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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



segunda-feira, outubro 07, 2013

Efêmero...







Eu fico impressionada com o que certas pessoas de 40, 30 anos ou até menos estão dispostas a fazer para parecerem ter 20! Está virando uma insanidade generalizada.

Desistam! 

Vocês podem até driblar os próprios olhos, ou os do outro, mas ninguém consegue enganar o tempo, esse senhor implacável. Sem falar no ridículo que é o simples fato de querer ser o que não é. E na mentira que acabam se tornando.

Assumam-se como são! Seus defeitos são só seus, fazem de vocês seres únicos e isso é bárbaro! 

E além disso, cada idade tem a sua beleza. 

Saber conviver com essas mudanças diárias e retirar delas sempre o melhor que elas possam oferecer é o segredo de viver bem e serenamente.






Claudia Fernandes

sexta-feira, setembro 20, 2013




Sério mesmo, tenho total convicção de que sou bem mais feliz sendo uma pessoa sentimental, às vezes até infantil, do que uma arrogante e pretensiosa. 

Gosto de falar palavrão, de roquenrou ou qualquer outra música que me emocione, de animais, poesia, fotografia, maquiagem, esmaltes, de conversar, rir das minhas bobagens, de Arnor Fernandes e dos amigos mais legais, da simplicidade sofisticada, de autenticidade, mesmo com um preço bem alto a pagar, e ainda choro de saudade da minha mãe... 

Detesto quem não trata as pessoas de igual para igual, quem não gosta de bicho, quem quer parecer rico, ou inteligente quando, na verdade, não é.

Quase esqueci de dizer que adoro flores, incenso e velas...




Bjo,



Claudia Fernandes.

quinta-feira, setembro 19, 2013

Music & Me





"Ó música... 
Em tuas profundezas depositamos nossos corações e almas. 
Tu nos ensinaste a ver com os ouvidos 
E a ouvir com os corações..." 

Khalil Gibran 








Bjo,


Claudia Fernandes.

Lei não é a mesma coisa de Justiça!





Não podemos confundir Justiça com lei. 

Nem toda lei é justa ou legítima. 

Lembremos de que até mesmo regimes de exceção se basearam em leis que os legitimavam, mas nem por isso puderam ser consideradas justas. 

Se quisermos que a Justiça prevaleça, é preciso que leis melhores e mais justas sejam elaboradas.

Se quisermos que o Supremo (e que pelo menos aqui a justiça seja feita, é formado por um colegiado bem preparado e experiente, que precisa fundamentar os julgamentos e votos em princípios e leis materiais e processuais geralmente já estabelecidas, e que neste caso específico do mensalão, mostrou um equilíbrio louvável, uma vez que foram seis votos a favor dos embargos e cinco contra), julgue da melhor forma possível os casos que chegam até ele, precisamos fazer a nossa parte: votar melhor!

O problema não é o Supremo!

Sim, porque as leis nas quais esses doutos magistrados se baseiam para fundamentar seus votos já existem e foram criadas pelo Legislativo e não pelo Judiciário. Além do que nada ali deve ser julgado pura e simplesmente, de forma particular e arbitrária. E creio eu, com a minha mais pura ideologia, que esses homens não maculariam suas honras por questões políticas ou partidárias, até porque seus votos constarão dos autos "ad perpetuam rei memoriam".

Portanto, antes de reclamarmos da (in)justiça cometida, tomemos consciência de que a responsabilidade disso é somente nossa. E que, nas próximas eleições para o Legislativo, escolhamos votar em pessoas comprometidas com as questões do povo, que tenham ideias para melhorar a nossa vida como um todo e não a de uma pequena parcela da população.




Claudia Fernandes.

Eu e o mundo.





Preciso dizer mais alguma coisa?


Bjo,


Claudinha.

Light X Darkness






Em tradução livre seria: 

"Ninguém se torna iluminado imaginando figuras de luz, mas tendo consciência da escuridão." 


                                                                                                                      Carl Jung.

Gênio!



Bjo,


Claudinha.

quarta-feira, novembro 14, 2012

De repente, deu vontade de escrever.




De repente, deu vontade de escrever. 

Não por estar me sentindo bem ou em um momento fofo de minha vida, mas pelo contrário, estou passando por uma crise de depressão peso médio que se não posso chamar de "A pior da minha vida", também tem seus méritos sombrios de fazer tremer os mais incautos.

Como estou trabalhando em casa, isso, creio eu e meu psy, ajudou a iniciar um período de calmaria que foi se transformando em uma completa incapacidade de me mexer, de tomar iniciativas, de querer sair da cama, uma imobilidade sem fim.

Minha vida se tornou torrar dinheiro online na Sephora com perfumes, ver filmes e lutas da UFC na Sky, ler uma Vogue inteira em um dia, me aninhar com meus bichinhos e otras cositas mais sem a menor importância. Nem internet me interessa mais. Estou achando tudo tão chato e sem graça na rede. Tenho entrado tão pouco e saio bem rápido.

Só me alegro e saio dessa imobilidade atroz quando meu amor e fiel escudeiro, Júnior, está por perto. Não sei bem, mas muito mais por causa dele do que de mim.
Trabalho e faço tudo isso de madrugada, durmo o dia inteiro e quando a noite chega e com ela, Júnior, faço um pouco de conta que nada está acontecendo.

Acabei de me mudar para uma casa muito bacana, com jardim, piscina, banheira de hidromassagem e o escambal. Decorei-a todinha do meu jeito e, modéstia à parte, ficou lindinha. Até ganhei um carro novo. Ufa! 

Nunca fui a maior defensora da felicidade vazia, da ditadura da alegria, do "Está tudo ótimo". Mas cadê aquela pouca alegria que estava aqui? A disposição que eu tinha?

Sumiu. Não consigo encontrar. Nem uma sombra delas.

Quando minha mãe faleceu, ouvi muitas pessoas dizerem: "Com o tempo, melhora. Você vai seguir com sua vida." Acreditei. De verdade.

Mas quanto mais o tempo passa, sinto que minha vida perdeu o sentido, a motivação para tudo que eu fazia. Porque eu fazia tudo só esperando para ouvir a opinião dela.

Esse vazio não passou. Não melhorou, só piora. Não há uma trégua.

Sinto a falta dela, física mesmo.

Sou espiritualista, sei que ela não morreu, que hoje é um espírito, que deve estar bem, pois era uma pessoa maravilhosa em vida, sei disso tudo. Blá, blá, blá... Mas a falta é física, não tem nada de espiritual nisso. A dor que essa falta faz também. 

Ela não era apenas minha mãe. Ela era minha melhor amiga e confidente, para quem eu ligava 3, 4 vezes por dia para contar as novidades. Minha voz emudeceu.

Por exemplo, não faço questão de curtir meu carro, porque não posso levá-la para passear...

Decorar uma casa para mostrar a quem?

Espero que seja uma fase como algumas outras que já passaram por mim.

E que amanhã seja um novo dia. Sem escuridão, tristeza ou indiferença com a vida que me foi dada. Mas com luz, alegria e principalmente, vontade de sair, ver o sol, sorrir, chorar de emoção, enfim, de viver.


Bjo,



Claudinha.

Uma foto beeeem antiga...

Depois de muito (eu quis dizer muito mesmo!) tempo sem aparecer por aqui, cá estou eu para mostrar a minha foto mais antiga que encontrei remexendo algumas gavetas...


 


Bjo,



 Claudinha.
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Minha família

My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.