvir ganir até se afogar
Eu não lembrava dos idosos
Até participar dos resgates
Eu não sabia cozinhar
Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome
Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras
Até ver todas cobertas pelas águas
Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome
Até a gente se tornar todos seres anônimos
Eu não ouvia rádio
Até ser ela que manteve a minha energia
Eu criticava a bagunça dos estudantes
Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias
Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos
Agora nem tanto
Eu vivia numa comunidade com uma classe política
Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora
Eu não lembrava o nome de todos os estados
Agora guardo cada um no coração
Eu não tinha boa memória
Talvez por isso eu não lembre de todo mundo
Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos
Eu não te conhecia
Agora você é meu irmão
Tínhamos um rio
Agora somos parte dele
É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio
Graças a Deus
Vamos começar de novo.
Anônimo *
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Precisamos perceber, o mais rápido possível, que catástrofes naturais, como a que ocorreu em Santa Catarina, podem afetar qualquer um a qualquer instante. A natureza está insatisfeita com a estupidez humana já faz um tempo. Desmatamento, queimadas, aumento de CO2 na atmosfera, crescimento desordenado das cidades, só para citar alguns exemplos.
Casos não nos faltam para comprovar esse fato. Tsunami no Índico, queimadas nos Eua, desmatamento na Amazônia, aquecimento global, guerras injustificáveis, matança de animais para fins lucrativos somente, inundações na Argentina, agora essa de grandes proporções aqui no Brasil, etc...
Portanto, não pense que você, ou eu, fazendo parte dessa raça tão inferior, está livre de sofrer com esse tipo de aviso. Devemos sim mudar esse corportamento virulento de sempre acabar destruindo tudo que nos rodeia. Só assim, talvez, sejamos redimidos dessa falta, que na verdade, tem nos feito mais reféns dessa natureza, que sabe ser terrorista quando precisa, do que seu senhor e mestre soberano.
Esse texto* acima foi escrito por um argentino por ocasião da enchente em seu país.
Não deixa de ser uma lição.
Claudia Fernandes
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terça-feira, novembro 11, 2008
Onde você colocou o sal?

ONDE VOCÊ COLOCOU O SAL?
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.
- Não - disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.
Em outras palavras:
É deixar de ser copo, para tornar-se um lago.
Este texto é de uma sabedoria ímpar. E é exatamente o que eu precisava ler nesse momento. Para mim, serviu como uma aula salutar.
Bjo.
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sexta-feira, novembro 07, 2008
Esqueça o passado, se for capaz...

O vazio me toma por completo
As coisas teimam em não fazer muito sentido
Choro
Quando penso na vida, Nela, em mim, na saudade, choro
Oro
Para pedir que uma força divina, espiritual, angelical, venha me dar a mão, oro
Quando sinto que a qualquer momento,
vai ecoar da minha garganta,
ou um grito de dor,
ou só um surdo lamento
vejo que meu auto-controle é um traidor,
e já não mais vivo, na verdade
claro para mim é que sem Ela
o vazio impera
e eu aqui perdida,
implorando
tolamente
pela mais curta espera.
Tenho vergonha de assumir,
talvez por medo ou covardia
mas o que realmente queria
era pedir socorro
porém socorro para quem?
quem pararia sua vida para me ajudar?
pois, apesar de "bem de saúde" estar
e mesmo lutando com todas as minhas forças
solitariamente,
ao invés de esperar o socorro
sinto que pouco a pouco,
eu também morro.
Claudia Fernandes
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terça-feira, abril 19, 2005
Indignação!

Preta

A atrocidade cometida contra uma cadela prenhe em Pelotas, no último dia 9 de março, está mobilizando milhares de pessoas de diversos lugares do Brasil e do mundo.
Ela foi arrastada por cinco quadras no centro de Pelotas. Segundo testemunhas, três jovens a amarraram em um pára-choque de carro e a arrastaram até a sua morte e de seus filhotes.
Pedaços dos animais ficaram espalhados pelo caminho.
Foi realizada uma petição on-line denominada: "Preta clama por Justiça", onde as pessoas que se opõem contra o crime estão se unindo para que os culpados sejam punidos. Até agora, 9.700 assinaturas já foram recolhidas.
Eu peço que faça sua parte, assinando aqui:
http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?CF060375
Depois de ficar estarrecida e indignada com mais esse fato abominável cometido por um ser dito "racional", um trecho de um filme não saía de minha cabeça.
No Matrix original, o agente Smith fala algo que é a mais pura realidade:
"A humanidade é um cancêr! "
Ele tem razão...
Eis as palavras exatas:
"I'd like to share a revelation that I've had during my time here. It came to me when I tried to classify your species. I realized that you're not actually mammals.
Every mammal on this planet instinctively develops a natural equilibrium with the surrounding environment, but you humans do not.
You move to an area, and you multiply, and multiply, until every natural resource is consumed. The only way you can survive is to spread to another area.
There is another organism on this planet that follows the same pattern. A virus. Human beings are a disease, a cancer of this planet, you are a plague, and we are the cure."
Agente Smith, Matrix
Acho que o Agente Smith nunca teve tanta razão...
Bjo.
Música: Comfortably Numb do Pink Floyd.
Atualização cinco anos depois! :
A história de um massacre ganhou uma rara e exemplar punição na Justiça gaúcha. Em votação unânime, três desembargadores da 21ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado (TJ) condenaram um dos autores do assassinato da cadela Preta – amarrada a um carro e arrastada até a morte em Pelotas, há cinco anos – a indenizar a comunidade por danos morais coletivos.
O acórdão estabelece que Alberto Conceição da Cunha Neto terá de pagar R$ 6 mil, revertidos como doação para o canil municipal pelotense.
A decisão é rara por dois motivos. O primeiro é que o trio de desembargadores votou da mesma forma, num consenso que não costuma ser usual. Com isso, não cabe recurso à sentença no TJ e, se quiser recorrer, o advogado de defesa do condenado deverá apelar ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.
A segunda excepcionalidade é que o “dano moral coletivo” reconhecido na condenação é uma novidade poucas vezes vista na história do Judiciário brasileiro. O STJ costuma
negar a existência de “dano moral coletivo”.
Os desembargadores gaúchos foram na contramão dessa tendência. Cunha Neto tinha sido absolvido em primeira instância, em Pelotas, pela juíza Gabriela Irigon Pereira. Na sentença, ela considerou que o jovem já havia sido punido criminalmente, em outro processo (em 2007, foi sentenciado a um ano de detenção pelo crime, em regime aberto). Além disso, o rapaz – estudante da Universidade Católica de Pelotas – foi suspenso das aulas na faculdade, se mudou de município e teve uma parente dele agredida dentro do fórum daquela cidade, por pessoas indignadas com a morte do
animal.
Os desembargadores levaram ontem 20 minutos para decidir. Numa sessão assistida apenas por três estudantes de Direito, o desembargador Armínio da Rosa lembrou que a cadela foi “desintegrada” ao ser arrastada por cinco quadras, “com pessoas assistindo”.
O desembargador José Francisco Moesch afirmou que a cadela Preta era estimada em Pelotas e sua morte, “por pura diversão”, gerou incredulidade e repulsa. A posição final veio do desembargador Genaro Baroni Borges, para quem a reparação financeira ajuda a “apagar a afronta a valores muito caros da comunidade pelotense”.
O defensor de Cunha Neto, Henrique Boabaid, não compareceu à sessão e não foi localizado por Zero Hora. Os outros dois jovens que participaram do massacre não foram processados porque se dispuseram a doar R$ 5 mil, cada, ao canil municipal de
Pelotas.
Humberto Trezzi - Zero Hora
A pena, como todas as penas de punição no Brasil, foi branda. Mas quem sabe sirva de exemplo a tantos outros casos de crimes tão cruéis quanto este caso.
De qualquer forma, abriu um precedente histórico na defesa animal.
Bjo.
Claudia Pinelli.
quinta-feira, junho 10, 2004
Fallen Angel

Um anjo caído, como eu.

Essa imagem mostra como estou me sentindo nos últimos dias...
Caída, perdida, sem rumo...
Bjo.
Música - Fallen Angel do King Crimson.
Você

Você

A song about you
First time I saw you
I didn't think you were special
But now I realized
That you're the one I want to come home with
I want to take you out
I wanted to you everything right
I take you to your favourite shop
And even let you use my favourite coffee cup
Oh you
When you look at me you make me feel
So glad
Oh you
When you smile at me you make me feel
So nervous
Cause you're the one I adore
I let you use my coats
When you're cold
I'll do anything for you
But now you're probably in bed
Sleeping with one of my best friends
Bjo.
Música - Collapse the light into Earth do Porcupine Tree.
quarta-feira, junho 09, 2004
Desculpa...
Caution could but rarely ever helps
Don't be down when my demeanor tends to disappoint
It's hard enough even trying to be civil to myself
Please forgive me for my distance
The pain is evident in my existence
Please forgive me for my distance
The shame is manifest in my resistance
To your love"
To your love - Fiona Apple
Bjo.
Música - Taking the easy way out - Elliot Smith
Minha família
My kind of Spirit...
You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.


