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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



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sábado, julho 26, 2014

Como justificar o injustificável?



Para quem quer justificar o massacre de Israel na Palestina com a "não aceitação de um cessar-fogo pelo Hamas":

Israel = Estado = Governo eleito democraticamente = representa o israelense = responde perante tribunais internacionais.

Hamas = um grupo (semelhante a um partido), fanático religioso, com um braço militar, que comanda, de forma tirana, uma região, a Faixa de Gaza. Não representa o palestino. Considerado por muitos como um grupo terrorista.

Dá para comparar as responsabilidades?





Bjo,




Claudia.

sexta-feira, julho 25, 2014

É sério, embaixador?



Como levar a sério um embaixador que, ao ter o ataque (desproporcional sim) do seu país contra a Palestina criticado por outro país (no caso, o Brasil), responde:

"Desproporcional foi levar de 7 a 1"??

Ele estava querendo levar humor ao assunto, já tão cruel e desumano, é isso?

Ou é apenas um imbecil mesmo?

Um EMBAIXADOR que compara ataques bélicos cujo poder letal tem ceifado a vida de crianças e mulheres a um jogo de futebol precisa ser exonerado por justa causa IMEDIATAMENTE.

Porque, né...





Bjo,



Claudia.

quinta-feira, julho 24, 2014

#Cansada




Caso alguém perceba que estou começando a ficar menos contestadora ou didática do que antes, saiba que não é porque deixei de ser assim, e só cansaço mesmo.

Apenas cansei de, como dizia minha mãe, dar soco em ponta de faca.

Cansei de bater sempre de frente contra argumentos preconceituosos, mal informados, sem conteúdo ou forma, classistas, vira-latas (ainda uso esse termo por falta de outro), elitistas, desconexos, machistas, vingativos, etc.

Não, não, os donos desses argumentos não têm culpa alguma. A culpa é toda minha. Reconheço.

Querer dialogar com árvores?

Fazer-se entender a qualquer custo?

Enriquecer o debate falado em outra "língua"?

Eu e meu eterno didatismo utópico...

Que continuem achando que informação é conhecimento e acreditando que sabem tudo porque leram numa péssima revista ou viram no JN. Está certo também. Não está?

Vou começar a virar as costas, fechar os ouvidos...

Mas, nesse caso, e porque sou uma pessoa extremamente generosa, me reservo o direito de lhes desejar boa sorte no caminho escolhido.

De minha parte, tentarei, com todas as forças (porque não é fácil para mim) não me interpor entre essas pessoas, suas neuroses e/ou miopia acentuada.

Para esses propósitos, recomendo a consulta com um psicólogo ou oftalmologista (eu mesma já faço isso).

E que, nesse ínterim, possamos conviver da melhor maneira possível.

Eu aqui e lá eles!




Bjo,




Claudia.

sábado, março 29, 2014

BFF



Os EUA estão mais amiguinhos da Arábia Saudita do que nunca. Mas eles sempre estão em boníssima companhia, não é?

Só para clarear, a Sharia Islâmica aprovou uma lei que permite a "poligamia", ou na teoria deles, os homens poderão se casar com várias esposas, inclusive com crianças de apenas 9 anos de idade, e poderão fazer sexo com elas, mesmo sem consentimento.

Agora está na Lei!

E você aí, preocupadíssimo se vai ter ou não vai ter copa!




Bjo,




Claudia.

quarta-feira, março 26, 2014

Não enrole, fale...





"Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria linguagem, você atinge seu coração."



Nelson Mandela




Sempre pensei dessa forma, e por agir assim, quando, em um período de minha vida, lecionei para adultos no noturno, cheguei a ser criticada por colegas que acham super bacana falar difícil e, na verdade, não dizer absolutamente nada!

Só falo "difícil" quando preciso e se quiser.




Claudia Fernandes.

quinta-feira, novembro 03, 2011

ANÁLISE SOCRÁTICA DOS TEMPOS ATUAIS




Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: "Não foi à aula?" Ela respondeu: "Não, tenho aula à tarde". Comemorei: "Que bom; então, de manhã, você pode brincar, dormir até mais tarde". "Não", retrucou ela, "tenho tanta coisa de manhã..." "Que tanta coisa?", perguntei. "Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina", e começou a elencar seu programa de garota robotizada.


Fiquei pensando: "Que pena", a Daniela não disse: "Tenho aula de meditação!" Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.


Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.


Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: "Como estava o defunto?". "Olha uma maravilha, não tinha uma celulite!"


Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa? A palavra hoje é "entretenimento"; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.


Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: "Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!"


O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor.


Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, autoestima, ausência de estresse.


Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping Center.


É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...


Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas.


Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno...


Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...


Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: "Estou apenas fazendo um passeio socrático." Diante de seus olhares espantados, explico: "Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:"- "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz !"


Frei Betto






Perfeito!





Bjo,






Claudinha.

quinta-feira, junho 02, 2011

O que se come em 1 semana em alguns lugares do mundo!

Vejam o tamanho da família, a dieta alimentar de cada país, a disponibilidade de alimentos e a despesa com comida, em 1 semana.



1 - Alemanha:

Família Melander de Bargteheide.

Despesa com alimentação em 1 semana: 375.39 Euros / $500.07 dólares.







2 - Estados Unidos da América:


Família Revis da Carolina do Norte.


Despesa com alimentação em 1 semana: $341.98 dolares.







3 - Italia:


Família Manzo da Sicília.


Despesa com alimentação em 1 semana: 214.36 Euros / $260.11 dolares.





4 - México:


Família Casales de Cuernavaca.


Despesa com alimentação em 1 semana: 1,862.78 Pesos / $189.09 dólares.





5 - Polônia:


Família Sobczynscy de Konstancin-Jeziorna.


Despesa com alimentação em 1 semana: 582.48 Zlotys / $151.27 dólares.






6 - Egito:


Família Ahmed do Cairo.


Despesa com alimentação em 1 semana: 387.85 Egyptian Pounds / $68.53 dólares.






7 - Equador:


Família Ayme de Tingo.


Despesa com alimentação em 1 semana: $31.55 dólares.






8 - Butão:


Família Namgay da vila de Shingkhey.


Despesa com alimentação em 1 semana: 224.93 ngultrum / $5.03 dólares.






9 - Chade:


Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing.


Despesa com alimentação por semana: 685 Francos / $1.23 dólares.






Precisamos mesmo de tudo o que temos?







Bjo,



Claudinha.
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Minha família

My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.