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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



terça-feira, novembro 16, 2010

Marcelo Adnet ironiza eleitores elitistas no Comédia MTV



Simplesmente hilário!! E genial...

Bjk,


Claudia Pinelli.





Todos os direitos reservados a MTV Brasil.

quarta-feira, novembro 10, 2010

Rastafarai!!!



Olha a cara dessa figuraça quando toca o Bob!!


Bjk,



Claudinha.

sábado, novembro 06, 2010

Essa falta de esperança...

(Texto original em inglês -Tradução livre feita por mim)



Achei esse texto engraçadíssimo, mas o melhor é essa pitada de melancolia.


Bjo.


Claudinha.

sexta-feira, outubro 22, 2010

Governo cria comissão para sustentabilidade de povos e comunidades tradicionais

Fotos: Internet/ Edição: Claudia Pinelli


Decreto será assinado sexta (22), no lançamento dos Encontros com as Culturas Populares e Identitárias

Grupos de pessoas que reivindicam seus territórios, tendo como referência sua ancestralidade e reconhecendo-se a partir de seu pertencimento. Este é o conceito para Povos e Comunidades Tradicionais, foco do decreto que o governador Jaques Wagner assina nesta sexta (22), às 19h, durante olançamento dos Encontros com as Culturas Populares e Identitárias, na Praça das Artes, Pelourinho. O decreto cria aComissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais (CESPCT), que atuará sob a presidência da Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi).

A CESPCT terá a missão de coordenar a elaboração e implementação da Política e do Plano Estadual de Sustentabilidade do segmento no estado da Bahia. A ação tem suporte no Decreto Federal 6.040, que institui a política de mesma natureza em nível nacional. Quilombolas, indígenas, povos de terreiros, comunidades de fundo de pasto, ciganos, marisqueiras e pescadores estão entre os grupos reconhecidos nesse perfil social.

Entende-se por povos e comunidades tradicionais, aqueles que ocupam ou reivindicam seus territórios, tendo como referência sua ancestralidade e reconhecendo-se a partir de seu pertencimento, baseado na identidade étnica e na auto-definição. O segmento é caracterizado também por conservar suas próprias instituições sociais, econômicas, culturais e políticas, línguas específicas e relação coletiva com o meio ambiente. Tais fatores são considerados determinantes na preservação e manutenção de seu patrimônio material e imaterial, utilizando práticas, inovações e conhecimentos gerados e transmitidos pela tradição.

Sobre os Encontros

A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) e a Fábrica Cultural lançam os Encontros com as Culturas Populares e Identitárias nesta sexta (22), às 19h, na Praça das Artes, Pelourinho. O evento reunirá manifestações culturais e artistas populares, além de pesquisadores e gestores do setor.

Os Encontros acontecem de 23 a 29 deste mês, no mesmo local, com apresentações, cortejos, shows, espetáculos e oficinas artísticas; além de debates sobre as políticas públicas, por meio de mesas temáticas com especialistas e rodas de prosa com Mestres das Culturas Populares.

O Ministério da Cultura patrocina a ação, que conta com o apoio do Governo do Estado da Bahia, através das secretarias de Promoção da Igualdade (Sepromi); de Educação (SEC); de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes); do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre).


Fonte: Portal Secult Bahia


Para saber mais sobre o assunto das comunidades negras da Bahia, principalmente a de Tijuaçu, Disitrito de Senhor do Bonfim, leia o Artigo escrito por Carmélia Aparecida Silva Miranda



Bjo,



Claudinha.


quarta-feira, outubro 20, 2010

Vamos disseminar positividade...



Caros Amigos

Nós que acreditamos no projeto de Dilma (ainda que tenhamos consciência que estamos longe de atingir o ideal), nós que temos plena convicção de que o Brasil melhorou com Lula (mesmo sabendo que ainda temos um longo caminho a percorrer), nós que sabemos quais os interesses do projeto Serra/FCH e sua turma,

NÃO PODEMOS CAIR NA CILADA DE RECEBER E-MAILS FALACIOSOS E FICARMOS REPASSANDO,

os quais devem ser deletados de imediato!

Uma palavra mentirosa dita e/ou repetida só gera negatividade, portanto vamos trabalhar utilizando ferramentas do bem, convencendo cada pessoa, cada amigo, cada vizinho, através de argumentos e ideias.

O Brasil hoje é outro País, só não enxerga quem não quer ver.

No PT tem muita gente que não presta, como em todo lugar, dentro de nossa casa tem gente que faz coisa errada, é do ser humano, não podemos nos esquecer que corrupção não é apenas uma prática dos nossos políticos, basta olhar ao nosso redor (ou para nós mesmos) e ver aqueles que furam filas, tentam se livrar de multas com propinas e contatos influentes, exploram empregada doméstica, querem pagar meia no cinema/teatro se passando por estudante, colam na prova, criam despesas fantasiosas para deduzir do IR, etc, etc.

Cabe a nós acreditarmos na mudança gradual de um país com 500 anos de problemas...

A corrupção ainda existe e é notória, mas hoje em dia vemos punições para as pessoas corruptas, e não me recordo de nada parecido durante o governo FHC (você se lembra de alguém que foi preso nesse período?).

Quem acha que um presidente será capaz de reverter nossa história pregressa em menos de uma década deveria revisar os fatos históricos do mundo e concluir que as mudanças não ocorreram tão rapidamente em nenhuma sociedade.

Vamos exercer nossa cidadania e praticar a tão conhecida ECONOMIA DE MALES!

Com certeza, Dilma oferece cem vezes menos perigo para Brasil do que Serra, vamos pensar positivo, caminhar devagar e confiante, é nessa corrente de energia que devemos entrar para então disseminá-la, uma energia de esperança, de amor ao próximo e de perseverança.

NÓS JÁ ASSISTIMOS AO FILME DE SERRA QUANDO ELE ERA O ATOR PRINCIPAL, A DIFERENÇA É QUE ELE AGORA QUER SER O DIRETOR.

Elmo Vaz.

(Com pequenas correções gramaticais de Claudia Pinelli Fernandes)




Esta posição é exatamente a minha, por isso resolvi postar esse email recebido por meu marido, Arnor Fernandes, enviado por um antigo colega da Embasa.

Para refletir...


Bjo,


Claudinha.

quinta-feira, setembro 30, 2010

CONVITE - FESTAS POPULARES DE SALVADOR

Estará em Salvador em Outubro e gosta de Fotografia?

Então não pode perder...

Bjo,


Claudinha.

A "menarca" do The Honkers!


The Honkers completa 12 anos de rock na véspera das Eleições e lança seu mênstruo musical em formato démodé numa festinha insana na praia.

Estão atrasados! Não foram 30 dias e nem 3 meses. É um hiato de mais de 3 anos sem lançar nada. Nem uma musiquinha no Myspace! A regra não faz parte do mundo dos Honkers, uma das mais farristas bandas baianas, que completa esse mês 12 anos de estrada e rock.

Os Honkers são conhecidos por suas performances extravagantes e muitas vezes bizarras. Sobretudo as de Rodrigo Sputter, que não raro, beiram a escatologia. Sputter, Brust e Thilindão tocam juntos desde antes do debut do grupo, no dia 3 de Outubro, véspera das Eleições de 1998, na festa “Cachaça indecente na casa de Brust”.

12 anos depois, o Coletivo Lapa–Pau-Miúdo convida alguns amigos para uma festinha nas areias da praia do Jardim de Alah. Amigos de longas datas como os paraíba-paulistanos Zefirina Bomba e os novíssimos camaradas de Camaçari, The Pivos; Pessoas Invisíveis, Charlie Chaplin, Mapache Man, Buster, O Terreiro, companheiros que se pode contar em todas as horas; e ainda aqueles amigos que não vemos há tempos, Hardrons, The Futchers, Os Fracassados do Underground.

Uma celebração típica do rock: shows insanos, suados, sujos, lascivos... tudo o que uma garotinha de 12 anos – que acabou de virar mocinha – não pode presenciar. Pode entrar areia? Pode. Vá por sua conta e risco. Good Fellas!

Assim é o rock: cru e sem cerimônia. Assim é o Rockfeller, festival entre amigos com lançamento do selo Entorte Discos e o seu primeiro rebento, Thirty-Six Hours. São 2 canções gravadas ao vivo com a veia mais Power Pop dos Honkers.

O single foi realizado em formato mini-CD com 4 opções de capa + encarte (design de Mauro Ybarros, 71.9609.4186) e custa R$ 5.

A tiragem de 100 disquinhos é parte do projeto do selo para lançamento em vinil de músicas garageiras dos Honkers ainda em 2010.

Rockfeller Festival – O underground move o mainstream.
Coqueiral Jardim de Alah
Grátis
Sábado, 2 de Outubro de 2010
15 horas
Zefirina Bomba, The Pivos, Pessoas Invisíveis, Mapache Man, Charlie Chaplin, Hardrons, The Futchers, Os Fracassados do Underground, O Terreiro, Buster, Fellas, The Honkers


Vai perder esse acontecimento?

Para ouvir o som da The Honkers


Bjo,


Claudinha.

sábado, setembro 25, 2010

Gilles Lipovetsky - O filósofo do hiperconsumismo

Há quem não veja muito espaço, ou utilidade, para a filosofia em um mundo tão cheio de opções. Quando se trabalha tanto, quando se tem 170 canais a cabo, quando seu Twitter pia o dia todo no celular, quem tem tempo para duas horas diretas sobre a análise da paradoxal sociedade de hiperconsumo? Na noite de quarta-feira, pelo menos 140 pessoas tinham. Em um evento promovido pela Trip em parceria com o Manioca, o espaço de eventos do restaurante Mani, o filósofo francês Gilles Lipovetsky falou a uma plateia de convidados sobre sua interpretação da sociedade de nossos dias.

O professor Lipovetsky é dos mais relevantes e provocativos pensadores da cultura contemporânea. Analisando alguns dos fenômenos mais importantes das últimas décadas, ele esbarra em temas que normalmente passam longe dos olhos dos filósofos: marcas, luxo, consumismo, redes sociais e as consequências emocionais de um mundo pós-pós-moderno. Uma época que ele batizou como hipermoderna se manifesta mais claramente no que Lipovetsky chama de hiperconsumismo. Um termo que pode enganar... hiperconsumismo não significa exatamente consumo exagerado, compulsivo. É algo mais sutil, e mais relevante, do que frenesis em shopping centers. Trata-se de uma mudança crucial no padrão e nas motivações do consumo humano.


Culto às marcas

De acordo com Gilles, “a sociedade de consumo, comumente definida a partir do fim da Segunda Guerra Mundial, era definida pelo consumo semicoletivo. A família comprava bens para o uso coletivo em casa. Uma TV, um carro, uma linha telefônica eram itens de desejo e status”. O que se vê a partir dos anos 70, mas que acelerou vertiginosamente a partir dos anos 80, sob a tutela americana de Ronald Reagan, foi o consumo dirigido quase que exclusivamente ao indivíduo. “Uma TV, um carro, um telefone por pessoa. E mais do que isso. Um culto às marcas e um desejo coletivo, que transcende classes sociais, por artigos e símbolos que denotem luxo.” Tudo, de acordo com Lipovetsky, para adular o indivíduo que volta suas paixões para si mesmo, seu ego e seu conforto, em um mundo de ideologias coletivas arruinadas.

"Vivemos em uma sociedade paradoxal,
que não se equilibra facilmente
entre o materialismo e a espiritualidade"


O professor analisa como esse fenômeno transformou as marcas em entidades onipresentes e como essa prioridade ao indivíduo serve aos interesses competitivos do mercado – e moldou, assim, uma nova cultura no trabalho, que demanda mais investimento emocional das pessoas e que contribui para o muito bem conhecido nível de ansiedade, tristeza e venda de antidepressivos neste começo de século. E é aí, através dessa infelicidade hiperconsumista, que Gilles faz sua mais contundente análise. A da relação entre felicidade e nossos hábitos. Entre a obsessão em produzir sensações constantes de bem-estar e boa autoestima com nosso estranho fracasso em obtê-los mesmo em um mundo em franco progresso.

Brasil, um laboratório exemplar

“Trocamos o status pelo consumo como uma experiência emocional. E não acho isso necessariamente ruim. O problema é que o consumo e o mercado se tornaram objetivos em si. E não existe felicidade dentro de um paradigma egoísta, individualista e fora das relações humanas”, vaticina diante da heterogênea plateia. Esportistas de ponta como o big rider Carlos Burle e o snowboarder Felipe Mota, empresários como Álvaro Coelho da Fonseca, João Paulo e Pedro Paulo Diniz, artistas como Fernanda Lima, publicitários como Marcelo Serpa, João Farkas e Fran Abreu, são apenas alguns nomes que lotaram o espaço Manioca. Ouvidos diversos e atentos às palavras do professor: “Vivemos em uma sociedade paradoxal, que não se equilibra facilmente entre o materialismo e a espiritualidade. Entre a ideia bem difundida de que a felicidade é uma conquista interna e a projeção de nossos desejos em objetos e marcas.”

E se é o paradoxo que melhor define os tempos hipermodernos, para Gilles o Brasil é um laboratório exemplar para suas teses. “A enorme distância entre as classes e uma cultura que congrega tantos elementos consumistas e espirituais, que se inseriu de modo muito acelerado na sociedade de consumo, faz do Brasil um lugar muito significativo, onde a análise que proponho está clara”, ele diz em resposta a uma pergunta da plateia no fim de sua exposição. E conclui sua complexa coleção de argumentos com uma posologia mezzo filosófica, mezzo espiritual. “Precisamos criar novas paixões para conter a paixão consumista. Oferecer objetivos para mobilizar emoções além do consumo. O mercado não é ruim. Mas o culto do mercado apenas é o demônio”, pregou o papa da hipermodernidade.




Fonte: Revista Trip
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Minha família

My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.