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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



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quinta-feira, outubro 30, 2014

15 anos!




15 anos é para poucos.

Que venham outros 15!

Sempre com muito amor e cumplicidade...

\0/


Claudia Fernandes.

quinta-feira, outubro 02, 2014

Viva!

 
 
 

 
Eu e Arnor Fernandes queremos agradecer a todos que rezaram por nossa Milla, mandaram vibrações positivas ou mesmo só pensou nela por um segundo.
A cirurgia acabou há pouco e foi um sucesso!
Nossa pequena guerreira passou por mais essa batalha, mas saiu vitoriosa.

Agora é muito dengo, mimo e amor para ela se recuperar da melhor forma possível...

Obrigada e um beijo.


Claudia Fernandes.

sexta-feira, maio 09, 2014




Eu adoro a Copa e as Olimpíadas!

Sempre a-do-rei!

Espero, a cada 4 anos, pelos próximos Jogos Olímpicos e pela próxima Copa, desde criança...

Tenho memórias maravilhosas de minha família, da minha casa, dos irmãos brigando, do clima (geralmente cai em São João, que adoro, friozinho...) e de tempos doces que não voltam mais. Tenho memória afetiva dessa época.

Aí chega o dia em que a Copa e as Olimpíadas vão ser no Brasil!

E eu vou ficar triste, resmungando, achando tudo uma merda por causa de política?

Não mesmo!

O Brasil tem muitos problemas que estão aí desde que me entendo como gente.

Por enquanto vou curtir, me divertir, aproveitar até o caroço!

Quando tudo acabar, penso em política.

Agora eu quero mais é gritar goooolllll!

Bora Brasil!





Bjo,


Claudia.

terça-feira, abril 29, 2014

Vai ter Copa!!



De repente, a França (que fez uma copa superfaturadíssima) fala mal do Brasil, a Alemanha (dos nazistas) vem e fala mal do Brasil, os EUA (das invasões, das guerras, de Guantánamo etc.) vêm e falam mal do Brasil. 

De repente, todos passaram a falar mal do Brasil, coincidentemente (?), agora, perto da Copa.

E muitos brasileiros caem na armadilha como pombinhos e repetem a mesma lenga-lenga dos gringos. E tome-lhe "imagine na copa", como se TODOS os problemas do Brasil tivessem surgido por causa do mundial.

Acorda, pessoal!

Boicotar a copa não vai mudar absolutamente nada no nosso país. O voto, talvez.

Por essas e outras, só para contrariar (às vezes, prefiro ser do contra mesmo) esses "poderosos", eu grito: 

Vai ter copa! E vai ser linda!

Bora Brasil!! 




Bjo,



Claudia.




Pare de falar abobrinha, leia: 

http://rvmais.com.br/mercado-tendencia/copa-mundo-2014-legado-eventos.html

domingo, janeiro 19, 2014

Mudar-se para mudar o mundo.





Ontem à tarde, fui à farmácia comprar um antitérmico.

Na saída, ouvi alguém me chamar.

Virei-me e vi um rosto familiar.

Ela chegou perto de mim, me deu um abraço bem forte e disse: 

- Que saudade, professora!

E eu, como fazia sempre (já que uma boa parte dos alunos de colégios estaduais, lamentavelmente não termina o ensino médio), perguntei:

- Chegou a se formar?

Ela: - Sim, com muito sacrifício, consegui me graduar.

Eu, meio sem graça: - Faculdade?

Ela: - Sim, de Administração de Empresas. E devo muito a você que, com sua exigência acima da média, sempre nos mostrou que através do estudo, poderíamos mudar a nossa realidade.

Meus olhos se encheram de lágrimas. 

Primeiro, por ter me deixado levar pela padronização que nos robotiza, e segundo, por suas tocantes palavras.

Depois, muita gente ainda me chama de louca, e se assusta quando digo que não saio do ensino público por nada. 

Sinto que a minha missão não é pequena, diria até que chega a ser hercúlea, pois acontece em meio a salas com 40 alunos e salários indecentes.

Não é fácil tentar ensinar a pensar, a duvidar e a refletir, a ter opinião própria, para não se alienar ou se deixar manipular; buscar sempre a qualidade (não apenas quantidade) e introduzir debates sobre temas relevantes.

Não é fácil tentar criar, contra tudo e todos, autoestima em quem está acostumado a ser, por muitos (inclusive por professores), subestimado, a ter seus sonhos frequentemente mutilados e a prever um futuro nada promissor para si mesmo.

Taí o combustível para minha loucura.










Bjo,







Claudia.

quarta-feira, novembro 14, 2012

De repente, deu vontade de escrever.




De repente, deu vontade de escrever. 

Não por estar me sentindo bem ou em um momento fofo de minha vida, mas pelo contrário, estou passando por uma crise de depressão peso médio que se não posso chamar de "A pior da minha vida", também tem seus méritos sombrios de fazer tremer os mais incautos.

Como estou trabalhando em casa, isso, creio eu e meu psy, ajudou a iniciar um período de calmaria que foi se transformando em uma completa incapacidade de me mexer, de tomar iniciativas, de querer sair da cama, uma imobilidade sem fim.

Minha vida se tornou torrar dinheiro online na Sephora com perfumes, ver filmes e lutas da UFC na Sky, ler uma Vogue inteira em um dia, me aninhar com meus bichinhos e otras cositas mais sem a menor importância. Nem internet me interessa mais. Estou achando tudo tão chato e sem graça na rede. Tenho entrado tão pouco e saio bem rápido.

Só me alegro e saio dessa imobilidade atroz quando meu amor e fiel escudeiro, Júnior, está por perto. Não sei bem, mas muito mais por causa dele do que de mim.
Trabalho e faço tudo isso de madrugada, durmo o dia inteiro e quando a noite chega e com ela, Júnior, faço um pouco de conta que nada está acontecendo.

Acabei de me mudar para uma casa muito bacana, com jardim, piscina, banheira de hidromassagem e o escambal. Decorei-a todinha do meu jeito e, modéstia à parte, ficou lindinha. Até ganhei um carro novo. Ufa! 

Nunca fui a maior defensora da felicidade vazia, da ditadura da alegria, do "Está tudo ótimo". Mas cadê aquela pouca alegria que estava aqui? A disposição que eu tinha?

Sumiu. Não consigo encontrar. Nem uma sombra delas.

Quando minha mãe faleceu, ouvi muitas pessoas dizerem: "Com o tempo, melhora. Você vai seguir com sua vida." Acreditei. De verdade.

Mas quanto mais o tempo passa, sinto que minha vida perdeu o sentido, a motivação para tudo que eu fazia. Porque eu fazia tudo só esperando para ouvir a opinião dela.

Esse vazio não passou. Não melhorou, só piora. Não há uma trégua.

Sinto a falta dela, física mesmo.

Sou espiritualista, sei que ela não morreu, que hoje é um espírito, que deve estar bem, pois era uma pessoa maravilhosa em vida, sei disso tudo. Blá, blá, blá... Mas a falta é física, não tem nada de espiritual nisso. A dor que essa falta faz também. 

Ela não era apenas minha mãe. Ela era minha melhor amiga e confidente, para quem eu ligava 3, 4 vezes por dia para contar as novidades. Minha voz emudeceu.

Por exemplo, não faço questão de curtir meu carro, porque não posso levá-la para passear...

Decorar uma casa para mostrar a quem?

Espero que seja uma fase como algumas outras que já passaram por mim.

E que amanhã seja um novo dia. Sem escuridão, tristeza ou indiferença com a vida que me foi dada. Mas com luz, alegria e principalmente, vontade de sair, ver o sol, sorrir, chorar de emoção, enfim, de viver.


Bjo,



Claudinha.

quinta-feira, novembro 03, 2011

ANÁLISE SOCRÁTICA DOS TEMPOS ATUAIS




Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: "Não foi à aula?" Ela respondeu: "Não, tenho aula à tarde". Comemorei: "Que bom; então, de manhã, você pode brincar, dormir até mais tarde". "Não", retrucou ela, "tenho tanta coisa de manhã..." "Que tanta coisa?", perguntei. "Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina", e começou a elencar seu programa de garota robotizada.


Fiquei pensando: "Que pena", a Daniela não disse: "Tenho aula de meditação!" Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.


Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.


Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: "Como estava o defunto?". "Olha uma maravilha, não tinha uma celulite!"


Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa? A palavra hoje é "entretenimento"; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.


Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: "Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!"


O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor.


Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, autoestima, ausência de estresse.


Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping Center.


É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...


Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas.


Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno...


Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...


Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: "Estou apenas fazendo um passeio socrático." Diante de seus olhares espantados, explico: "Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:"- "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz !"


Frei Betto






Perfeito!





Bjo,






Claudinha.

quarta-feira, outubro 19, 2011

Siga estas dicas:









1. Caminhem de 10 a 30 minutos todos os dias e sorria enquanto caminha.

2. Ore na intimidade com Deus pelo menos 10 minutos por dia, em segredo, se for necessário.

3. Escute boa música todos os dias. A música é um autêntico alimento para o espírito.

4. Ao se levantar de manhã, fale "Deus, meu Pai, Te agradeço por este novo dia".

5.Viva com os 3 "E": Energia, Entusiasmo e Empatia.

6.Participe de mais brincadeiras do que no ano passado.

7.Sorria mais vezes do que o ano passado.

8.Olhe para o céu pelo menos uma vez por dia e sinta a majestade do mundo que rodeia você.

9.Sonhe mais, estando acordado.

10.Coma mais alimentos que crescem nas árvores e nas plantas, e menos alimentos industrializados.

11.Coma nozes e frutas silvestres. Tome chá verde, muita água e um cálice de vinho ao dia. Cuide de brindar sempre por alguma das muitas coisas belas que existem em sua vida e, se possível, faça em companhia de quem você ama.

12.Faça rir pelo menos 3 pessoas por dia.

13.Elimine a desordem de sua casa, seu carro e seu escritório. Deixe que uma nova energia flua em sua vida.

14.Não gaste seu precioso tempo em fofocas, coisas do passado, pensamentos negativos ou coisas fora de seu controle. Melhor investir sua energia no positivo do presente.

15.Tome nota: a vida é uma escola e você está aqui para aprender. Os problemas são lições passageiras, o que você aprende com eles é o que fica.

16.Tome o café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um mendigo.

17.Sorria mais.

18.Não deixe passar a oportunidade de abraçar quem você ama. Um abraço!

19.A vida é muito curta para você desperdiçar o tempo odiando alguém.

20.Não se leve tão a sério. Ninguém faz isto.

21.Não precisa ganhar cada discussão. Aceite a perda e aprenda com o outro.

22.Fique em paz com o seu passado para não estragar o seu presente.

23.Não compare sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida.

24.Ninguém está tomando conta da sua felicidade a não ser você mesmo.

25.Lembre que você não tem o controle dos acontecimentos, mas sim do que você faz deles.

26.Aprenda algo novo cada dia.

27.O que os outros pensam de você não é de sua conta.

28.Ajude sempre os outros. O que você semeia hoje, colherá amanhã.

29.Não importa se a situação é boa ou ruim, ela mudará.

30.O seu trabalho não cuidará de você quando você estiver doente. Seus amigos sim. Mantenha contato com seus amigos.

31.Descarte qualquer coisa que não for útil, bonita ou divertida.

32.A inveja é uma perda de tempo. Você já tem o que você precisa.

33.O melhor está ainda por vir.

34.Não importa como você se sente: levante, vista e participe.

35.Ame sempre com todo o seu ser.

36.Telefone para seus parentes freqüentemente e mande emails dizendo: Oi, estou com saudades de vocês!

37.Cada noite, antes de deitar, agradeça a Deus por mais um dia vivido.

38.Lembre que você está muito abençoado para estar estressado.

39.Desfrute da viagem da vida. Você só tem uma oportunidade, tire dela o maior proveito.

40.Passe esta mensagem a quem você gosta.



Bjo,



Claudinha.

quarta-feira, setembro 14, 2011

Gargalhar age como analgésico, diz estudo



Turista em frente à Torre Eiffel em Paris: rindo à toa





Dar uma boa gargalhada libera substâncias químicas que agem como analgésico natural, reduzindo a dor, indica uma pesquisa da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.


Para testar a hipótese, os pesquisadores mediram as reações de voluntários à dor – por exemplo, colocando uma sacola de gelo sobre o braço para medir quanto tempo eles aguentavam.


Depois, eles foram divididos em dois grupos – o primeiro assistiu a um vídeo de comédia de 15 minutos, e o outro assistiu a uma filmagem que os pesquisadores consideraram entediantes, como programas de golfinhos.


Quando foram novamente submetidos a dor, os que tinham dado gargalhadas foram capazes de suportar até 10% mais dor que antes de rir, indicou a pesquisa.


Já os que assistiram a programas entediantes foram menos capazes de suportar dor que antes de assistir ao filme.






Euforia


O coordenador da pesquisa, professor Robin Dunbar, acredita que uma risada incontrolável libera endorfina, uma substância química que não apenas gera certa euforia como atua como analgésico.


"É o esvaziamento dos pulmões que causa o efeito", disse o pesquisador à BBC.


"É exatamente o que acontece quando alguém diz que riu até doer. Soa como uma experiência bastante dolorosa, e é a dor que produz o efeito da endorfina."


A pesquisa indicou que uma risadinha contida não basta; é preciso uma boa gargalhada para ter o efeito.

Além do quê, nem todos os programas de comedia têm o mesmo resultado. Humor bobo, tais como o de programas como Mr. Bean, e até mesmo do seriado Friends, parecem ser mais eficazes.

Já os monólogos de comediantes, no estilo stand-up comedy, não elevaram a tolerância dos voluntários à dor.


"Fico um pouco hesitante de dizer isso, mas tínhamos uma série de vídeos do (bem-sucedido comediante britânico) Michael McIntyre, que achávamos que teria um bom efeito. Mas acho que esse tipo de humor é muito cerebral para gerar grandes gargalhadas", disse Dunbar.





Praticante de risoterapia levantando o astral em campo de ioga na Índia







Efeito social


Os pesquisadores não mediram diretamente o nível de endorfina nos voluntários porque isto envolveria a extração de fluidos através de uma longa agulha – um procedimento que provavelmente geraria mau humor entre o grupo e influenciaria os resultados.


Para o professor Dunbar, a pesquisa pode ajudar a explicar o papel do riso no estabelecimento da sociedade humana, dois milhões de anos atrás.


Enquanto todos os primatas são capazes de rir, só os humanos são capazes de gargalhar e, portanto, liberar endorfina através do riso.


A teoria do professor Dunbar é que a endorfina favoreceu a criação de laços sociais entre os indivíduos da espécie.


"Neste estágio, quisemos mostrar que, sim, rir ativa endorfina. O próximo passo será avaliar se dar risadas realmente faz com que grupos fiquem mais próximos, trabalhem em equipe e demonstrem mais generosidade", disse o pesquisador.

Se este for o caso, poderia explicar porque, há 2 milhões de anos, as tribos de humanos uniam até cem pessoas, enquanto a de primatas de grande porte contemporâneos chegavam apenas à metade deste número.








Fonte: BBC - UK

quarta-feira, julho 06, 2011

Felicidade?

Ultimamente, nessa minha fase meio down, essa música tem me feito um bem danado...




Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz.
Sem tirar o ar, sem se mexer, sem desejar como antes sempre quis.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz.
Se chorar, chorar é vão porque os dias vão pra nunca mais.

Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
Dançar na chuva quando a chuva vem.

Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar.
Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.

Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
Dançar na chuva quando a chuva vem.




Linda!!!


Bjo,




Claudinha.

sábado, setembro 25, 2010

Gilles Lipovetsky - O filósofo do hiperconsumismo

Há quem não veja muito espaço, ou utilidade, para a filosofia em um mundo tão cheio de opções. Quando se trabalha tanto, quando se tem 170 canais a cabo, quando seu Twitter pia o dia todo no celular, quem tem tempo para duas horas diretas sobre a análise da paradoxal sociedade de hiperconsumo? Na noite de quarta-feira, pelo menos 140 pessoas tinham. Em um evento promovido pela Trip em parceria com o Manioca, o espaço de eventos do restaurante Mani, o filósofo francês Gilles Lipovetsky falou a uma plateia de convidados sobre sua interpretação da sociedade de nossos dias.

O professor Lipovetsky é dos mais relevantes e provocativos pensadores da cultura contemporânea. Analisando alguns dos fenômenos mais importantes das últimas décadas, ele esbarra em temas que normalmente passam longe dos olhos dos filósofos: marcas, luxo, consumismo, redes sociais e as consequências emocionais de um mundo pós-pós-moderno. Uma época que ele batizou como hipermoderna se manifesta mais claramente no que Lipovetsky chama de hiperconsumismo. Um termo que pode enganar... hiperconsumismo não significa exatamente consumo exagerado, compulsivo. É algo mais sutil, e mais relevante, do que frenesis em shopping centers. Trata-se de uma mudança crucial no padrão e nas motivações do consumo humano.


Culto às marcas

De acordo com Gilles, “a sociedade de consumo, comumente definida a partir do fim da Segunda Guerra Mundial, era definida pelo consumo semicoletivo. A família comprava bens para o uso coletivo em casa. Uma TV, um carro, uma linha telefônica eram itens de desejo e status”. O que se vê a partir dos anos 70, mas que acelerou vertiginosamente a partir dos anos 80, sob a tutela americana de Ronald Reagan, foi o consumo dirigido quase que exclusivamente ao indivíduo. “Uma TV, um carro, um telefone por pessoa. E mais do que isso. Um culto às marcas e um desejo coletivo, que transcende classes sociais, por artigos e símbolos que denotem luxo.” Tudo, de acordo com Lipovetsky, para adular o indivíduo que volta suas paixões para si mesmo, seu ego e seu conforto, em um mundo de ideologias coletivas arruinadas.

"Vivemos em uma sociedade paradoxal,
que não se equilibra facilmente
entre o materialismo e a espiritualidade"


O professor analisa como esse fenômeno transformou as marcas em entidades onipresentes e como essa prioridade ao indivíduo serve aos interesses competitivos do mercado – e moldou, assim, uma nova cultura no trabalho, que demanda mais investimento emocional das pessoas e que contribui para o muito bem conhecido nível de ansiedade, tristeza e venda de antidepressivos neste começo de século. E é aí, através dessa infelicidade hiperconsumista, que Gilles faz sua mais contundente análise. A da relação entre felicidade e nossos hábitos. Entre a obsessão em produzir sensações constantes de bem-estar e boa autoestima com nosso estranho fracasso em obtê-los mesmo em um mundo em franco progresso.

Brasil, um laboratório exemplar

“Trocamos o status pelo consumo como uma experiência emocional. E não acho isso necessariamente ruim. O problema é que o consumo e o mercado se tornaram objetivos em si. E não existe felicidade dentro de um paradigma egoísta, individualista e fora das relações humanas”, vaticina diante da heterogênea plateia. Esportistas de ponta como o big rider Carlos Burle e o snowboarder Felipe Mota, empresários como Álvaro Coelho da Fonseca, João Paulo e Pedro Paulo Diniz, artistas como Fernanda Lima, publicitários como Marcelo Serpa, João Farkas e Fran Abreu, são apenas alguns nomes que lotaram o espaço Manioca. Ouvidos diversos e atentos às palavras do professor: “Vivemos em uma sociedade paradoxal, que não se equilibra facilmente entre o materialismo e a espiritualidade. Entre a ideia bem difundida de que a felicidade é uma conquista interna e a projeção de nossos desejos em objetos e marcas.”

E se é o paradoxo que melhor define os tempos hipermodernos, para Gilles o Brasil é um laboratório exemplar para suas teses. “A enorme distância entre as classes e uma cultura que congrega tantos elementos consumistas e espirituais, que se inseriu de modo muito acelerado na sociedade de consumo, faz do Brasil um lugar muito significativo, onde a análise que proponho está clara”, ele diz em resposta a uma pergunta da plateia no fim de sua exposição. E conclui sua complexa coleção de argumentos com uma posologia mezzo filosófica, mezzo espiritual. “Precisamos criar novas paixões para conter a paixão consumista. Oferecer objetivos para mobilizar emoções além do consumo. O mercado não é ruim. Mas o culto do mercado apenas é o demônio”, pregou o papa da hipermodernidade.




Fonte: Revista Trip

domingo, agosto 01, 2010

Sugestão de filme...

Flashback of a fool - Reflexos da Inocência




(Em primeiro lugar, aperte o pause do player do blog na sidebar e clique no player do vídeo aqui.)


O filme é muito bom. A direção é sensível, e com isso fez com que as atuações rendessem bastante. O Daniel Craig está excelente.

Esse trecho do filme é mágico e traz uma música que é pura nostalgia...


Roxy Music - If there is something


I would do anything for you
I would climb mountains
I would swim all the oceans blue
I would walk a thousand miles
Reveal my secrets
More than enough for me to share
I would put roses round our door
Sit in the garden
Growing potatoes by the score
Shake your hair girl with your ponytail
Takes me right back (when you were young)
Throw your precious gifts into the air
Watch them fall down (when you were young)
Lift up your feet and put them on the ground
You used to walk upon (when you were young)
Lift up your feet and put them on the ground
The hills were higher (when we were young)
Lift up your feet and put them on the ground
The trees were taller (when you were young)
Lift up your feet and put them on the ground
The grass was greener (when you were young)
Lift up your feet and put them on the ground
You used to walk upon (when you were young)


Espero que goste...



Bjo,



Claudia Pinelli.





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sexta-feira, julho 23, 2010

Miloca e aumiguinhos...




Essa é a minha filhotona, Milla, Miloca, Milocota.

Desfrutem de toda sua graça, simpatia, beleza e charme!!



Bjo,


Claudinha.



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Omnes Angeli

sábado, julho 10, 2010

Save the date - Site criado para o casamento da Elle




Tenho quatro irmãos. Sou a filha caçula, nascida 14 anos após o meu irmão mais novo.



Composição


Sempre fui a mascotinha, a menininha no meio dos homens.

E cresci assim.



Convite do Chá de Lingerie



Composição




Quando tinha cinco anos, meu primeiro sobrinho nasceu, Jorginho, que hoje já fez a proeza de me dar um sobrinho-neto!




Composição
Depois dele, vieram mais cinco:

Emanuelle.





Convite do Casamento

Igor.

Priscila.


Convite do Casamento





Clara.

Manoela.


Composição



Vi todos eles se graduando em Relações Públicas, Direito, Fonoaudiologia, Odontologia, Engenharia de Minas, respectivamente...



Composição



Fiquei super feliz em todos esses momentos, mas nada foi tão emblemático para mim quanto o casamento de Emanuelle, ontem, dia 10 de junho de 2010.


Broche e Prendedor dos Padrinhos



Composição


Creio que só agora, depois de ver minha sobrinha mais velha entrar na igreja e ali, no altar, perante o queridíssimo Pe. Edson Baraúna, nosso tio; diante de seus pais, Dinho (meu irmão) e Teresa; de mim, de Júnior, dos demais padrinhos; e de todos os convidados, dizer sim a Renato, seu noivo e parceiro há tantos anos...






Composição


Aí sim, acho que a ficha caiu de uma vez!



Detalhe do broche da Madrinha



E uma imagem bem nítida começa a piscar na minha mente:



Prendedor do padrinho



Estou ficando velha...




Composição


Foi como um outro divisor de águas em minha vida.





Detalhe da lembrancinha do chá de cozinha (o café é referência ao sobrenome do noivo)




Detalhe da lembrancinha do Chá de cozinha




Antes do casamento de Elle - Juventude / Depois do Casamento de Elle - Maturidade.



Bjo,



Claudinha.


domingo, julho 04, 2010

Semana Papo de Gaita com H30 e Convidados



Se você vai estar em Salvador na semana de 10 a 16 de julho, não poderá perder esse evento de blues em que o H30, o Harmônica Trio, uma banda completa com baixo, bateria, guitarra e teclado, mas com um diferencial: 3 gaitistas na linha de frente, lembrando o naipe de metais de uma Big Band, traz como convidados alguns músicos mais que especiais.

Além dos shows, ocorrerão workshops sobre a Gaita, uma grande chance para aqueles que possuem curiosidade e dúvidas sobre o instrumento.

Serão 3 dias e 4 eventos, todos em Salvador.

É garantia de boa música e diversão.






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segunda-feira, junho 21, 2010

Contato com cães libera hormônio ligado ao amor



Experiências vividas com cachorros liberam a oxitocina, hormônio da paixão e da amizade

Adotar um cão como animal de estimação é semelhante a ter filhos, afirmam cientistas. As experiências emocionais vividas pela companhia dos cachorros são equivalentes às da paternidade, segundo aponta uma pesquisa publicada na última edição da revista Hormones and Behaviour. As informações são do jornal britânico Telegraph.

» Confiança depende de fator químico
» Infidelidade feminina pode ser hormonal
» Hormônio feminino está ligado ao poder

Os pesquisadores descobriram que quando donos de cachorros brincam com os animais, liberam um hormônio ligado à sensação existente no cuidado infantil. Chamado de oxitocina, o hormônio está associado ao sentimento de amor, amizade e paixão, atenuando o estresse e a depressão.

A descoberta foi feita por estudiosos da Universidade de Azuba, no Japão, que recrutaram 55 pessoas. Os voluntários tiveram os níveis de oxitocina da urina analisados 30 minutos após brincarem com seus animais de estimação.

Os cientistas também verificaram a influência do contato visual dos proprietários de cães na liberação do hormônio. Nos testes, metade dos voluntários permaneceu cerca de 20 minutos sem poder olhar diretamente para seus bichos, Em seguida, eles puderam olhar nos olhos dos seus animais.

Após o experimento, os cientistas constataram que o nível de oxitocina dos voluntários havia aumentado em cerca de 20% apenas dois minutos e meio após voltarem a ter contato visual com seus bichinhos.

Com base na avaliação, Takefumi Kikusui - que realizou a pesquisa em parceria com o biólogo Miho Nagasawa -, disse que um aumento no nível do hormônio poderia explicar porque brincar com cães pode melhorar o humor e até mesmo atenuar os sintomas de ansiedade e depressão.

Acredita-se que a oxitocina pode ter desempenhado um papel fundamental na domesticação de cães e lobos, cerca de 15 mil anos atrás. "A razão que me fez essa investigação é porque eu sou um grande amante de cachorros e senti que algo muda no meu corpo quando eu estou em contato com meu cão", afirmou Kikusui.

"Talvez durante o processo evolutivo, seres humanos e cães tenham vivido juntos para compartilhar experiências sociais, tais como o contato visual e gestual. É por isso que cães podem adaptar-se à sociedade humana", complementou o cientista.

Um estudo anterior descobriu que os seres humanos aumentam os níveis de oxitocina ao olharem para fotografias de pessoas queridas com mais freqüência.

Fonte: Redação Terra





Para quem conhece cães e teve a honra de dispor de sua companhia durante toda a vida, o texto acima não diz nenhuma novidade!


Bjo,


Claudia.






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sexta-feira, maio 14, 2010

Uma noite de sonho com a Neojibá!


Foto: Neojibá


Hoje fui ver, no TCA, um concerto da Neojibá, Orquestra Juvenil 2 de Julho, com direção musical do maestro Ricardo Castro. Infelizmente fico devendo o nome do regente.

Uma apresentação simplesmente Arrebatadora e Inesquecível!

Mas como estamos na Bahia, e aqui nada se faz sem a presença do axé ou dos seus músicos mais representativos, uniram com essa sensacional orquestra, o percussionista Carlinhos Brown.

Nada contra o Brown, e em princípio, achei que ele iria levar para o encontro o que sabe fazer melhor, tocar percussão.

Primeiro tocou a orquestra. Maravilhosa! E eu, como é de costume, chorei copiosamente numa dos movimentos. Depois de uma viagem linda pelo mundo dos duendes (não me pergunte o porquê, mas numa das músicas, me vi transportada para um lugar lindo, cheio de duendes), entra um pequeno palco, com um timbal colorido, e logo após ele, Carlinhos Brown. Como já disse, achei que seria o encontro do melhor de cada uma das partes.

Mas isso não aconteceu. O pequeno palco de Mr. Brown ficou quase que de enfeite, pois ele cantou(?), tocou violão(?), fez três rodas de aço girarem no palco(?), puxou o saco descaradamente do governador, enfim, um show man(?), mas afinal, e a percussão? Esta se restringiu a uns batuques bem tímidos ao final da apresentação. Sinceramente, não estava muito a fim de ver o Brown cantor, nem o Brown violonista, e muito menos o Brown malabarista. Mas foi o que rolou. Infelizmente.

Até entendo a intenção de unir a Neojibá com Carlinhos Brown, mas devo confessar que me perguntava o tempo todo o que ele estava fazendo ali.

Se a idéia era unir o erudito ao popular, creio que a Neojibá em si já bastava, pois eles mesmos conseguiram sozinhos dar um toque popular e particular ao espetáculo.

A Neojibá tocou obras lindas como: Candide Overture, de Leonard Bernstein¹, Huapango de José Pablo Moncayo², Kabbalah de Marlos Nobre³ e Suíte Estância de Alberto Ginastera*.

Mas ao mesmo tempo, tocaram também clássicos do cancioneiro nacional como Tico-tico no fubá, de Zequinha de Abreu e Asa Branca, obra-prima de Luís Gonzaga, em arranjos magníficos.

E como um plus, os músicos, enquanto estão tocando, fazem uma perfomance divertida de coreografias bem populares durante a apresentação.

A Neojibá mantem uma dinâmica original e interessante durante o concerto. Atrela música de primeira, uma correta escolha de repertório com músicos excepcionais e que ainda dançam! Ao estilo das melhores Orquestras juvenis, como a de Caracas, que pode ser vista no vídeo 4 abaixo.

Os jovens da orquestra tocam como gente grande. Nem sei se deveria escrever isso, pois muitos deles já são alunos da Faculdade de música da UFBA. Mas que soe como um claro elogio, nada além disso.

Enfim, o show foi muito bacana, e saí de lá encantada com essa Orquestra juvenil que de jovens só tem a faixa etária dos músicos, pois parecem velhos profissionais que por sua vez já podem se comparar a titulares de grandes orquestras do mundo.


Parabéns a eles!


Bravíssimo!




P.S. A apresentação deles, junto com Carlinhos Brown e o coral Água viva, no Teatro Castro Alves, fez parte da comemoração dos 39 anos da EMBASA (Empresa Baiana de Saneamento).






Uma canja da Neojibá:

Vídeo da Neojibá (2 de Julho Youth Orchestra under Ricardo Castro in July 2008) executando L'Oiseau de Feu de Igor Stravinsky - 2 de Julho Youth Orchestra under Ricardo Castro in July 2008



Aqui estão os vídeos das obras citadas acima:


¹ Candide Overture, de Leonard Bernstein, London Symphony Orchestra Regência: ele mesmo



² HUAPANGO de José Pablo Moncayo, Berlin Philarmonic, Regência: Plácido Domingo




³ Kabbalah de Marlos Nobre, Academic Orchestra of The Winter Festival of Campos do Jordão Regência: Roberto Minczuk




* Suíte Estância de Alberto Ginastera, Orquestra Iberoamericana de Caracas Regência: Gustavo Dudamel







E para os soteropolitanos e/ou quem estiver por aqui na ocasião, dia 30 de maio de 2010, domingo, a Neojibá tocará no TCA, a 1 real!


Recomendadíssimo!


IMPERDÍVEL!


Beijo,




Claudia Fernandes.







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Prosaicos Poemas

sexta-feira, abril 30, 2010

Estava precisando ver um troço desse...





Uma injeção de riso fácil. Ah, como eu estava precisando disso neste momento...



Espero que curta também.



Claudia Fernandes.






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Prosaicos Poemas

segunda-feira, abril 05, 2010

Viva a Temporada das Flores!


Letra e música - Leoni


Só quem já esteve mergulhada em sombras, saberá entender o real sentido dessa música.

Só quando você já esteve lá, bem no fundo, e voltou à tona, percebe a maravilhosa sensação de enxergar o mundo em cores de novo.

E tudo então parece estar na Temporada das Flores.



Bjo.


Claudia Pinelli.





Letra:

Temporada Das Flores - Leoni


Que saudade agora me aguardem,
Chegaram as tardes de sol a pino,
Pelas ruas flores e amigos,
Encontro vestindo meu melhor sorriso,
Eu passei um tempo andando no escuro,
Procurando ñ achar as respostas,
Eu era a causa e saída de tudo,
Eu cavei com um túnel meu caminho de volta.

Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno a vida em cores,
Espera amor nossa temporada das flores.

Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno a vida em cores,
Espera amor nossa temporada das flores.

Eu te trago um Milhão de presentes,
Que eu achava que já tinha perdido,
Mas estavam na mesma gaveta,
Que o calor das pessoas e amor pela vida,
Me espera estou chegando com fome,
Procurando cambiar alma pra as flores,
E quando ouvir alguém falar no meu nome,
Eu te juro que pode acreditar nos rumores.








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Prosaicos Poemas

domingo, março 07, 2010

Melhor vídeo de apoio ao uso do cinto de segurança ever!!



Bjo,


Claudinha.
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Minha família

My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.