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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



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sexta-feira, setembro 19, 2014

I follow rivers...






Oh, I beg you: can I follow?

Oh, I ask you: why not always?

Be the ocean, where I unravel

Be my only, be the water and I'm wading

You're my river running high, run deep, run wild



I, I follow

I follow you deep sea baby

I follow you

I, I follow

I follow you dark room honey

I follow you



He a message, I'm the runner

He's the rebel, I'm the daughter waiting for you

You're my river running high, run deep run wild



I, I follow

I follow you deep sea baby

I follow you

I, I follow

I follow you dark room honey

I follow you



You're my river running high, run deep run wild

I, I follow

I follow you deep sea baby

I follow you

I, I follow, I follow you, dark room honey

I follow you

I, I follow

I follow you deep sea baby

I follow you

I, I follow, I follow you, dark room honey

I follow you



I, I follow

I follow you deep sea baby

I follow you

I, I follow

I follow you, dark room honey

I follow you




Tradução livre feita por mim.



Oh, eu imploro: posso segui-lo?

Oh, eu pergunto: por que não sempre?

Seja o oceano onde eu deságuo

Seja meu único, seja a água e estou transpondo

Você é o meu rio correndo forte, profundo e selvagem



Eu eu sigo

Eu o sigo nas profundezas do mar, baby

Eu o sigo

Eu eu sigo

Eu o sigo num quarto escuro, querido

Eu o sigo



Ele é a mensagem, eu sou a mensageira

Ele é o rebelde, eu sou a filha esperando por você

Você é o meu rio correndo forte, profundo e selvagem



Eu eu sigo

Eu o sigo nas profundezas do mar, baby

Eu o sigo

Eu eu sigo

Eu o sigo num quarto escuro, querido

Eu o sigo




















Bjo,


Claudia.

terça-feira, junho 17, 2014

Intelectuais ou patetas?





Já reparou a diferença de nível intelectual das pessoas que defendem o Brasil e o das que atacam? 

Vou citar algumas que defendem: Stephen Kanitz, José Mujica, Mario Sergio Cortella, Bemvindo Sequeira, Tom Zé, Gregório Duvivier, Chico Buarque, Otto, Alceu Valença, Chico César, Washington Araujo, Chico Diaz, Beth Carvalho, Miguel Nicolelis, ufa...

As que atacam são sempre através de textos terrivelmente mal escritos (aqui falo como professora de Língua Portuguesa), com uma visível carga de ódio, deixando aquele leitor um pouco mais inteligente meio confuso. 

Esse ódio todo é algo pessoal [sic], político (pois só atacam um partido) ou institucional (já que a maioria deles escreve numa mesma revista)? Dúvida cruel...

Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi, Roger, (ultimamente só têm tomado cacete de Nicolelis), Augusto Nunes, R. Constantino, Felipe Neto (quem?), Latino(!) me dão vergonha, uns pelo que são, outros pela qualidade dos textos e pela cara de pau de se passarem (apenas para os incautos, claro) por jornalistas.

É de uma desonestidade intelectual de chorar...







Claudia Fernandes.

quinta-feira, janeiro 30, 2014

Coxinha Caviar


+





Está acontecendo uma coisa bem engraçada.

Meus amigos bem reaças que acham que o PT é o único causador de todos os males brasileiros, acham que sou petista, comunista, etc.

Já meus amigos petistas, da ala bem de esquerda, me acham meio coxinha, pois questiono algumas ações do governo.

Gosto muito dessa coisa de ser intocável, imprevisível, pois a minha essência não está disponível para qualquer um.

Mas esclareço que não sou nem uma coisa, nem outra. 

Não me prendo a convenções, nem a partidos, muito menos a rótulos.

Quero estar livre para questionar, criticar e aplaudir quem eu achar que devo, sem estar engessada. Nem alienada por um lado, nem cega por outro.

Não gosto de ser escrava de nada que me aprisione. Sempre procuro ser livre e ter a minha opinião. Que, às vezes, vai comungar com os da esquerda e em outras, se afinará com os coxinhas.

Se eu estivesse disponível para rótulos, acho que seria:

"Coxinha Caviar".

Taí, curti. 

Coxinha caviar...

Pelo menos ficaria tudo englobado numa área mais gostosa e agradável, a gastronomia. Tanto a coxinha, quanto o caviar.

Será que existe uma gastronomia gourmet rústica?






Bjo,



Claudinha.

quarta-feira, janeiro 29, 2014

#chatiada




Será que só quando eu morrer (ou me suicidar), meus poemas vão ser admirados, divulgados, virarão algo cult, "coisa de gênio", como aconteceu com quase todos os outros poetas?

Porque não sou louca nem burra, posso ter escrito umas bobagens, claro, mas tenho poemas realmente bons.

Será que é uma regra? 

Não é cool gostar de poemas escritos por alguém que ainda está vivo?

É isso?


Bjo,



Claudia.

quinta-feira, setembro 19, 2013

Music & Me





"Ó música... 
Em tuas profundezas depositamos nossos corações e almas. 
Tu nos ensinaste a ver com os ouvidos 
E a ouvir com os corações..." 

Khalil Gibran 








Bjo,


Claudia Fernandes.

Lei não é a mesma coisa de Justiça!





Não podemos confundir Justiça com lei. 

Nem toda lei é justa ou legítima. 

Lembremos de que até mesmo regimes de exceção se basearam em leis que os legitimavam, mas nem por isso puderam ser consideradas justas. 

Se quisermos que a Justiça prevaleça, é preciso que leis melhores e mais justas sejam elaboradas.

Se quisermos que o Supremo (e que pelo menos aqui a justiça seja feita, é formado por um colegiado bem preparado e experiente, que precisa fundamentar os julgamentos e votos em princípios e leis materiais e processuais geralmente já estabelecidas, e que neste caso específico do mensalão, mostrou um equilíbrio louvável, uma vez que foram seis votos a favor dos embargos e cinco contra), julgue da melhor forma possível os casos que chegam até ele, precisamos fazer a nossa parte: votar melhor!

O problema não é o Supremo!

Sim, porque as leis nas quais esses doutos magistrados se baseiam para fundamentar seus votos já existem e foram criadas pelo Legislativo e não pelo Judiciário. Além do que nada ali deve ser julgado pura e simplesmente, de forma particular e arbitrária. E creio eu, com a minha mais pura ideologia, que esses homens não maculariam suas honras por questões políticas ou partidárias, até porque seus votos constarão dos autos "ad perpetuam rei memoriam".

Portanto, antes de reclamarmos da (in)justiça cometida, tomemos consciência de que a responsabilidade disso é somente nossa. E que, nas próximas eleições para o Legislativo, escolhamos votar em pessoas comprometidas com as questões do povo, que tenham ideias para melhorar a nossa vida como um todo e não a de uma pequena parcela da população.




Claudia Fernandes.

terça-feira, outubro 04, 2011

Identificação imediata!!




Eu me identifiquei horrores e você, se identificou também?


Bjo,


Claudinha.

sexta-feira, julho 08, 2011

Despedida do TREMA








Despedida do TREMA

Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema. Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüentas anos.

Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso para sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...

O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disse que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.

Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, "Kkk" pra cá, "www" pra lá.

Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que, aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...

Nós nos veremos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história.



Adeus,


Trema.







Achei bem legal. (Enviado pela minha amiga Marcia Chia, do Tenessee.)


Bjo,



Claudinha.

quarta-feira, julho 06, 2011

Felicidade?

Ultimamente, nessa minha fase meio down, essa música tem me feito um bem danado...




Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz.
Sem tirar o ar, sem se mexer, sem desejar como antes sempre quis.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz.
Se chorar, chorar é vão porque os dias vão pra nunca mais.

Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
Dançar na chuva quando a chuva vem.

Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar.
Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.

Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
Dançar na chuva quando a chuva vem.




Linda!!!


Bjo,




Claudinha.

domingo, maio 01, 2011

Men x Women

Maravilha!!!




Atores:


Douglas Fairbanks Sr., Rudolph Valentino, Charlie Chaplin, James Cagney, Spencer Tracy, Fredric March, Errol Flynn, Fred Astaire, Clark Gable, Laurence Olivier, Gary Cooper, Humphrey Bogart, James Stewart, Tyrone Power, Cary Grant, Henry Fonda, Robert Mitchum, John Wayne, Kirk Douglas, Gene Kelly, Burt Lancaster, William Holden, Marlon Brando, James Dean, Rock Hudson, Montgomery Clift, Anthony Quinn, Gregory Peck, Richard Burton, Jack Lemmon, Sean Connery, Sidney Poitier, Charlton Heston, Steve McQueen, Peter O'Toole, Paul Newman, Clint Eastwood, Robert Redford, Dustin Hoffman, Roy Scheider, Warren Beatty, Dennis Hopper, Al Pacino, Jack Nicholson, Robert De Niro, Gene Hackman, Jon Voight, Harrison Ford, Kevin Kline, Kevin Costner, Michael Douglas, Christopher Walken, Mel Gibson, Sean Penn, John Travolta, Antonio Banderas, Tim Robbins, Samuel L. Jackson, Tom Hanks, Denzel Washington, Tom Cruise, Brad Pitt, Russell Crowe, Kevin Spacey, Will Smith, Jamie Foxx, Leonardo DiCaprio, Johnny Depp, Matt Damon, George Clooney

Música: Bach's Allemande Suite para Solo Cello No. 3 in C Major, BWV 1009

Executada por Antonio Meneses


X






Atrizes:




Mary Pickford, Lillian Gish, Gloria Swanson, Marlene Dietrich, Norma Shearer, Ruth Chatterton, Jean Harlow, Katharine Hepburn, Carole Lombard, Bette Davis, Greta Garbo, Barbara Stanwyck, Vivien Leigh, Greer Garson, Hedy Lamarr, Rita Hayworth, Gene Tierney, Olivia de Havilland, Ingrid Bergman, Joan Crawford, Ginger Rogers, Loretta Young, Deborah Kerr, Judy Garland, Anne Baxter, Lauren Bacall, Susan Hayward, Ava Gardner, Marilyn Monroe, Grace Kelly, Lana Turner, Elizabeth Taylor, Kim Novak, Audrey Hepburn, Dorothy Dandridge, Shirley MacLaine, Natalie Wood, Rita Moreno, Janet Leigh, Brigitte Bardot, Sophia Loren, Ann Margret, Julie Andrews, Raquel Welch, Tuesday Weld, Jane Fonda, Julie Christie, Faye Dunaway, Catherine Deneuve, Jacqueline Bisset, Candice Bergen, Isabella Rossellini, Diane Keaton, Goldie Hawn, Meryl Streep, Susan Sarandon, Jessica Lange, Michelle Pfeiffer, Sigourney Weaver, Kathleen Turner, Holly Hunter, Jodie Foster, Angela Bassett, Demi Moore, Sharon Stone, Meg Ryan, Julia Roberts, Salma Hayek, Sandra Bullock, Julianne Moore, Diane Lane, Nicole Kidman, Catherine Zeta-Jones, Angelina Jolie, Charlize Theron, Reese Witherspoon, Halle Berry





Música: Bach's Prelude Suite para Solo Cello No. 1 in G Major, BWV 1007

Executada por Yo-Yo Ma







Trabalho genial de Philip Scott Johnson!!







Bjo,







Claudinha.

sexta-feira, dezembro 24, 2010

Genial é pouco!




Absolutely demais!

Bjo,


Claudinha.

sexta-feira, outubro 22, 2010

Governo cria comissão para sustentabilidade de povos e comunidades tradicionais

Fotos: Internet/ Edição: Claudia Pinelli


Decreto será assinado sexta (22), no lançamento dos Encontros com as Culturas Populares e Identitárias

Grupos de pessoas que reivindicam seus territórios, tendo como referência sua ancestralidade e reconhecendo-se a partir de seu pertencimento. Este é o conceito para Povos e Comunidades Tradicionais, foco do decreto que o governador Jaques Wagner assina nesta sexta (22), às 19h, durante olançamento dos Encontros com as Culturas Populares e Identitárias, na Praça das Artes, Pelourinho. O decreto cria aComissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais (CESPCT), que atuará sob a presidência da Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi).

A CESPCT terá a missão de coordenar a elaboração e implementação da Política e do Plano Estadual de Sustentabilidade do segmento no estado da Bahia. A ação tem suporte no Decreto Federal 6.040, que institui a política de mesma natureza em nível nacional. Quilombolas, indígenas, povos de terreiros, comunidades de fundo de pasto, ciganos, marisqueiras e pescadores estão entre os grupos reconhecidos nesse perfil social.

Entende-se por povos e comunidades tradicionais, aqueles que ocupam ou reivindicam seus territórios, tendo como referência sua ancestralidade e reconhecendo-se a partir de seu pertencimento, baseado na identidade étnica e na auto-definição. O segmento é caracterizado também por conservar suas próprias instituições sociais, econômicas, culturais e políticas, línguas específicas e relação coletiva com o meio ambiente. Tais fatores são considerados determinantes na preservação e manutenção de seu patrimônio material e imaterial, utilizando práticas, inovações e conhecimentos gerados e transmitidos pela tradição.

Sobre os Encontros

A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) e a Fábrica Cultural lançam os Encontros com as Culturas Populares e Identitárias nesta sexta (22), às 19h, na Praça das Artes, Pelourinho. O evento reunirá manifestações culturais e artistas populares, além de pesquisadores e gestores do setor.

Os Encontros acontecem de 23 a 29 deste mês, no mesmo local, com apresentações, cortejos, shows, espetáculos e oficinas artísticas; além de debates sobre as políticas públicas, por meio de mesas temáticas com especialistas e rodas de prosa com Mestres das Culturas Populares.

O Ministério da Cultura patrocina a ação, que conta com o apoio do Governo do Estado da Bahia, através das secretarias de Promoção da Igualdade (Sepromi); de Educação (SEC); de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes); do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre).


Fonte: Portal Secult Bahia


Para saber mais sobre o assunto das comunidades negras da Bahia, principalmente a de Tijuaçu, Disitrito de Senhor do Bonfim, leia o Artigo escrito por Carmélia Aparecida Silva Miranda



Bjo,



Claudinha.


quinta-feira, setembro 30, 2010

CONVITE - FESTAS POPULARES DE SALVADOR

Estará em Salvador em Outubro e gosta de Fotografia?

Então não pode perder...

Bjo,


Claudinha.

A "menarca" do The Honkers!


The Honkers completa 12 anos de rock na véspera das Eleições e lança seu mênstruo musical em formato démodé numa festinha insana na praia.

Estão atrasados! Não foram 30 dias e nem 3 meses. É um hiato de mais de 3 anos sem lançar nada. Nem uma musiquinha no Myspace! A regra não faz parte do mundo dos Honkers, uma das mais farristas bandas baianas, que completa esse mês 12 anos de estrada e rock.

Os Honkers são conhecidos por suas performances extravagantes e muitas vezes bizarras. Sobretudo as de Rodrigo Sputter, que não raro, beiram a escatologia. Sputter, Brust e Thilindão tocam juntos desde antes do debut do grupo, no dia 3 de Outubro, véspera das Eleições de 1998, na festa “Cachaça indecente na casa de Brust”.

12 anos depois, o Coletivo Lapa–Pau-Miúdo convida alguns amigos para uma festinha nas areias da praia do Jardim de Alah. Amigos de longas datas como os paraíba-paulistanos Zefirina Bomba e os novíssimos camaradas de Camaçari, The Pivos; Pessoas Invisíveis, Charlie Chaplin, Mapache Man, Buster, O Terreiro, companheiros que se pode contar em todas as horas; e ainda aqueles amigos que não vemos há tempos, Hardrons, The Futchers, Os Fracassados do Underground.

Uma celebração típica do rock: shows insanos, suados, sujos, lascivos... tudo o que uma garotinha de 12 anos – que acabou de virar mocinha – não pode presenciar. Pode entrar areia? Pode. Vá por sua conta e risco. Good Fellas!

Assim é o rock: cru e sem cerimônia. Assim é o Rockfeller, festival entre amigos com lançamento do selo Entorte Discos e o seu primeiro rebento, Thirty-Six Hours. São 2 canções gravadas ao vivo com a veia mais Power Pop dos Honkers.

O single foi realizado em formato mini-CD com 4 opções de capa + encarte (design de Mauro Ybarros, 71.9609.4186) e custa R$ 5.

A tiragem de 100 disquinhos é parte do projeto do selo para lançamento em vinil de músicas garageiras dos Honkers ainda em 2010.

Rockfeller Festival – O underground move o mainstream.
Coqueiral Jardim de Alah
Grátis
Sábado, 2 de Outubro de 2010
15 horas
Zefirina Bomba, The Pivos, Pessoas Invisíveis, Mapache Man, Charlie Chaplin, Hardrons, The Futchers, Os Fracassados do Underground, O Terreiro, Buster, Fellas, The Honkers


Vai perder esse acontecimento?

Para ouvir o som da The Honkers


Bjo,


Claudinha.

sábado, setembro 25, 2010

Gilles Lipovetsky - O filósofo do hiperconsumismo

Há quem não veja muito espaço, ou utilidade, para a filosofia em um mundo tão cheio de opções. Quando se trabalha tanto, quando se tem 170 canais a cabo, quando seu Twitter pia o dia todo no celular, quem tem tempo para duas horas diretas sobre a análise da paradoxal sociedade de hiperconsumo? Na noite de quarta-feira, pelo menos 140 pessoas tinham. Em um evento promovido pela Trip em parceria com o Manioca, o espaço de eventos do restaurante Mani, o filósofo francês Gilles Lipovetsky falou a uma plateia de convidados sobre sua interpretação da sociedade de nossos dias.

O professor Lipovetsky é dos mais relevantes e provocativos pensadores da cultura contemporânea. Analisando alguns dos fenômenos mais importantes das últimas décadas, ele esbarra em temas que normalmente passam longe dos olhos dos filósofos: marcas, luxo, consumismo, redes sociais e as consequências emocionais de um mundo pós-pós-moderno. Uma época que ele batizou como hipermoderna se manifesta mais claramente no que Lipovetsky chama de hiperconsumismo. Um termo que pode enganar... hiperconsumismo não significa exatamente consumo exagerado, compulsivo. É algo mais sutil, e mais relevante, do que frenesis em shopping centers. Trata-se de uma mudança crucial no padrão e nas motivações do consumo humano.


Culto às marcas

De acordo com Gilles, “a sociedade de consumo, comumente definida a partir do fim da Segunda Guerra Mundial, era definida pelo consumo semicoletivo. A família comprava bens para o uso coletivo em casa. Uma TV, um carro, uma linha telefônica eram itens de desejo e status”. O que se vê a partir dos anos 70, mas que acelerou vertiginosamente a partir dos anos 80, sob a tutela americana de Ronald Reagan, foi o consumo dirigido quase que exclusivamente ao indivíduo. “Uma TV, um carro, um telefone por pessoa. E mais do que isso. Um culto às marcas e um desejo coletivo, que transcende classes sociais, por artigos e símbolos que denotem luxo.” Tudo, de acordo com Lipovetsky, para adular o indivíduo que volta suas paixões para si mesmo, seu ego e seu conforto, em um mundo de ideologias coletivas arruinadas.

"Vivemos em uma sociedade paradoxal,
que não se equilibra facilmente
entre o materialismo e a espiritualidade"


O professor analisa como esse fenômeno transformou as marcas em entidades onipresentes e como essa prioridade ao indivíduo serve aos interesses competitivos do mercado – e moldou, assim, uma nova cultura no trabalho, que demanda mais investimento emocional das pessoas e que contribui para o muito bem conhecido nível de ansiedade, tristeza e venda de antidepressivos neste começo de século. E é aí, através dessa infelicidade hiperconsumista, que Gilles faz sua mais contundente análise. A da relação entre felicidade e nossos hábitos. Entre a obsessão em produzir sensações constantes de bem-estar e boa autoestima com nosso estranho fracasso em obtê-los mesmo em um mundo em franco progresso.

Brasil, um laboratório exemplar

“Trocamos o status pelo consumo como uma experiência emocional. E não acho isso necessariamente ruim. O problema é que o consumo e o mercado se tornaram objetivos em si. E não existe felicidade dentro de um paradigma egoísta, individualista e fora das relações humanas”, vaticina diante da heterogênea plateia. Esportistas de ponta como o big rider Carlos Burle e o snowboarder Felipe Mota, empresários como Álvaro Coelho da Fonseca, João Paulo e Pedro Paulo Diniz, artistas como Fernanda Lima, publicitários como Marcelo Serpa, João Farkas e Fran Abreu, são apenas alguns nomes que lotaram o espaço Manioca. Ouvidos diversos e atentos às palavras do professor: “Vivemos em uma sociedade paradoxal, que não se equilibra facilmente entre o materialismo e a espiritualidade. Entre a ideia bem difundida de que a felicidade é uma conquista interna e a projeção de nossos desejos em objetos e marcas.”

E se é o paradoxo que melhor define os tempos hipermodernos, para Gilles o Brasil é um laboratório exemplar para suas teses. “A enorme distância entre as classes e uma cultura que congrega tantos elementos consumistas e espirituais, que se inseriu de modo muito acelerado na sociedade de consumo, faz do Brasil um lugar muito significativo, onde a análise que proponho está clara”, ele diz em resposta a uma pergunta da plateia no fim de sua exposição. E conclui sua complexa coleção de argumentos com uma posologia mezzo filosófica, mezzo espiritual. “Precisamos criar novas paixões para conter a paixão consumista. Oferecer objetivos para mobilizar emoções além do consumo. O mercado não é ruim. Mas o culto do mercado apenas é o demônio”, pregou o papa da hipermodernidade.




Fonte: Revista Trip

quarta-feira, setembro 22, 2010

La cambiadora de cuerpos...



Estreia nesta segunda, 24 de setembro.

Vamos?

Bjo,




Claudinha.

segunda-feira, setembro 13, 2010

Boa semana!!


Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.

A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós próprios.

Suave é viver só
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses.



Fernando Pessoa
Com essa bela poesia de Pessoa, considero iniciados os trabalhos da semana. :o)
Bjo,
Claudia.






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quinta-feira, setembro 02, 2010

Sebastião...



Lembra de um Avião que caiu em Maracangalha em 2007 cheio de dinheiro?

Esse presente do céu transformou a localidade em um verdadeiro inferno. É neste contexto que se desenvolve a história de Sebastião. Meu novo trabalho solo autoral teatral que estréia em Salvador dia 04 de setembro.

Nesta encenação conto a história de um cearense/ nordestino/brasileiro endividado que tem o azar de ser presenteado por um avião com 5,6 milhões de reais que "cai" em sua cabeça. Por isso se vê envolvido em uma trama de perseguição depois de participar do saque do avião. Esta encenação é uma teatralização de fatos reais que tratam sobre a natureza humana estabelecendo reflexões sobre o poder, o dinheiro, os direitos humanos e a ética.

Sebastião traz a cena assuntos variados relacionados ao incidente do avião: violência, direitos humanos, assuntos e referencias cotidianas, baianidade, etc, em meio aos muitos personagens que ganham corpo e voz nas historias paralelas contadas por este Jogador/narrador chamado Sebastião. O espectador aqui ri, chora e se emociona com as narrativas deste incidente que parece mentira. Um teatro visual e sonoro onde as imagens e as palavras são usadas de modo artesanal e construídas a partir de fatos jornalísticos. Fabio Vidal aqui reafirma sua técnica, estética e filosofia de cena levados ao palco por um teatro múltiplo e essencial geradores de metáforas e poesias cênicas.

A peça é uma realização do Território Sírius Teatro, participante da Cooperativa Baiana de Teatro e da Multi – Planejamento Cultural, patrocinada através do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz.



Serviço:

O Que? "Sebastião"

Quando? De 04 a 26 de Setembro - Sábados e Domingos - 20 horas

Onde? - Teatro SESI Rio Vermelho - Rua Borges dos Reis , 09 - Rio Vermelho -

Tel – (71)3616 - 7061

Site - http://www.sesi.fieb.org.br/teatrosesi

Indicado - Maiores de 14 anos

Ingresso: Inteira - R$ 20,00 / Meia – R$ 10,00



Outras informações:



Tel. da produção: 71 9192-9622

E-mail: sebastiaoemprocesso@gmail.com

Blog: http://sebastiaoemprocesso.blogspot.com

Twitter: www.twitter.com/sebastiao_solo

Orkut: Comunidade Sebastião em processo - http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=104183424



Ficha Técnica:



Fabio Vidal – Autor, Encenador e Ator

Gil Vicente Tavares – Orientação e colaboração dramaturgica

Gabriela Sanddyego - Assistente de Direção e Operação de Som

Caio Rodrigo - Assistente de Direção 1ª Etapa

Moacir Gramacho - Diretor de Arte

Renata Mota - Cenografia

Silvia Costa - Figurino

Fernanda Paquelet - Iluminação

Tuca Gomes - Assistente de Iluminação

Emerson Cabral - Direção Musical

Cassius Cardozo - Produção de Trilha Sonora

Fernanda Bezzerra - Produção Executiva

Ana Paula Vasconcelos - Coordenação de Produção

Raína Biriba - Assistente de Produção

Clara Ribeiro - Programação Visual e Desing

Leonardo Parente - Assessoria de Imprensa

Mônica Santana - Assessoria Mídias Sociais

Alessandra Nohvais- Fotografias

Tati Lima – Vídeos

Thiago Gomes - Edição de Imagens

Evelin Buchegger - Locuções









Se a minha amiga Moniquinha está envolvida, é garantia de qualidade!

Bjo,



Claudinha.







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quarta-feira, agosto 11, 2010

Exposição - Alma Secreta



Está em Salvador?

Então dá uma passadinha para ver essa exposição belíssima.

Recomendo.


Bjo,


Claudia.

sexta-feira, julho 23, 2010

Miloca e aumiguinhos...




Essa é a minha filhotona, Milla, Miloca, Milocota.

Desfrutem de toda sua graça, simpatia, beleza e charme!!



Bjo,


Claudinha.



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Minha família

My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.