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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



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quarta-feira, agosto 27, 2014

Chegamos...

Chegamos à Argentina num momento histórico!
Greve nacional, passeatas nas ruas.
Não sei dizer até onde é real, até onde é "clarinificado", mas o pau está quebrando por aqui, pelo menos na mídia.
Dou notícias...

Mi Buenos Aires querido!!




Amanhã, vou viajar com Arnor Fernandes para comemorar meu aniversário de 42 anos.
Comemorar a saúde, o amor e a harmonia!
Vou ficar alguns dias fora do Brasil.
Mas eu volto, viu?
Até lá, amigos!
Fiquem em paz...



Atualização 1:

O voo para São Paulo ia atrasar muito, nos colocaram em outro para o Rio. Beleza!
Mas o para Buenos Aires que seria às 18h, passou para 22 h.
Que massa! ‪#‎SQN‬
Já que é assim, que venha o Duty Free...

Atualização 2:

Esperar um voo atrasado é chato pacas...
Tudo seria amenizado com uma passadinha no Duty Free.
Já fui e fiz ótimas compras.
Mas aguentar um serviço de som péssimo e ainda uma locutora com a mesma voz de Marina Silva realmente é de lascar...
Socorro!
Claudia.

terça-feira, abril 15, 2014

Au revoir!






Ontem, a noite foi espetacular! 
Meu brother Dinho 
veio dormir conosco 
aqui em nosso humilde lar. 


Na terra, 
uma realidade alegre vista com zoom
No céu, 
a expectativa da Pink moon


Num clima delicioso, 
com uma brisa divina, 
rolaram vinho e petiscos 
à beira da piscina.

E o melhor de tudo, claro: 
muitas risadas!!
De casos verídicos 
ou de boas piadas.


Boa viagem, meu irmão! 
Para você e para todos
que excelente companhia lhe farão.


Divirtam-se!





Bjo,

Claudia.

quarta-feira, dezembro 09, 2009

E a saga continua...




Eu hesitei em escrever algo sobre esse assunto, mas cada vez que assistia ao filme Crepúsculo, e já foram 6 vezes (entre cinema e Telecine), sentia que estava deslumbrada. Por várias razões.

Logo que surgiu o hype em torno do filme, pensei: deve ser mais um blockbuster bobo para a gurizada como muitos outros.

Mas quando assisti à película, pude compreender o motivo dela suscitar tanta paixão.

Como todo mundo, eu também fui adolescente. E a minha adolescência foi extremamente marcante para mim. Fui uma menina reservada, tímida, me sentia estranha, deslocada, era rebelde, mas gostava de ler, de música e de... Vampiros. Sempre tive um ar deprê e vivia imersa em uma atmosfera meio sombria, de viagens próprias que não podia dividir com ninguém. Crepúsculo me levou de volta para esse período de minha vida. Podia ser facilmente uma Bella Swan. E isso me comoveu.

Apesar de não trazer nada de novo em termos de temática, e deixar a desejar no que se refere às atuações, o filme é demasiadamente inovador no que se refere à narrativa e ainda muito mais no quesito visual.

As imagens são deslumbrantes e conseguiram por vezes me transportar da sala de cinema para aqueles cenários escuros, vertiginosos, idílicos. Fui levada de volta a esse tempo em que era apenas uma menina cheia de sonhos. Para mim, voar abraçada a um menino inteligente, culto, lindo, estranho, atormentado, que estava apaixonado por mim e que ainda era um vampiro soava como algo saído das minhas mais caras fantasias.

Sem falar no clima sensual que exala das cenas. Os personagens ficam bem próximos, conversam por horas, mas quase não se beijam, não se tocam. Sempre num jogo de sedução delicioso que não existe mais nos dias de hoje. A sedução pelo que o outro fala, por aquilo que ele sabe mais que você ou vice versa. E que fascina, de fato.

Gostei também dos personagens principais serem inteligentes, estudiosos, cultos, o que geralmente não acontece em outros filmes adolescentes. Isso é um modelo positivo, na minha opinião. É muito bom ver garotos falando sobre símbolos matemáticos, sobre música classica e não apenas sobre carros, rap e grifes.

Enfim, adorei tudo em Crepúsculo, inclusive a trilha, talvez por esse apelo emocional que me toma durante todas as vezes em que vejo o filme.

Recomendo para quem ainda não viu.




P.S. Fiquei sabendo que a autora, Stephenie Meyer, tinha outros atores em mente para seus personagens.



Emily Browning como Bella Swan.


Henry Cavill como Edward Cullen


Charlie Hunnam como Carlisle Cullen


Mary-Louise Parker como Esme Cullen


Rachael Leigh Cook como Alice Cullen


Trent Ford como Jasper Hale


Tom Welling como Emmett Cullen


Olivia Wilde como Rosalie Hale



Se fosse antes de ver o filme, eu diria:

"Realmente este elenco seria bem melhor. Tem mais a ver."

Mas depois de assistir e virar uma admiradora, não sei se trocaria ninguém, mesmo sendo fã de Charlie Hunnan.




Claudia Fernandes






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Prosaicos Poemas

quarta-feira, novembro 25, 2009

Mudanças



Estou numa fase iluminada de minha vida.

Começo a me me recuperar, de alguma forma e na medida do possível, da dor dilacerante do desencarne de minha mãe.

Saí da sala de aula e agora estou trabalhando ainda com Educação, mas no setor jurídico, isto é, atuando na Sindicância e Processo Administrativo Disciplinar na Secretaria de Educação. Está sendo uma surpresa boa, pois apesar de nunca ter me seduzido pelo Direito Administrativo, estou gostando muito de trabalhar nessa área. Delegada feelings, talvez.

Cidade nova, casa nova, trabalho novo, pessoas novas, amigos novos, costumes novos. Vida nova, afinal. E assim como é visível tudo de bom que vem junto com o novo, também fica latente tudo de mais aterrorizante que é intrínseco às novidades que aparecem na nossa vida.

A partir de uma mudança tão radical como essa, passo a confirmar que nada é só bom, ou só mau. Essa visão maniqueísta está totalmente ultrapassada. Tudo pode ter um lado bom E um lado mau.

A cidade não tem um "Bompreço", um cinema, facilidades de cidade grande, mas, em compensação, não existe engarrafamento.

Minha casa aqui não é perto da praia (e quem se importa), mas tem uma vista para uma cordilheira deslumbrante.

Meu trabalho não me dá algumas vantagens como antes, mas trabalho com ar condicionado, tenho minha própria sala, mesa e PC com Internet.

No dia em que trabalho à tarde também, almoço em casa e ainda cochilo! Nunca fiz isso antes. Devo dizer que isso é um luxo para poucos.

Os costumes são completamente diferentes. O ritmo é outro. Tudo aqui é em câmera lenta. E na primeira semana, TODOS já sabiam quem éramos, de onde viéramos e o que faríamos na cidade! Eu fiquei chocada com isso. Mas se o Homem não for capaz de se adaptar às diferenças, qual é a graça?

Porém em um aspeto, na verdade amalgamado com o citado anteriormente, pois costumes são originados de pessoas, isso mostra a teoria comentada de uma forma assaz contundente. As pessoas daqui conseguem ser hospitaleiras, prestativas e ao mesmo tempo mal educadas, grossas, fofoqueiras, de honestidade um pouco duvidosa até, e para piorar, levam qualquer comentário sobre qualquer coisa sempre para o lado pessoal (isso me deixa irritada!).

Partindo daí, quando tenho que trabalhar redigindo documentos, peças ou outras coisas, sozinha, está tudo bem. Quando preciso lidar com algumas dessas figuras, e algumas bem difíceis, fico inevitavelmente estressada. Não gosto de ter que me explicar a cada comentário meu mostrando que nada é pessoal, mas em tese. Chato demais.

Mas como disse acima, nada é bom Ou mau. Tudo tem, no mínimo, dois lados. Essa característica, por exemplo, ao mesmo tempo que me irrita, me fez aprender a lidar com um tipo de gente com o qual não estava acostumada. E isso é, de fato, um belo aprendizado.

Portanto, se me pedissem para fazer um balanço da minha nova vida, diria, sem medo, que as vantagens sobrepõem as desvantagens, com certeza.

Ainda bem.

Porque se assim não o fosse, já estaria planejando a minha volta retumbante.




Claudia Fernandes


P.S. Só para lembrar, toda essa teoria está baseada em dados de amostragem, pois não tem como generalizar.




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quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Um Trem para Lisboa.





"Tudo começa numa manhã chuvosa.

Uma mulher prepara-se para saltar de uma ponte de Berna.

Raimund Gregorius, um banal professor de grego e latim de 57 anos, evita o acto desesperado e fica surpreendido com o som de uma palavra. "Português", responde ela, ao ser questionada sobre a língua que fala. Antes de desaparecer da história ainda tem tempo de escrever um número de telefone na testa deste míope professor que descobre, por acaso, um livro de um autor português, Amadeu Inácio de Almeida Prado, intitulado Um Ourives das Palavras. Sem conseguir explicar o porquê, entra num comboio para Lisboa atrás deste médico que morreu 30 anos antes, em 1975, pouco depois da Revolução, numa descoberta do outro que acaba por ser uma descoberta de si próprio.

Comboio noturno para Lisboa gasta um tempo considerável a explorar as ideias contemplativas tanto as de Gregorious e as explorações filosóficas contidas no Diário de Prado. Epígrafos incluem Michel de Montaigne, Ensaios, livro segundo – Da inconstância das nossas acções e Fernando Pessoa, o Livro do desassossego.

Mercier usa várias actividades e subtemas para ajudar a explorar estes sujeitos auto-reflexivos, incluindo “viagens nocturnas, insónias, e sonhos de estar preso num lugar, mas ao mesmo tempo sentir-se à deriva e confuso acerca do sentido da vida” Com esta perspectiva introspectiva, Mercier é capaz de rever conceitos de “Quem somos nós”, “Como controlamos a experiência de vida” e “Quão frágil é a construção” "


Bjo.



Claudia.











“Cada um de nós é vários, é muitos,

é uma prolixidade de si mesmos.

Por isso aquele que despreza o ambiente

não é o mesmo que dele se alegra ou padece.

Na vasta colônia do nosso ser

há gente de muitas espécies,

pensando e sentindo diferentemente.”

Fernando Pessoa



Livro do Desassossego










Fonte: Wikipedia



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sábado, dezembro 09, 2006

Tertium non Datur...






















O que é ser ilegal *?? E ser legal **?


Essa pergunta é muito relativa. Daria margem a muitas respostas. Mas quase todas relacionadas com dinheiro, poder, hegemonia, e quase nenhuma com sua saúde, seu bolso, sua vida.

Mas haveria uma terceira hipótese para esse dilema? Talvez qualquer outra opção recairia no caso do falso dilema ou numa falácia da filosofia.

Tomem-se como exemplo as drogas.

Bebida alcoólica é legal?
É.

Cigarro é legal?
É.

Drogas para emagrecer é legal?
É?

Maconha é legal?
Não.

Cocaína é legal?
Não.

LSD é legal?
Não.


As semelhanças são óbvias. Todas são drogas, provocam vício, levam a doenças e até à morte. Não estou aqui para fazer qualquer apologia a coisa alguma.

Qual seria a diferença entre elas afinal? Aaaaa... Daria para escrever um livro, se se quisesse e tivesse tempo para pesquisar, mas é possível, no mínimo, citar algumas.

A indústria do álcool, dos remédios e de cigarros pagam impostos, a da maconha, cocaína e lsd não.

A indústria do álcool, dos remédios e de cigarros têm nos países considerados brancos, ocidentais seus principais produtores. A da maconha, cocaína e lsd não, são em países negros ou da America latina e Ásia.

Os brancos não podem deixar que esse tipo de poder seja acessível aos negros nem aos latinos. Pode?

Então o que fazer com um vício do qual não se pode tirar nenhum proveito? Proibir! Simples assim.

Portanto, senhores, não se iludam. Beber, tomar remédios e fumar cigarro não vão deixar de te proporcionar um câncer, nem de te matar porque são lícitos, pagam impostos e são veiculados em propagandas na tv. Nem a maconha e a cocaína, certamente.

Com uma ressalva, no primeiro caso, os maus hábitos são impostos de uma forma selvagem, através de comerciais com mulheres maravilhosas de biquini, de homens aparentemente bem sucedidos e modelos anoréxicas, que em muitos casos doentios, são consideradas como sinônimo de beleza.

Mas se existe um dilema aqui, de certa forma, terminará com outra pergunta:

Se alguém inevitavelmente terá algum vício na vida, não deve ele mesmo ser a pessoa a escolher esse vício? Será que é preciso ter o vício que lhe é imposto?

Será que até os vícios têm que ser de massa?

Se é que você me entende...


* ** Legal-ilegal aqui são sinônimos de lícito-ilícito, que está dentro-fora da lei.


Claudia Fernandes ®




Bjo.





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quarta-feira, setembro 21, 2005

Tristeza X Alegria


Stunned by Claudia Pinelli Rêgo Fernandes

Hoje é um dia meio estranho para mim.

Estou meio triste e meio alegre. Fui levar meu irmão Jorge até o Aeroporto junto com minha mãe, Júnior, meu outro irmão, Dinho e minha cunhada, Regi.

Jorge acabou de viajar para Espanha onde ele vai estudar e trabalhar, enfim, morar por um tempo e tentar uma vida nova.

Ele não vai ficar sozinho, pois meu sobrinho Jorgito, filho dele, mora em Barcelona também. Portanto, terá um apoio todo especial lá.

Ele adora conhecer lugares novos, é um curioso da cultura mundial, e vai amar viajar pela Europa. Esse é o lado bom, a metade alegria.

Já deixei de viajar para vários lugares, já recusei algumas bolsas por não ter a coragem necessária para deixar minha família. Nós somos muito apegados um ao outro e não conseguimos viver muito tempo longe. É uma ligação inexplicavelmente forte. Por isso, sei bem a força que ele teve que fazer para tomar essa decisão.
Esse tipo de controle "subliminar" é muito ruim, eu sei, mas hoje nós conversamos sobre isso, e vimos que é natural da família, não é nada pensado, arquitetado, fazer o quê?
Meu irmão tem uma ligação fortíssima com minha mãe, e ter essa iniciativa e a coragem de efetivá-la já faz dele um vencedor. Lá dentro estou orgulhosa de sua atitude.

A saudade já é enorme. Não poder vê-lo, falar com ele, levar Mila para ficar e brincar com ele, ter as discussões acaloradas com ele, enfim, isso tudo vai fazer uma falta muito grande. E esse é o lado ruim, a metade tristeza da viagem.

Mas o tempo vai cicatrizar essa ferida ainda aberta. Eu sei disso. Só me resta esperar.

Alea jacta est!

Boa viagem e boa sorte, meu irmão!

Bjo.

Música: A million miles away de Rory Gallagher.
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Minha família

My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.