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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



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sábado, outubro 25, 2014

Se Minas disse não...



Eu vejo algumas pessoas, agora se posicionando pró-Aécio, que de desinformadas não têm nada.

Elas já entenderam tudo direitinho.

Sabem o que a mídia manipuladora faz com as pessoas que não rezam pela sua cartilha; conseguiram enxergar que o PSDB é o primeiro partido na lista de envolvidos em casos de corrupção e da Ficha Suja; que Minas disse "Não" a Aécio e ao PSDB em alto e bom som; que votar neste candidato com um currículo tão desabonador como deputado, senador e governador (e que apesar de ser o porta-voz da meritocracia, já ocupou alguns empregos por indicação) é um retrocesso imenso. E já não tem mais como negar os fatos.

Elas sabem disso.

O único problema agora é o orgulho. O velho "não vou dar o braço a torcer. Vou até o fim."

Uma pena.

Uma mudança de opinião digna, honrosa e fundamentada é sempre muito mais respeitável do que o erro baseado no orgulho.



Claudia Fernandes.

sexta-feira, outubro 24, 2014

Coerência para quê?

Vejo gente, que foi a favor da invasão do Instituto Royal (eu fui também), que achou lindo pessoas gritando "VTNC" para uma presidente num estádio da Copa (achei vergonhoso) e que achava super legítimas as quebras de bancos pelos black blocs (sempre fui contra), indignada com a sujeira que os protestantes contra a criminosa Veja deixaram no chão em frente à Editora Abril.

Coerência para quê, não é?

Isso é um luxo para poucos.


Só observando...

"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."




"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."


Joseph Pulitzer

quinta-feira, outubro 23, 2014

Eu...

 
 
 
Eu sou mulher, virginiana e sobretudo, muito difícil de ser convencida (quem é mais próximo a mim, sabe bem...)
Desde muito cedo, encontrei, na imensa curiosidade sobre tudo, a mola propulsora para a leitura, ferramenta que sempre me ajudou a ter um discernimento mais apurado e um posicionamento muito firme e pessoal a respeito do mundo.
Todo assunto pelo qual mantenho interesse, me leva a pesquisas incansáveis, inúmeros questionamentos e muita, muita informação, para que, e ...só depois de muita maturação e convencimento, de fato, venha a formar uma opinião.
Chegando a essa opinião, sempre defendo meus pontos de vista de forma apaixonada mesmo. Sou dessas. Não consigo ser blasé.
Política é um desses assuntos.
Quando comecei a trabalhar, aos 14 anos, e como os jornais que o meu pai lia não me bastavam, fiz minha primeira assinatura: A Folha de SP (seguida da finada revista Bizz, claro). Mas quem, aos 14 anos gastaria parte de seu salário com uma assinatura de um jornal? Euzinha.
Política sempre me interessou muito e leio tudo que posso para ter a noção mais exata possível do que, na realidade, acontece. Não essa realidade mascarada pela mídia e plantada, criminosamente, nas mentes das pessoas que parecem ter preguiça de ir além.
Se não gosta de política (de animais, de direitos humanos, fotografia, poesia, música, cinema e muitas outras coisas) e se não gosta de formas apaixonadas de posicionamento, só lamento, mas acho que não deveria me seguir.
 
 
Um beijo.
 
 
 
Claudia Fernandes.

terça-feira, outubro 07, 2014

Esse FHC é um pândego...


 
 
 
FHC anda fumando muita maconha mesmo...
Esqueceu que Minas Gerais votou em peso na Dilma e os mineiros ainda escolheram um governador do PT!
Eles não são burros e desinformados também?

Não, claro, afinal Minas não é Nordeste, é Sudeste.
Aham...
 
 
 
Sem mais.
 
 
Claudia Fernandes.

quinta-feira, junho 26, 2014

Menos...



Será que quem se sentiu tão ofendido com a fala do Eduardo Bueno sobre o Nordeste realmente assiste ao programa ou está repetindo algo fora de contexto como está muito na moda ultimamente ou ainda é só porque o programa é de uma empresa da Globo? 

Porque, respeito quem assistiu ao programa e se ofendeu, mas, apesar de ser bem fraco, assisto sempre (por causa do Xico Sá), sei que o tom é de "esculhambação" (Xico e ele se sacaneiam o tempo todo) e, sinceramente, não me ofendi com nada.

O que existe e muito é um exagero absurdo e uma mania de policiamento que estão ficando chatíssimos.

Mas ok, qualquer um pode se ofender e mostrar sua indignação... 

Respeito de verdade.

Agora, será que outras pessoas também estão livres para poderem apenas não ter se sentido ofendidas? 

Ou isso por si só já as caracteriza como alienadas e mal intencionadas?

Não confundamos as coisas!

Uma coisa é não se sentir ofendido, outra muito diferente é, porque não se sentiu ofendido, pensar que quem se ofendeu está errado ou que deve este pedir desculpas ao "ofensor".

Menos, galera...

P.S. Sou baiana e nordestina. Tenho orgulho disso. E sei dizer muito bem quando sou ofendida. Não foi o caso.





Claudia Fernandes.

sábado, junho 14, 2014

Postei no Facebook:






"Não gosta da Copa e de toda essa alegria envolvida? Também pensa que essa alegria do futebol é diferente e menos cool do que a alegria, de por exemplo, assistir ao show de uma orquestra sinfônica? 

Acha que futebol é coisa de gente burra? (sério?)

Odeia a Dilma, acha que não vive numa democracia, que o PT é comunista [sic] e achou o máximo aquelas pessoas mal educadas berrarem para a presidente: VTNC?

Acha um saco posts sobre animais?

Acha poesia uma coisa chatérrima? E que rock é música do capeta?

Como sou uma pessoa mega gente boa, devo avisar que esta página não vai lhe ser nem um pouco agradável.

Mas ela é minha e falo sobre o que eu quiser e considerar relevante; aceito, com bom humor, qualquer tipo de discordância, desde que civilizada, mas repudio, veementemente, comentários grosseiros em meus posts e nunca me furtarei a respondê-los devidamente e de, no caso de reincidência (o que só aconteceu uma vez), bloquear o dito cujo.

Caso responda sim a várias das perguntas acima, só posso lamentar por você ainda perder seu tempo por aqui...



Um beijo."




Vale para o blog também.

segunda-feira, abril 07, 2014

LollaPalooza



Assistindo ao LollaPalooza, fiquei pensando aqui com meus botões (?)...

O legal de festivais é ver a diversidade que eles podem proporcionar e as várias faixas etárias que abrangem.

Vi artistas que achei fracos, ex.: Ellie Goulding; uns bem mais ou menos, como o Vampire Weekend (achei que era um cover do Paralamas); artistas novos (Arcade Fire) e antigos (Pixies) bons ou muito bons, mas que nãoconseguem e que já não conseguiam me tocar; e bandas que me fizeram voltar no tempo e me emocionar, como Johnny Marr tocando There is a light that never goes out lembrando sua antiga banda, The Smiths, e New Order com Bizarre Love Triangle.

E fiquei elocubrando...

Música é a coisa mais fantástica que existe. Algo mágico mesmo, sem discussão.

Quando era adolescente e chorava ao ouvir The Smiths ou gritava Sunday, Bloody Sunday bem alto, eu sempre ouvia (embora também amasse as bandas mais antigas) dos meus irmãos que ouviam Led Zeppelin, Rolling Stones, Black Sabbath, Ten Years After, Bob Dylan etc.: "Que merda! Vá ouvir rock que preste, Claudinha."

Que raiva que dava!

Música ou toca, atinge o emocional, remexe lá no fundo de verdade ou serve apenas para diversão, para dançar...

Só não dá para exigir que esse alvo seja o mesmo em todo mundo.

Se eu tivesse um filho que gostasse, por exemplo, de Ellie Goulding, e por mais que eu a achasse, chatinha, mais preocupada com o cabelo do que com o show, nunca o desrespeitaria, dizendo a ele que aquele som é ruim. Se ele canta junto e se emociona, é preciso respeitar isso, porque é um assunto muito sério.

Possivelmente, The Smiths ou U2, ou tantas outras bandas, cujos shows me arrebatam até hoje, não fariam o menor sentido para ele e o deixariam inerte.

Ou não.

Quem poderá saber?










Bjo,










Claudia.

domingo, abril 06, 2014

"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é..."




Se existe uma coisa triste de se ver é alguém que tem, visivelmente, uma pessoa como modelo de conduta, de vida mesmo; segue, praticamente, os mesmos passos dela, e NUNCA assume isso, nem abre seu coração dizendo ou deixando isso claro para ela e para todos.

Meus modelos sabem que são meus modelos.

Minha mãe foi e sempre será um modelo maior, e demonstrei e venho demonstrando isso, clara e cotidianamente, a ela e a todos que me conhecem, até hoje.

Meu marido é a pessoa mais íntegra, honesta, decente, simples e bondosa que eu conheço. Ainda não tive o prazer de conhecer um ser humano mais próximo da perfeição do que ele. É o meu maior modelo vivo.

Meu irmão Nené é um modelo de conduta, de superação e sensatez que sigo e sempre deixo claro para ele e em público.

Meus irmãos Dinho e Jorge são modelos de generosidade, caráter e desprendimento material e, sempre que posso, tento segui-los. Eles também estão cientes disso.

Procuro mostrar sempre minha admiração por todos eles.

É libertador...






Bjo,

Claudia.

terça-feira, abril 01, 2014

Você me conhece?




Realmente me impressiona a capacidade de algumas pessoas, mesmo sem fazerem ideia de quem as outras são, falarem com estas como se as conhecessem há tempos e já tivessem uma grande intimidade. 

Veja bem, se você não me conhece, dirija-se a mim como um estranho que, de fato, é.

Educação, tato, gentileza e o mínimo de conhecimento de Língua Portuguesa são requisitos indispensáveis.

Já fui de perder muito tempo tentando "educar" desconhecidos. Hoje, valorizo demais o meu tempo para perdê-lo com quem não tem nenhuma importância para mim. Só me dou ao luxo de tentar uma vez. Não captou a mensagem? Boa sorte!

Dica: primeiro, peça ajuda a seus pais, pois, pelo jeito, eles falharam no quesito educação doméstica; segundo, procure e pague por professores de Português, História, Filosofia, Ciências Políticas, etc. para aprender a argumentar sem usar o pobre expediente de personalizar o debate. Ah, e um de etiqueta também, por que não?

Com sorte, esse comportamento ainda pode ser remediado.

Fui clara?


Bjo,


Claudia.

sábado, março 29, 2014

BFF



Os EUA estão mais amiguinhos da Arábia Saudita do que nunca. Mas eles sempre estão em boníssima companhia, não é?

Só para clarear, a Sharia Islâmica aprovou uma lei que permite a "poligamia", ou na teoria deles, os homens poderão se casar com várias esposas, inclusive com crianças de apenas 9 anos de idade, e poderão fazer sexo com elas, mesmo sem consentimento.

Agora está na Lei!

E você aí, preocupadíssimo se vai ter ou não vai ter copa!




Bjo,




Claudia.

quarta-feira, março 26, 2014

Redução da maioridade penal?





Aonde iríamos acabar com a bobagem da redução da maioridade penal...

Essa ilustração é tão clara!

O que essa mulher precisa é de educação para conseguir um emprego; de educação para poder ter e dar uma vida decente para os filhos; de educação para não ter tantos filhos; e de educação para exigir mais educação de qualidade para seus filhos, a fim de que este ciclo continue com os filhos deles.

Creio que, dessa forma, os menores infratores seriam minoria.

Mas do jeito que as coisas estão, esta criança já nasce fadada a uma vida de miséria, falta de esperança, e possivelmente, de crime.

E já que é preciso dar uma "resposta para a população", é muito mais fácil reduzir a maioridade penal, prender um monte de criança junto com adultos, do que investir, de forma séria, em Educação.

Quem se importa? Se seu filho tem cama, casa, comida, roupa lavada, escola boa e ainda tem o carinho dos pais...

Essas outras crianças que se danem!



Claudia Fernandes.





P.S.: Recomendo o documentário Ônibus 174, o filme  Última Parada 174 e a leitura desse artigo: http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/03/em-rede-nacional-professora-desconstroi-aloysio-nunes-e-sua-reducao-da-maioridade-penal/#comment-15825 

terça-feira, março 25, 2014

Ditadura NUNCA MAIS!




Quem abomina a ditadura e acredita na democracia, seja ela incipiente ou consolidada, na verdade, defende o direito, até de quem apoia uma impensável intervenção militar, de expressar, livremente, essa opinião.

Afinal, essas pessoas não gritam seu apoio à intervenção na internet, alegando que já vivem numa ditadura [sic], não fazem micro marchinhas pedindo a volta da dita cuja, livremente?

Será que essas pessoas sabem, realmente, o que é uma ditadura? Pelo jeito, não.

E se fosse o contrário?

Você aí que sabe que a ditadura é uma merda, caso vivesse de fato numa, poderia falar isso, assim, na boa?

Só se quisesse dar um passeio sinistro no 
DOI-CODI, sigla de Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna, de onde provavelmente, nunca mais sairia vivo.

Numa ditadura, os opositores podem se expressar?

Até podem (rs), mas são sumariamente "desaparecidos" ou "suicidados". 

Super legal, não é?

Não!

Eu quero ser livre para expressar a minha opinião, mesmo que você não concorde. E vice-versa!



Obs.: Se não quiser "perder tempo" lendo sobre todo o período de trevas, faça um favor a si mesmo e leia apenas sobre o AI-5 e reflita.



Claudia Fernandes.

sexta-feira, março 21, 2014

Eu quero é solução!




Eu não sou PT, não simpatizo imensamente com a Dilma (apesar de ser um dos milhões que admiram o Lula) e acho que falta muito ainda para eu me considerar uma companheira, mas diga aí, pergunta simples e direta: 

quem seria melhor que ela nesse momento? 

Aécio? Se Lula bebe, esse cheira e não é pouco, não! Filhinho de papai, candidato de um partido todo dividido, para dar continuidade à antiga elite de merda no poder? Tô fora!

Marina? Porra, com um vice como Eduardo Campos? Sério?

O regime militar? A ditadura? Nem vou comentar essa imbecilidade.

Ciro Gomes? Dependendo do programa atual e o vice escolhido, seria o único que eu ainda pararia para refletir, porque gosto dele.

Mas vamos lá, quero nomes com partido! E justificativas plausíveis. Não gritaria histérica de reacionários amargurados porque perderam a mamata. Nem rebeldia anárquica infantil de quem acha tudo uma merda, mas nunca dá alternativas boas para ela.

Quero que você me convença.

Aliás, falando nisso, que partido, até o dia de hoje, fez mais para o povo que precisa de verdade, povo esse esquecido por TODOS os outros governantes, povo esse que passava fome, não tinha a menor chance de chegar à universidade e que, por falta de escolas técnicas, não conseguia um emprego sequer? Hein?

Todos os governos fizeram alguma coisa, claro, mas nem de longe algo tão importante para quem realmente precisa do governo!

Pensar só individualmente e olhar para o próprio umbigo não vale.

Ainda não está bom, existem muitas coisas para serem corrigidas no país, gostaria muito de poder ver mais alternância no poder, mas com os presidenciáveis que estão disponíveis, infelizmente, a coisa pode piorar e muito!

Por isso, até que surja algo melhor, prefiro e fico com o time que está ganhando de pelo menos 1 a 0.

Apontem aí, por favor!

Porque, né? Criticar todo mundo sabe fazer e muito bem. Eu quero é solução...



Claudia Fernandes.

sexta-feira, fevereiro 14, 2014

Implosão do eu iludido



Neste exato momento de minha vida, tenho refletido muito sobre um tema super importante, mas que só tinha feito parte da minha trajetória de forma teórica e filosófica, nunca na esfera pessoal, nem por observação próxima.

Nasci numa família basicamente masculina. Eram 5 homens: meu pai e 4 irmãos e apenas eu e minha mãe de mulheres.

Os homens da minha família sempre amaram profundamente as mulheres e sempre tiveram um respeito imenso por elas.

Meu pai cuidava da minha mãe como uma joia rara e meus irmãos nos traziam flores sempre que chegavam da rua.

Escolhi um homem para casar que nem deve saber o que a palavra machismo significa, pois entre nós nunca houve a menor distinção nesse sentido, pelo contrário, ele sempre manteve comigo a maior cordialidade e respeito possíveis.

Nunca tive que conviver com esse problema na escola, nem na universidade, pois em Letras, os alunos eram, em sua grande maioria, mulheres; e em Direito era meio a meio, e as mulheres ainda conseguiam se sobressair.

Trabalhei em lugares onde não havia diferença entre os sexos na prática profissional.

Ou seja, é aquele assunto que você já leu, já discutiu (em tese) sobre ele, já o criticou ferrenhamente, mas nunca o vivenciou na pele.

Pois não é que depois de uma vida inteira, fui oficialmente apresentada a esse indigesto senhor?

E não poderia ter sido em um lugar mais inusitado: uma reunião de condomínio. Já detalhei esse fato em outro texto.

Para entender melhor o contexto, leia isso: Apelo-Desabafo



Neste momento, meu mundo tremeu. Pode até não ter sido o exemplo de machismo do mundo. Certamente não foi. Mas para mim, até ali, tinha sido o mais chocante.

Foi então que vislumbrei a terrível cena que tantas mulheres já tiveram o desprazer de presenciar.

Homens que acham que mulheres são seres inferiores, num condomínio de classe média alta, onde deveriam morar, supostamente, pessoas, pelo menos, esclarecidas, e o que é mais assustador, em pleno século XXI!

Homens que não admitem ser questionados por uma mulher (geralmente mais inteligente e culta do que eles) e que, por esse motivo, preferem as burrinhas e submissas.

O universo paralelo no qual eu vivia, implodiu em minutos. E só restaram questionamentos e desilusão (mea culpa).

Se fosse correto dizer que a homossexualidade é uma questão de escolha (no que não acredito, pois cada um é o que é), provocaria meus amigos gays dizendo que os entendia bem, pois homem é algo, realmente, prazeroso.

Mas que hoje, entendia bem mais minhas amigas lésbicas, pois tenho conhecido uns homens que são verdadeiros chutes no saco! (deles, é claro!)



E aí?


Alguma amiga teria um exemplo de machismo que tenha sofrido, assim, bem de perto?


Gostaria muito de saber, de verdade!


Os homens podem relatar alguma situação que tenham visto também, fiquem à vontade.




Bjo,





Claudia.

quarta-feira, fevereiro 05, 2014

Seja você! Mesmo que seja estranho...





Quer me imitar? 

Quer ser eu? 

Primeiro, você precisaria: 

1 - ser autêntica e original, coisa incompatível com uma cópia; 

2 - corajosa para expor, não fotos passeando no shopping, almoçando, jantando, mas sim suas opiniões, mesmo indo contra a massa e perdendo o status de "fofa", o que a maioria das pessoas tem medo; e 

3 - segura para sofrer todas as consequências que sofre quem não ri de tudo, não ama TODO MUNDO, nem bajula ninguém. 

Vai encarar? Claro que não, porque, definitivamente, nunca é fácil ser outra pessoa. 

Mas se ainda insiste, pelo menos, seja uma cópia decente. 

Coisa mais chata é perceber que os anos passam e a "perseguição" continua. 

Quer ser igual, mas não conseguir passar de uma cópia de péssima qualidade é de lascar. 

Ou assuma sua admiração por mim, que é antiga, notória (você acha que eu nunca percebi, mas só não falei, pois não era minha intenção te constranger), e me peça dicas (que daria numa boa), ou tente me superar. 

Uma cópia mal feita é o papel mais medíocre que um ser humano pode interpretar. 

Você pode fazer melhor. 

Ou será que não? 

Pronto, falei. 




Bjo,





Claudia.

quinta-feira, janeiro 30, 2014

Coxinha Caviar


+





Está acontecendo uma coisa bem engraçada.

Meus amigos bem reaças que acham que o PT é o único causador de todos os males brasileiros, acham que sou petista, comunista, etc.

Já meus amigos petistas, da ala bem de esquerda, me acham meio coxinha, pois questiono algumas ações do governo.

Gosto muito dessa coisa de ser intocável, imprevisível, pois a minha essência não está disponível para qualquer um.

Mas esclareço que não sou nem uma coisa, nem outra. 

Não me prendo a convenções, nem a partidos, muito menos a rótulos.

Quero estar livre para questionar, criticar e aplaudir quem eu achar que devo, sem estar engessada. Nem alienada por um lado, nem cega por outro.

Não gosto de ser escrava de nada que me aprisione. Sempre procuro ser livre e ter a minha opinião. Que, às vezes, vai comungar com os da esquerda e em outras, se afinará com os coxinhas.

Se eu estivesse disponível para rótulos, acho que seria:

"Coxinha Caviar".

Taí, curti. 

Coxinha caviar...

Pelo menos ficaria tudo englobado numa área mais gostosa e agradável, a gastronomia. Tanto a coxinha, quanto o caviar.

Será que existe uma gastronomia gourmet rústica?






Bjo,



Claudinha.

quarta-feira, janeiro 29, 2014

#chatiada




Será que só quando eu morrer (ou me suicidar), meus poemas vão ser admirados, divulgados, virarão algo cult, "coisa de gênio", como aconteceu com quase todos os outros poetas?

Porque não sou louca nem burra, posso ter escrito umas bobagens, claro, mas tenho poemas realmente bons.

Será que é uma regra? 

Não é cool gostar de poemas escritos por alguém que ainda está vivo?

É isso?


Bjo,



Claudia.

sexta-feira, janeiro 17, 2014

Qual o caminho?





O que eu penso, o que ele pensa ou o que você pensa sobre um assunto, isoladamente, não tem tanta importância assim.

Se eu pensar aqui, ele ali, e você aí, nossos pensamentos serão apenas meras abstrações, e não sairão da esfera intelectual.

Agora, se as ideias forem levadas para um debate, franco, organizado e respeitoso, com a finalidade de procurar caminhos para o problema central identificado, então passaremos do intelectual para o prático, e dessa forma, deixamos o abstrato e fincamos os pés no concreto, indo na direção de uma pacífica mediação de conflitos. 

Importante mesmo é esse debate entre os variados pensamentos, com respeito e civilidade entre os pensantes, para que, ao se tocar em questões consideradas melindrosas ou problemáticas, seja possível avaliar os fatos, descobrir intenções, discutir possibilidades, argumentar sobre o que não está tão óbvio e dialogar sobre os diferentes pontos de vista, de maneira racional e clara, sem rótulos ou preconceitos de qualquer espécie, para que assim, seja viável encontrar um caminho mais eficiente para uma razoável solução do assunto.

No dia em que começarmos a discutir, mesmo levando em alta consideração as nossas convicções pessoais (o que é algo natural, pois é muito difícil encontrar essa tal imparcialidade), somente os fatos e as ideias e pararmos de discutir pessoas, os diálogos serão muito mais ricos e proveitosos.

Quem sabe um dia?



Bjo,



Claudinha.

sexta-feira, janeiro 10, 2014

O que aprendi no Facebook





O que aprendi no Facebook: aquilo que faz sucesso mesmo, isto é, o que as pessoas "curtem" não são artigos realmente interessantes, questionamentos, provocações ou algo que traga alguma cultura para elas. 

Não estou dizendo que Facebook deve ser uma plataforma séria e sisuda, pelo contrário, critico isso.

Mas será que, de fato, nada de realmente relevante interessa às pessoas? Ou a coisa toda já virou um hábito completamente automático, e por vezes, uma obrigação para não parecer "out"?

Pode fazer uma pesquisa: as únicas coisas que dão ibope por aqui são amenidades despretensiosas. Notícias sérias, poesia, artigos sobre cultura, arte etc. passam batidos, sem a menor atenção dos transeuntes.

Será que é só isso mesmo ou será que eu estou viajando na maionese?


:)




Bjo,



Claudinha.
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Minha família

My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.