________________________________


Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



Mostrando postagens com marcador Imortalidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Imortalidade. Mostrar todas as postagens

sábado, maio 10, 2014

A minha mãe...



Um Feliz Dia das Mães!

Uma singela homenagem a minha mãe, Terezinha Pinelli Rêgo, a melhor mãe que uma pessoa poderia ter...

Para sempre na minha mente, no meu coração, na minha vida.



Bjo,



Claudia.

quinta-feira, março 13, 2014

Adolescentes!




Não entendo por que tem gente que insiste em criticar Crepúsculo como se este fosse uma obra destinada a adultos intelectualoides.

Não é.

Crepúsculo é um lindo filme de romantismo extremo com belíssimas imagens e uma ótima trilha sonora feito para ADOLESCENTES.

Simples.

E sendo um filme para ADOLESCENTES, cumpre muito bem seu papel e o considero excelente. 

Faz-me pensar que, se eu fosse uma adolescente, poderia ter adorado, e mesmo sonhado em ter um vampiro que nunca morreria como amor. Só pelo extremismo e impossibilidade real.

Como adulto, não dá para considerá-lo sequer um bom filme, mas quem nunca foi um adolescente sonhador e dramático que atire a primeira pedra.










Bjo,







Claudia.

quarta-feira, janeiro 29, 2014

#chatiada




Será que só quando eu morrer (ou me suicidar), meus poemas vão ser admirados, divulgados, virarão algo cult, "coisa de gênio", como aconteceu com quase todos os outros poetas?

Porque não sou louca nem burra, posso ter escrito umas bobagens, claro, mas tenho poemas realmente bons.

Será que é uma regra? 

Não é cool gostar de poemas escritos por alguém que ainda está vivo?

É isso?


Bjo,



Claudia.

terça-feira, outubro 11, 2011

Stand up comediants, aprendam com o mestre!!



Stand up comediants, aprendam com o mestre!

Hilário...





R.I.P. MESTRE José Vasconcelos!



Bjo,


Claudinha.

sexta-feira, março 18, 2011

Irmã Dulce foi beatificada... Santificada, quando?


A santa (na minha humilde opinião) Irmã Dulce

O processo de beatificação da freira começou em 1999 e encerrou-se em 10 de dezembro do ano passado, quando o papa Bento 16 assinou o decreto reconhecendo um milagre por intercessão dela.

A comunidade católica da Bahia se prepara para a cerimônia de beatificação da irmã Dulce, que acontecerá no dia 22 de maio. Na manhã desta quinta-feira (17), a comissão organizadora do ato religioso apresentou todo o projeto da cerimônia, preparado conjuntamente pela Arquidiocese de Salvador e representantes da Obras Assistenciais Irmã Dulce (Osid). A partir da cerimônia, a freira será considerada oficialmente beata, título dado àqueles que estão a um passo da santificação pela Igreja Católica.

Para marcar a data, uma grande estrutura será montada no parque de exposições de Salvador com a atuação de 2.000 voluntários originários das paróquias da cidade. A expectativa de Maria Rita Pontes, superintendente da Osid, é de que 60 mil pessoas participem da cerimônia –a programação deve começar por volta das 17h. “Esperamos caravanas de várias regiões da Bahia e do Brasil, de locais onde irmã Dulce tem admiradores da sua obra”, disse Maria Rita. Os portões serão abertos às 14h.
Os ingressos, com distribuição gratuita, estarão à disposição dos interessados a partir da primeira semana de maio. Poderão ser retirados nas paróquias da capital, na sede da Osid (no largo de Roma, Cidade Baixa) e na sede da arquidiocese (no bairro do Garcia, centro da capital baiana). As pessoas de fora da cidade já podem encaminhar email para o endereço cerimonial@irmadulce.org.br solicitando credenciamento. Os ingressos serão enviados pelos Correios.

Policiais militares e agentes particulares garantirão a segurança do público. De acordo com o padre Manoel Filho, coordenador da cerimônia, haverá ainda postos de saúde, ambulâncias e banheiros químicos funcionando no local.

Antes da cerimônia, os fiéis assistirão a um espetáculo encenado por 700 crianças e adolescentes do Centro Educacional Santo Antônio (Cesa). Haverá ainda a apresentação de um coral com 200 vozes. “Está tudo muito bem encaminhado. Será uma grande festa religiosa” disse o padre.
A beatificação será presidida por dom Geraldo Majella, nomeado delegado papal pelo pontífice Bento 16, e pelo novo arcebispo de Salvador e, dom Murilo Kriger, que assume a arquidiocese no próximo dia 25.

O ponto alto da celebração será o rito de beatificação, com a leitura da biografia da freira, a leitura da proclamação de beatificação e a apresentação da imagem oficial de irmã Dulce já como beata. Em seguida, será entoado o hino de irmã Dulce, composto por um frei capuchinho. A estimativa é que a festa seja encerrada por volta das 19h30.

As festividades, contudo, já começam no dia anterior, quando será celebrada, às 16h, uma missa no santuário de irmã Dulce, seguida de vigília.

Dois dias depois (24 de maio), será celebrada outra missa, dessa vez, de agradecimento, no mesmo local. No dia 28 de maio, também terá missa de consagração e instalação da igreja e santuário de Irmã Dulce, a partir das 8h30.


História

O processo de beatificação da freira começou em 1999 e encerrou-se em 10 de dezembro do ano passado, quando o papa Bento 16 assinou o decreto reconhecendo um milagre por intercessão de irmã Dulce. Para que ela seja considerada santa, será necessária a comprovação de outros dois milagres. Irmã Dulce nasceu em 26 de maio de 1914. Demonstrou inclinação para a vida religiosa ainda muito jovem, por volta dos 13 anos, quando, apesar da vida confortável da sua família, mostrava preocupação com os pobres e moradores de rua –a quem doava roupas, alimentos, cuidava dos ferimentos e cortava as unhas e cabelos. Pouco tempo depois, entrou para um convento. Ela morreu em 13 de março de 1992, e deixou uma obra assistencial que quintuplicou de tamanho desde então.


Heliana Frazão Especial para o UOL Notícias



Fonte: UOL



É, demorou, mas chegou...


Ela merece ainda mais!



Bjo,



Claudia Fernandes

sábado, setembro 18, 2010

Seminário Transtornos Psíquicos e Obsessão, com Adenáuer Novaes





Imperdível!!

Obs.: Toda a receita advinda com o evento será revertida para as obras sociais da Fundação Lar Harmonia.




Bjo.




Claudinha.

segunda-feira, julho 05, 2010

Sobe o som!!

Um tributo ao Dio, com Jörn Lande, uma das mais belas vozes atuais:





Concorda??

Bjo,


Claudia Pinelli.




Visite também:


Prosaicos Poemas

terça-feira, março 09, 2010

Conexões Pleiadianas na Era da Luz



O sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da constelação de Plêiades. Esta foi a conclusão dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Solá e Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos.

Nosso Sol é, portanto, a oitava estrela da constelação - localizada a aproximadamente 28 graus de Touro -, e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios.

A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo de duração de cada era "astrológica" (Era de Peixes, de Aquário, etc). Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de seus sistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de Cinturão de Fótons.

Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética, algo que ainda se desconhece na Terra. Detectado pela primeira vez em 1961, através de satélites, a descoberta do cinturão de fótons marca o início de uma expansão de consciência além da terceira dimensão.

A ida do homem à Lua nos anos 60 simbolizou esta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão.

A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos no anel de fótons, ficando mais próximo de Alcione. A última vez que a Terra passou por ele foi durante a "Era de Leão", há cerca de doze mil anos. Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois mil anos dentro deste disco de radiação.

Todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons, precisando se readaptar a novos parâmetros. A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura, que não produz sombra ou escuridão. Talvez por isso os hinduístas chamem de "Era da Luz" os tempos que estão por vir.
Desde 1972, o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons e em 1998 a sua metade já estará dentro dele. A Terra começou a penetrá-lo em 1987 e está gradativamente avançando, até 2.012, quando vai estar totalmente imersa em sua luz.

De acordo com as cosmologias Maia e Asteca, 2.012 é o final de um ciclo de 104 mil anos, composto de quatro grandes ciclos maias e de quatro grandes eras astecas.

Humbatz Men, autor de origem maia, fala em "Los Calendários" sobre a vindoura "Idade Luz". Bárbara Marciniak, autora de "Mensageiros do Amanhecer", da Ground e "Earth", da The Bear and Company e a astróloga Bárbara Hand Clow, que escreveu "A Agenda Pleiadiana", da editora Madras, receberam várias canalizações de seres pleiadianos.

Essas revelações falam sobre as transformações que estão ocorrendo em nosso planeta e nas preparações tanto física quanto psíquicas a que precisamos nos submeter para realizarmos uma mudança dimensional.

Segundo as canalizações, as respostas sobre a vida e a morte não estão mais sendo encontradas na terceira dimensão. Um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisas de uma outra forma.

Desde a década de oitenta, quando a Terra começou a entrar no Cinturão de Fótons, estamos nos sintonizando com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela de quinta dimensão. Zona arquetípica de sentimentos e sonhos, onde é possível o contato com planos mais elevados, a quarta dimensão é emocional e não física. As idéias nela geradas influenciam e detonam os acontecimentos na terceira dimensão, plano da materialização.

Segundo as canalizações, a esfera quadri-dimensional é regida pelas energias planetárias de nosso sistema solar, daí um trânsito de Marte, por exemplo, causar sentimentos de poder e ira.

Para realizar esta expansão de consciência é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar os elementais da segunda dimensão a nós agregados, chamados de miasmas. Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de massas etéricas que carregam memórias genéticas ou de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram encruadas e impregnadas devido a antibióticos, poluição, química ou radioatividade.

Segundo as canalizações, esses miasmas estão sendo intensamente ativados pelo Cinturão de Fótons. Os pensamentos negativos e os estados de turbulência, como o da raiva, também geram miasmas, que provocam bloqueios energéticos em nosso organismo.

Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos - psicológicos, astrológicos ou corporais - ajuda a liberar as energias bloqueadas. A massagem, acupuntura, homeopatia, florais, Yôga e meditação com mantras, o tai-chi, algumas danças, etc, são também técnicas de grande efetividade, pois mexem com o corpo sutil e abrem os canais de comunicação com outros planos universais.

As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância e para sobrevivermos na radiação fotônica, temos que nos afinar a um novo campo Vibratório.

(NÃO ALIMENTAR-SE DE SOFRIMENTO DE OUTROS SERES... NEM DE DERRAMAMENTO DE SANGUE) .

Ter uma alimentação natural isenta de elementos químicos, viver junto à natureza, longe da poluição e da radiatividade, liberar as emoções bloqueadas e reprimidas, contribuem para a transição.

Ter boas intenções é essencial, assim como estar em estado de alerta para perceber as sincronicidades e captar os sinais vindos de outras esferas.

Segundo a Agenda Pleiadiana, de Bárbara Hand Clow, o Cinturão de Fótons emana do Centro Galáctico. Alcione, o Sol Central das Plêiades, localiza-se eternamente dentro do Cinturão de Fótons, ativando sua luz espiralada por todo o Universo.

Mas afinal e nós nisso tudo? Nós somos os mais beneficiados com tudo isso.

Todos nós, os seres encarnados na Terra, estamos passando por um processo de iniciação coletiva e escolhemos estar aqui nessa difícil época de transição de nosso planeta, que atingirá todo o Universo.

Os fótons funcionam como purificadores da raça humana e através de suas partículas de luz, às quais estamos expostos nos raios solares, dentro em breve estaremos imersos nesta "Era de Luz", depois de 11 mil anos dentro da Noite Galáctica ou Idade das Trevas, como os hindus se referiam a Kali Yuga. (“Cantem mantras na Era de Kali...” diz os Vedas)

Como um sistema de reciclagem do Universo, o Cinturão de Fótons inicia a Era da Luz.
Existem diversas formas da humanidade intensificar sua evolução, desenvolvendo um trabalho de limpeza dos corpos emocionais, com o uso de terapias alternativas, como florais, Yôga, Sahaja Maithuna, musicoterapia, cromoterapia entre muitos outros.

São terapias e práticas que trabalham com a cura dos corpos sutis, evitando que muitas doenças sejam desenvolvidas antes mesmo de alcançar o corpo físico, além de curar outras já instaladas. Cada partícula vai se alojando em todos os cantinhos de nosso planeta trazendo a consciência (Luz), a Verdade, a Integridade e o Amor Mútuo.

Cada um de nós tem um trabalho individual para desenvolver aliado ao trabalho de conscientização da humanidade.

Os corpos que não refinarem suas energias não conseguirão ficar encarnados dentro da terceira dimensão, pois a quarta dimensão estará instalada.

E todos nós redescobriremos a nossa multidimensionalidade e ativaremos nossas capacidades adormecidas dentro da Noite Galáctica.

A inteligência da Terra será catalisada para toda a Via Láctea.

Todos estes acontecimentos foram registrados no Grande Calendário Maia, que tem 26 mil anos de duração e termina no solstício de inverno, no dia 21 de dezembro de 2012 dC, que marca a entrada definitiva da Terra dentro do Cinturão de Fótons por 2000 anos ininterruptos.

Por fim, isto nada tem a ver com o famigerado "fim do Mundo" que muitos preconizam, mas sim com transformações e mudanças cíclicas dentro do Cosmos do qual fazemos parte e a Terra passará também por uma grande 'metamorfose' da qual surgirá uma Nova Era.


por Christina Bastos Tigre





Eu boto a maior fé.



Bjo.


Claudinha.




Visite também: Visit also:

Prosaicos Poemas

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Why This World: A Biography of Clarice Lispector

Se você saca Inglês, ótimo. Se não, ponha no tradutor ao lado.



Why This World: A Biography of Clarice Lispector

by Benjamin Moser




Review-a-Day

Dying was seductive, a direct confrontation with an unknown so enormous it could never be captured in words. In one of her last interviews, given a year before she died, a television journalist asked if she felt "born and refreshed" each time she wrote a new work. The reporter must have wanted her to provide a cheerful narrative about her writing process, but her response was impassive and casually nonsensical. She never could commit to this kind of tale. 'For now I'm dead. We'll see if I can be born again. For now I'm dead," she repeated. "I'm speaking from my tomb.'" Rachel Aviv, The Nation (read the entire Nation review)

Synopses & Reviews

Publisher Comments:

"That rare person who looked like Marlene Dietrich and wrote like Virginia Woolf," Clarice Lispector is one of the most popular but least understood of Latin American writers.

Now, after years of research on three continents, drawing on previously unknown manuscripts and dozens of interviews, Benjamin Moser demonstrates how Lispector's art was directly connected to her turbulent life. Born amidst the horrors of post-World War I Ukraine, Clarice's beauty, genius, and eccentricity intrigued Brazil virtually from her adolescence. Why This World tells how this precocious girl, through long exile abroad and difficult personal struggles, matured into a great writer, and asserts, for the first time, the deep roots in the Jewish mystical tradition that make her both the heir to Kafka and the unlikely author of "perhaps the greatest spiritual autobiography of the twentieth century."

From Ukraine to Recife, from Naples and Berne to Washington and Rio de Janeiro, Why This World shows how Clarice Lispector transformed one woman's struggles into a universally resonant art.

Review:

"This pioneering biography of Brazilian writer Clarice Lispector (1920 — 1977) — a genius of character as much as a literary magician — captures the luminescent and singular author for an English-speaking audience that may not be familiar with her. She was born Chaya Pinkhasovna in 1921; soon after, her family left pogrom-torn Ukraine, arriving in Brazil in 1922. She became a law student seeking justice for prisoners and then a journalist, and in 1943, around the time of her marriage to a career diplomat, Lispector published her first book, the critically esteemed Near to the Wild Heart. The life of the roving diplomatic wife took its toll on the visionary and strikingly beautiful Lispector, who also had a longtime love for the homosexual poet Lcio Cardoso among others. One of her sons was diagnosed as schizophrenic, which further fostered Lispector's sense of isolation. Among her champions was Elizabeth Bishop, but Lispector remains under the Anglo-American literary radar. This well-researched biography by Moser, New Books columnist for Harper's, should send readers in search of this indescribable author, whose work in many ways is closer to cabalistic writing than to more contemporary modernists like Woolf, Kafka or Joyce. 37 b&w photos." Publishers Weekly (Copyright Reed Business Information, Inc.)


About the Author

Benjamin Moser is a regular contributor to The New York Review of Books, Harper's, and Conde Nast Traveler. He lives in the Netherlands.



Subtitle:A Biography of Clarice Lispector
Author:Moser, Benjamin
Publisher:Oxford University Press, USA
Subject:Literary
Subject:Lispector, Clarice
Subject:Women novelists, Brazilian - 20th century
Subject:Authors, Brazilian -- 20th century.
Copyright:2009
Publication Date:August 2009
Binding:Hardcover
Grade Level:General/trade
Language:English
Illustrations:Y
Pages:479
Dimensions:9.54x6.48x1.53 in. 1.91 lbs.




Ela merece.

quarta-feira, dezembro 09, 2009

E a saga continua...




Eu hesitei em escrever algo sobre esse assunto, mas cada vez que assistia ao filme Crepúsculo, e já foram 6 vezes (entre cinema e Telecine), sentia que estava deslumbrada. Por várias razões.

Logo que surgiu o hype em torno do filme, pensei: deve ser mais um blockbuster bobo para a gurizada como muitos outros.

Mas quando assisti à película, pude compreender o motivo dela suscitar tanta paixão.

Como todo mundo, eu também fui adolescente. E a minha adolescência foi extremamente marcante para mim. Fui uma menina reservada, tímida, me sentia estranha, deslocada, era rebelde, mas gostava de ler, de música e de... Vampiros. Sempre tive um ar deprê e vivia imersa em uma atmosfera meio sombria, de viagens próprias que não podia dividir com ninguém. Crepúsculo me levou de volta para esse período de minha vida. Podia ser facilmente uma Bella Swan. E isso me comoveu.

Apesar de não trazer nada de novo em termos de temática, e deixar a desejar no que se refere às atuações, o filme é demasiadamente inovador no que se refere à narrativa e ainda muito mais no quesito visual.

As imagens são deslumbrantes e conseguiram por vezes me transportar da sala de cinema para aqueles cenários escuros, vertiginosos, idílicos. Fui levada de volta a esse tempo em que era apenas uma menina cheia de sonhos. Para mim, voar abraçada a um menino inteligente, culto, lindo, estranho, atormentado, que estava apaixonado por mim e que ainda era um vampiro soava como algo saído das minhas mais caras fantasias.

Sem falar no clima sensual que exala das cenas. Os personagens ficam bem próximos, conversam por horas, mas quase não se beijam, não se tocam. Sempre num jogo de sedução delicioso que não existe mais nos dias de hoje. A sedução pelo que o outro fala, por aquilo que ele sabe mais que você ou vice versa. E que fascina, de fato.

Gostei também dos personagens principais serem inteligentes, estudiosos, cultos, o que geralmente não acontece em outros filmes adolescentes. Isso é um modelo positivo, na minha opinião. É muito bom ver garotos falando sobre símbolos matemáticos, sobre música classica e não apenas sobre carros, rap e grifes.

Enfim, adorei tudo em Crepúsculo, inclusive a trilha, talvez por esse apelo emocional que me toma durante todas as vezes em que vejo o filme.

Recomendo para quem ainda não viu.




P.S. Fiquei sabendo que a autora, Stephenie Meyer, tinha outros atores em mente para seus personagens.



Emily Browning como Bella Swan.


Henry Cavill como Edward Cullen


Charlie Hunnam como Carlisle Cullen


Mary-Louise Parker como Esme Cullen


Rachael Leigh Cook como Alice Cullen


Trent Ford como Jasper Hale


Tom Welling como Emmett Cullen


Olivia Wilde como Rosalie Hale



Se fosse antes de ver o filme, eu diria:

"Realmente este elenco seria bem melhor. Tem mais a ver."

Mas depois de assistir e virar uma admiradora, não sei se trocaria ninguém, mesmo sendo fã de Charlie Hunnan.




Claudia Fernandes






Visite também: Visit also:

Prosaicos Poemas

segunda-feira, junho 08, 2009

Nesse mood...

Estou nesse mood esses dias...



Gerard Butler(Irlandês) no filme P.S. I love you.




Eu nunca estive nos verdes campos e nos belos lagos da Irlanda. Nunca. E, no entanto, sou irlandesa em espírito, me embriago nos pubs mais acolhedores de minha vida, canto as pop songs mais melancólicas do mundo e penso que um dia poderia, junto com você, mudar o planeta.



Eu, Molly. Você, Gerry. Tal como na comédia romântica “P.S. I love you”, que revi na madrugada passada na tevê e que me deixou com saudade do que fui um dia. Confesso, chorei (um choro bom, tranquilo, duas lágrimas e um copo de vinho branco para aquecer). E bateu vontade de ouvir “Love you ’till the end”, com The Pogues. E foi o que eu fiz.



O filme nos fala de amor. De vida e morte. E tudo isso me interessa muito. Apesar do ato de vir ao mundo (e de partir) ser solitário – essa é uma das verdades da vida, estamos todos juntos nisso, baby. Eu aqui. Você aí. Mas juntos em pensamento e alma.



Todo mundo merece ser feliz – é o que eu penso. Mas devemos estar preparados para o dia da despedida, pois tudo que é dourado acaba um dia. E temos que seguir em frente, mesmo que seja preciso fazer um grande sacrifício.


Em público, nós fingimos – cada um cria um personagem. Sozinhos, sentimos saudade do personagem que deixamos lá fora.





**************************************




Para Ken Blackmore from Ireland.






Claudia Fernandes





Visite também: Visit also:


Prosaicos Poemas






Adaptação feita por Claudia Fernandes do texto de Zeca Ribeiro

domingo, maio 24, 2009

Uma flor para a maior delas...




Uma linda flor no aniversário da mais linda de todas e que não está mais aqui do meu lado.

Para você, minha melhor amiga, minha mãe, minha amada...


Meu tudo.



Um beijo.



Claudinha.










Visite também: Visit also:


Prosaicos Poemas

sexta-feira, março 20, 2009

Atenção!! Attention!




Este evento é no próximo sábado, dia 28 de março de 2009, às 20:30 h.
Todos nós estamos convidados a apagar as luzes pelo período de uma hora para mostrar nosso apoio à luta contra o aquecimento global.
Vamos ajudar, até porque essa ajuda é para nós mesmos.



A Terra agradece e eu também!






This event will happen this year on March, 28th, at 8:30 PM.
We are all invited to turn the lights off for a period of an hour to show our support to the fight against global warming.
Let's help, even because this help is for ourselves.

Planet Earth and I thank you!


Claudia Fernandes






Visite também: Visit also:


Prosaicos Poemas

terça-feira, dezembro 16, 2008

Estamos mesmo em crise???



Do diretor de criação de uma agência, sobre a crise mundial.

"Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.

Os slides se sucedem.

Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.

Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.

A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.

Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.

Resolver, capicce?

Extinguir.

Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.

Com 120 bilhões, o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.

Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.
Bancos e investidores.

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.

Se quiser, repasse para seus amigos, se não, o que importa?

O nosso almoço tá garantido mesmo..."



Sem comentários.



Claudia Fernandes

sexta-feira, novembro 28, 2008

Ontem o Bem, hoje o Mal...



Cocaína, morfina e até heroína eram vistos como remédios miraculosos quando foram descobertos. As substâncias que hoje são proibidas estavam legalmente disponíveis no passado.

Os fabricantes de medicamentos, muitos dos quais existem até hoje, proclamavam até o final do século 19 que seus produtos continham estas drogas.Abaixo veja dez impressionantes propagandas antigas. Não deixe de ler até o final.

10. Heroína da Bayer

Um frasco de heroína da Bayer. Entre 1890 a 1910 a heroína era divulgada como um substituto não viciante da morfina e remédio contra tosse para crianças.

9. Vinho de cocaína

O vinho de cocaína da Metcalf era um de uma grande quantidade de vinhos que continham cocaína disponíveis no mercado. Todos afirmavam que tinham efeitos medicinais, mas indubitavelmente eram consumidos pelo seu valor "recreador" também.

8. Vinho Mariani

O Vinho Mariani (1865) era o principal vinho de cocaína do seu tempo. O Papa Leão XIII carregava um frasco de Vinho Mariani consigo e premiou seu criador, Angelo Mariani, com uma medalha de ouro.

7. Maltine

Esse vinho de coca foi feito pela Maltine Manufacturing Company de Nova York. A dosagem indicada diz: "Uma taça cheia junto com, ou imediatamente após, as refeições. Crianças em proporção."

6. Peso de papel

Um peso de papel promocional da C.F. Boehringer & Soehne (Mannheim, Alemanha), "os maiores fabricantes do mundo de quinino e cocaína". Este fabricante tinha orgulho em sua posição de líder no mercado de cocaína.

5. Glico-Heroína

Propaganda de heroína da Martin H. Smith Company, de Nova York. A heroína era amplamente usada não apenas como analgésico, mas também como remédio contra asma, tosse e pneumonia. Misturar heroína com glicerina (e comumente açúcar e temperos) tornada o opiáceo amargo mais palatável para a ingestão oral.

4. Ópio para asma

Esse National Vaporizer Vapor-OL era indicado "Para asma e outras afecções espasmódicas". O líquido volátil era colocado em uma panela e aquecido por um lampião de querosene.

3. Tablete de cocaína (1900)

Estes tabletes de cocaína eram "indispensáveis para cantores, professores e oradores". Eles também aquietavam dor de garganta e davam um efeito "animador" para que estes profissionais atingissem o máximo de sua performance.

2. "Drops de Cocaína para Dor de Dente - Cura instantânea

"Dropes de cocaína para dor de dente (1885) eram populares para crianças. Não apenas acabava com a dor, mas também melhorava o "humor" dos usuários.

1. Ópio para bebês recém-nascidos

Você acha que a nossa vida moderna é confortável? Antigamente para aquietar bebês recém-nascidos não era necessário um grande esforço dos pais, mas sim, ópio.
Esse frasco de paregórico (sedativo) da Stickney and Poor era uma mistura de ópio de álcool que era distribuída do mesmo modo que os temperos pelos quais a empresa era conhecida.
"Dose - Para crianças com cinco dias, 3 gotas. Duas semanas, 8 gotas. Cinco anos, 25 gotas. Adultos, uma colher cheia."

O produto era muito potente, e continha 46% de álcool.


Sei lá... Como as coisas dependem das cabeças e da evolução do ser humano em cada época da existência, não é? Chega a ser engraçado.


Bjo.





Visite também:


Prosaicos Poemas

quarta-feira, outubro 15, 2008

Minha luz, meu amor, meu tudo.




Sei que não está aqui perto de mim fisicamente, mas também sei que esse "fisicamente" é tão limitado, não é?

Tenho a mais clara certeza de que sempre estará comigo, do meu lado, me ouvindo contar as minhas coisas, as novidades quentinhas para você, pois sei que estará me ouvindo e sussurrando no fundo da minha alma algo carinhoso ou bem humorado, suas marcas registradas.

Mãe, você foi a minha maior desculpa para viver, pois sempre vivi para te ver feliz. Meu amor por você já dura várias vidas e sei que ainda durará muitas outras porquanto estamos ligadas pelo amor puro.

Apesar da dor inenarrável, resta o consolo de que você está bem, se recuperando, para assim recomeçar seu eterno trabalho baseado na fé e na caridade, ajudando espíritos que necessitam de ajuda.

E se hoje sei que nasci(bem atrasada, por sinal) para mudar a sua vida, transformar uma mulher que vivia sozinha entre 1 marido e 4 filhos, todos homens, sem muita oportunidade, numa mulher que saiu para batalhar e trabalhar fora já com 50 anos, se essa era minha missão, todas as discussões que tive com quem quer que seja, sendo sempre considerada a ovelha negra, a rebelde, e assim fazer de você uma mulher livre, com seu salário, sua autonomia, valeram muito a pena. E fico muito feliz.

Tento fazer homenagens a sua altura, mas sempre acho que ficam sempre muito, mas muito aquém de tudo o que você representou para mim.

Mas como sua simplicidade é marcante, sei que serei desculpada.

Um beijo, meu amor..

E até breve.


Sua única filha.

Claudinha



MyHotComments.com






Visite também:


Prosaicos Poemas
Related Posts with Thumbnails

Minha família

My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.