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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



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sexta-feira, outubro 24, 2014

A Veja das eleições 2014 e a da Copa no Brasil.





Semelhança: as duas são grandes mentiras e tentam enganar o leitor de forma criminosa e manipuladora!

Se você acreditou no terrorismo da copa e depois descobriu a farsa, não vai cair nessa de novo, não é?

E como disse Joseph Pulitzer:

"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."


Você é bem mais inteligente que isso...

quinta-feira, outubro 09, 2014

Orgulho de ser nordestino!

 
 
 
Para ser bem sincera, esses ataques aos nordestinos não conseguem me afetar. Digo, pelo nível dos atacantes.
Penso que há neles um misto de ignorância, preconceito, burrice, falta de informação e uma pitada de inveja.
Esses defeitos não conseguem me enfurecer, apenas me fazem sentir uma pena...
Sempre tive dó de pessoas ignorantes, preconceituosas, burras mal informadas e invejosas. Até porque, com exceção da inveja, são defeitos facilmente corrigíveis com leitura, estudo, trabalho e determinação, e se elas preferem mantê-los, é porque são preguiçosas! (Ops... Preguiça é coisa de baiano, né?)
Ah! E espero... Com o tombo deles, eu confesso que me divirto. E muito. Porque ninguém é perfeito...
Sou dessas.
Agora, se você se sentir ofendido, exerça seu direito e faça uma denúncia nesse site do Ministério Público Federal:
 
 
 
 
 
Claudia Fernandes.

terça-feira, outubro 07, 2014

Esse FHC é um pândego...


 
 
 
FHC anda fumando muita maconha mesmo...
Esqueceu que Minas Gerais votou em peso na Dilma e os mineiros ainda escolheram um governador do PT!
Eles não são burros e desinformados também?

Não, claro, afinal Minas não é Nordeste, é Sudeste.
Aham...
 
 
 
Sem mais.
 
 
Claudia Fernandes.

quinta-feira, julho 24, 2014

#Cansada




Caso alguém perceba que estou começando a ficar menos contestadora ou didática do que antes, saiba que não é porque deixei de ser assim, e só cansaço mesmo.

Apenas cansei de, como dizia minha mãe, dar soco em ponta de faca.

Cansei de bater sempre de frente contra argumentos preconceituosos, mal informados, sem conteúdo ou forma, classistas, vira-latas (ainda uso esse termo por falta de outro), elitistas, desconexos, machistas, vingativos, etc.

Não, não, os donos desses argumentos não têm culpa alguma. A culpa é toda minha. Reconheço.

Querer dialogar com árvores?

Fazer-se entender a qualquer custo?

Enriquecer o debate falado em outra "língua"?

Eu e meu eterno didatismo utópico...

Que continuem achando que informação é conhecimento e acreditando que sabem tudo porque leram numa péssima revista ou viram no JN. Está certo também. Não está?

Vou começar a virar as costas, fechar os ouvidos...

Mas, nesse caso, e porque sou uma pessoa extremamente generosa, me reservo o direito de lhes desejar boa sorte no caminho escolhido.

De minha parte, tentarei, com todas as forças (porque não é fácil para mim) não me interpor entre essas pessoas, suas neuroses e/ou miopia acentuada.

Para esses propósitos, recomendo a consulta com um psicólogo ou oftalmologista (eu mesma já faço isso).

E que, nesse ínterim, possamos conviver da melhor maneira possível.

Eu aqui e lá eles!




Bjo,




Claudia.

sexta-feira, fevereiro 14, 2014

Implosão do eu iludido



Neste exato momento de minha vida, tenho refletido muito sobre um tema super importante, mas que só tinha feito parte da minha trajetória de forma teórica e filosófica, nunca na esfera pessoal, nem por observação próxima.

Nasci numa família basicamente masculina. Eram 5 homens: meu pai e 4 irmãos e apenas eu e minha mãe de mulheres.

Os homens da minha família sempre amaram profundamente as mulheres e sempre tiveram um respeito imenso por elas.

Meu pai cuidava da minha mãe como uma joia rara e meus irmãos nos traziam flores sempre que chegavam da rua.

Escolhi um homem para casar que nem deve saber o que a palavra machismo significa, pois entre nós nunca houve a menor distinção nesse sentido, pelo contrário, ele sempre manteve comigo a maior cordialidade e respeito possíveis.

Nunca tive que conviver com esse problema na escola, nem na universidade, pois em Letras, os alunos eram, em sua grande maioria, mulheres; e em Direito era meio a meio, e as mulheres ainda conseguiam se sobressair.

Trabalhei em lugares onde não havia diferença entre os sexos na prática profissional.

Ou seja, é aquele assunto que você já leu, já discutiu (em tese) sobre ele, já o criticou ferrenhamente, mas nunca o vivenciou na pele.

Pois não é que depois de uma vida inteira, fui oficialmente apresentada a esse indigesto senhor?

E não poderia ter sido em um lugar mais inusitado: uma reunião de condomínio. Já detalhei esse fato em outro texto.

Para entender melhor o contexto, leia isso: Apelo-Desabafo



Neste momento, meu mundo tremeu. Pode até não ter sido o exemplo de machismo do mundo. Certamente não foi. Mas para mim, até ali, tinha sido o mais chocante.

Foi então que vislumbrei a terrível cena que tantas mulheres já tiveram o desprazer de presenciar.

Homens que acham que mulheres são seres inferiores, num condomínio de classe média alta, onde deveriam morar, supostamente, pessoas, pelo menos, esclarecidas, e o que é mais assustador, em pleno século XXI!

Homens que não admitem ser questionados por uma mulher (geralmente mais inteligente e culta do que eles) e que, por esse motivo, preferem as burrinhas e submissas.

O universo paralelo no qual eu vivia, implodiu em minutos. E só restaram questionamentos e desilusão (mea culpa).

Se fosse correto dizer que a homossexualidade é uma questão de escolha (no que não acredito, pois cada um é o que é), provocaria meus amigos gays dizendo que os entendia bem, pois homem é algo, realmente, prazeroso.

Mas que hoje, entendia bem mais minhas amigas lésbicas, pois tenho conhecido uns homens que são verdadeiros chutes no saco! (deles, é claro!)



E aí?


Alguma amiga teria um exemplo de machismo que tenha sofrido, assim, bem de perto?


Gostaria muito de saber, de verdade!


Os homens podem relatar alguma situação que tenham visto também, fiquem à vontade.




Bjo,





Claudia.

quarta-feira, novembro 14, 2012

De repente, deu vontade de escrever.




De repente, deu vontade de escrever. 

Não por estar me sentindo bem ou em um momento fofo de minha vida, mas pelo contrário, estou passando por uma crise de depressão peso médio que se não posso chamar de "A pior da minha vida", também tem seus méritos sombrios de fazer tremer os mais incautos.

Como estou trabalhando em casa, isso, creio eu e meu psy, ajudou a iniciar um período de calmaria que foi se transformando em uma completa incapacidade de me mexer, de tomar iniciativas, de querer sair da cama, uma imobilidade sem fim.

Minha vida se tornou torrar dinheiro online na Sephora com perfumes, ver filmes e lutas da UFC na Sky, ler uma Vogue inteira em um dia, me aninhar com meus bichinhos e otras cositas mais sem a menor importância. Nem internet me interessa mais. Estou achando tudo tão chato e sem graça na rede. Tenho entrado tão pouco e saio bem rápido.

Só me alegro e saio dessa imobilidade atroz quando meu amor e fiel escudeiro, Júnior, está por perto. Não sei bem, mas muito mais por causa dele do que de mim.
Trabalho e faço tudo isso de madrugada, durmo o dia inteiro e quando a noite chega e com ela, Júnior, faço um pouco de conta que nada está acontecendo.

Acabei de me mudar para uma casa muito bacana, com jardim, piscina, banheira de hidromassagem e o escambal. Decorei-a todinha do meu jeito e, modéstia à parte, ficou lindinha. Até ganhei um carro novo. Ufa! 

Nunca fui a maior defensora da felicidade vazia, da ditadura da alegria, do "Está tudo ótimo". Mas cadê aquela pouca alegria que estava aqui? A disposição que eu tinha?

Sumiu. Não consigo encontrar. Nem uma sombra delas.

Quando minha mãe faleceu, ouvi muitas pessoas dizerem: "Com o tempo, melhora. Você vai seguir com sua vida." Acreditei. De verdade.

Mas quanto mais o tempo passa, sinto que minha vida perdeu o sentido, a motivação para tudo que eu fazia. Porque eu fazia tudo só esperando para ouvir a opinião dela.

Esse vazio não passou. Não melhorou, só piora. Não há uma trégua.

Sinto a falta dela, física mesmo.

Sou espiritualista, sei que ela não morreu, que hoje é um espírito, que deve estar bem, pois era uma pessoa maravilhosa em vida, sei disso tudo. Blá, blá, blá... Mas a falta é física, não tem nada de espiritual nisso. A dor que essa falta faz também. 

Ela não era apenas minha mãe. Ela era minha melhor amiga e confidente, para quem eu ligava 3, 4 vezes por dia para contar as novidades. Minha voz emudeceu.

Por exemplo, não faço questão de curtir meu carro, porque não posso levá-la para passear...

Decorar uma casa para mostrar a quem?

Espero que seja uma fase como algumas outras que já passaram por mim.

E que amanhã seja um novo dia. Sem escuridão, tristeza ou indiferença com a vida que me foi dada. Mas com luz, alegria e principalmente, vontade de sair, ver o sol, sorrir, chorar de emoção, enfim, de viver.


Bjo,



Claudinha.

segunda-feira, abril 05, 2010

Viva a Temporada das Flores!


Letra e música - Leoni


Só quem já esteve mergulhada em sombras, saberá entender o real sentido dessa música.

Só quando você já esteve lá, bem no fundo, e voltou à tona, percebe a maravilhosa sensação de enxergar o mundo em cores de novo.

E tudo então parece estar na Temporada das Flores.



Bjo.


Claudia Pinelli.





Letra:

Temporada Das Flores - Leoni


Que saudade agora me aguardem,
Chegaram as tardes de sol a pino,
Pelas ruas flores e amigos,
Encontro vestindo meu melhor sorriso,
Eu passei um tempo andando no escuro,
Procurando ñ achar as respostas,
Eu era a causa e saída de tudo,
Eu cavei com um túnel meu caminho de volta.

Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno a vida em cores,
Espera amor nossa temporada das flores.

Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno a vida em cores,
Espera amor nossa temporada das flores.

Eu te trago um Milhão de presentes,
Que eu achava que já tinha perdido,
Mas estavam na mesma gaveta,
Que o calor das pessoas e amor pela vida,
Me espera estou chegando com fome,
Procurando cambiar alma pra as flores,
E quando ouvir alguém falar no meu nome,
Eu te juro que pode acreditar nos rumores.








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quinta-feira, outubro 15, 2009

Assim caminha a humanidade...



...para a sua total destruição.

Sem mais comentários.



Claudia Fernandes





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sexta-feira, setembro 11, 2009

Esse não é o meu país.


O Meu País - Zé Ramalho


Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram - se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país

Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é com certeza o meu país

Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à global vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do carnaval
Mas não é com certeza o meu país


Um país que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio - x
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Um país que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fundo
Sem saber emergir da noite escura
Um país que engoliu a compostura
Atendendo a políticos sutis
Que dividem o brasil em mil brasis
Pra melhor assaltar de ponta a ponta
Pode ser o país do faz-de-conta
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo



#omeupaísfeelings



Preciso comentar alguma coisa?




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sexta-feira, agosto 14, 2009

Cuide bem de seu amor...

Cirurgia de lipoaspiração?
Herbert Vianna

Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo-as e muito mais piração?
Uma coisa é saúde outra é obsessão.
O mundo pirou, enlouqueceu.
Hoje, Deus é a auto-imagem.
Religião é dieta.
Fé, só na estética.
Ritual é malhação.

Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo, sentimento é bobagem.
Gordura é pecado mortal.
Ruga é contravenção.
Roubar pode, envelhecer não.
Estria é caso de polícia.
Celulite é falta de educação.
Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso.
A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?

A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem.
Imagem, estética, medidas, beleza.
Nada mais importa.
Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa.
Não importa o outro, o coletivo.
Jovens não tem mais fé, nem idealismo, nem posição política.
Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.

Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar correr, viver muito, ter uma aparência legal mas...
Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados aos vinte anos não é natural.
Não é, não pode ser.
Que as pessoas discutam o assunto.
Que alguém acorde.
Que o mundo mude.
Que eu me acalme.
Que o amor sobreviva.






Bravo!!!!!




Claudia Fernandes






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quarta-feira, abril 09, 2008

Gosta de sofrimento? Apóie as Olimpíadas da China.


Devemos divulgar essas barbaridades que acontecem nesse país, que foi escolhido para sediar as Olimpíadas, de qualquer forma, inclusive dessa acima.

Não é porque agora eles são os donos do dinheiro que temos que fechar os olhos para as atrocidades com os animais e com as pessoas do Tibet e da própria China.

Por que será que eles fazem isso por lá, massacram a população sem razão? Sem razão??? Será? Há uma razão, só deles, mas há.

O Tibet tem ouro, prata, e outras coisas valiosíssimas que qualquer nação imperialista gostaria muito de ter. E às custas delas, a China mata, espanca, mas fica cada vez mais rica. Mas o que poderia querer mais um país como esse nesse mundo sem valores espirituais, onde arrancar pele de chinchilas VIVAS para fazer casaco de madame é altamente natural?

Às vezes, penso que essa guerra(porque é uma guerra) parece mais uma piada que a qualquer momento irá acabar.

Como assim lutar, guerrear, matar, levar para as ruas para se manifestar Monges budistas, zen, uns caras que escolheram justamente o oposto como caminho de vida, um caminho de paz, de pobreza, enclausuramento??

E não pensem que eles quebraram essa barreira e foram para rua pelo ouro ou pela prata. Eles saíram para se manifestar em nome da LIBERDADE!


Libertar o Tibet??

Já passou da hora!!!


Abaixo a China!!!
E essa Olimpíada feita de sofrimento!!!





"Não somos Seres Humanos
passando por uma experiência espiritual.
Somos Seres Espirituais
passando por uma experiência humana"



Pierre Teilhard de Chardin





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sábado, fevereiro 16, 2008

Die Wehmut und Freude


(Foto de Ave de Cristal)



Sabe quando aquela urucubaca parece estar rondando nossas cabeças? Pois é.
Minha mãe está doente, fez uma cirurgia, ficou 8 dias internada e agora é minha vez de não de conseguir ficar em pé muito bem, sempre tonta, mas estou fazendo muitos exames.
Por enquanto é só.



Bjo para os amigos.






(Um adendo para demonstrar alegria porque a porra dessa vida não é só feita de tristeza, não é?)



Parabéns a meu sobrinho Igão, pela formatura em Direito! (Mais um, meu Deus... Affff... rs...)
Acho que minha ausência e a de Júnior foram mais que justificadas, né?
Sei que você será mais feliz nessa área do que sua tia sem juízo(eu).
Um recado: Tudo o que você fizer, faça com o coração!

Bjo gde.




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sexta-feira, dezembro 14, 2007

No more cruelty in China!!!!!










A partir de hoje, começo meu boicote solitário aos produtos da China e a essa Olimpíada infeliz(como puderam escolher para local de um evento tão grandioso, onde imperam a generosidade, o companheirismo e a saúde um circo de horrores como a China?!) e solidário aos animais sacrificados e mortos e os que ainda terão esse fim inaceitável. Faço isso porque preciso revelar, isto é, transbordar de dentro de meu ser, todo o meu repúdio à maneira desrespeitosa e cruel com que os chineses tratam os animais. Isso tem me deixado deprimida, e eu não gosto de ficar assim.
Dividindo com alguém talvez melhore.
Tomando alguma atitude, ainda que pequena, talvez ajude.
E é isso que estou fazendo.

Mandei um vídeo por email para meus amigos e recebi dezenas de respostas indignadas com tamanha barbaridade. A maioria não acreditou que aquilo podia ser verdade. Que um ser humano que se diz racional e superior a todos os outros seres podia fazer algo tão irracional e bárbaro.
Mas faz.
E repete.
Muitas vezes.
Sem a menor dor na consciência.

Essas imagens acima dão uma palhinha do cenário de tortura que é a relação homem-bicho naquele lugar. Mas na verdade, nem precisaria falar de bichos para se ter uma noção do tipo de mentalidade comum por aquelas bandas. Senão, vejamos, o tal controle da natalidade que acontece por lá. Matam-se crianças em nome de um controle demográfico!

Por isso, não compro mais produtos vindos e fabricados na China. E não concordo com o fato de um país com tantos problemas de saúde mental sediar um acontecimento tão ligado ao bem como as Olimpíadas.

Pronto, falei...

Ufa...

Ah... E se concordar comigo, entre nessa luta. Boicote os produtos chineses também(até porque a invasão desses produtos de baixíssima qualidade, além de quase sempre nos trazer dor de cabeça, ajuda diretamente no aumento do nosso desemprego).

Conto com sua sensibilidade e inteligência.





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sábado, novembro 17, 2007

Aluga-se um sorriso!


Atualmente,
quando sobre o Homem me pego a pensar,
quase sempre percebo em mim
uma sensação que de positiva não tem nada
e que ainda hoje consegue me preocupar.

E como é rara a situação
em que me sinto impelida de verdade a rir,
tive uma idéia de alugar um sorriso,
terceirizar uma boa risada
enfim, parar de mentir.

E então, você, caro amigo,
poderia me fazer um pequeno grande favor?
Você, para ajudar uma alma triste,
poderia sorrir no meu lugar,
e assim confundir sorriso com dor?


Claudia Pinelli Fernandes





"Choramos ao nascer
porque chegamos
a este imenso
cenário de dementes."


William Shakespeare




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domingo, novembro 11, 2007

Piada?




Piada ou realidade?


Em Jerusalém, uma repórter da TV vai ao "Muro das Lamentações" para entrevistar um velho palestino. Chegando ao local, vê que ele está rezando.

Depois de uma hora, o ancião pára de rezar e quando se prepara para deixar o local, ela o aborda:

- Bom dia, senhor! Eu sou da TV AL JAHZIRA e queria entrevistá-lo.

O senhor é a pessoa mais antiga que vem diariamente rezar aqui no muro. Há quanto tempo o senhor vem aqui para rezar?

- Ahh... Há uns 80 anos - responde o provecto senhor.

- Nossa! 80 anos! E o senhor rezou pedindo o quê, nestes anos todos?

- Rezo pela Paz entre judeus, muçulmanos e cristãos, rezo para que o ódio pare e que nossos filhos cresçam juntos em Paz e Amizade.

- E como o senhor se sente após 80 anos de orações diárias?

- Sinto-me como se estivesse falando com a parede...




E eu pergunto, com toda a minha tradição secular: esse pobre senhor está errado?



Bjo.





Claudia Fernandes




Definitivamente:

"Nunca haverá uma guerra boa ou uma paz má."


Benjamin Franklin







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domingo, outubro 07, 2007

Mais um desastre ecológico em Salvador!

Veja o vídeo:






Mais um desastre acontece por aqui. Qual será a consequência?
A mesma do Alphaville: vistas grossas, influências e o empreendimento está quase pronto.

Enfim, vivemos TODOS neste tal Estado de Direito? Ou o Direito é só o estado de alguns?

Costumo dizer que, quem após conseguir se formar em Direito(eu por exemplo), terminando os cinco longos anos, ainda pensa que o Direito é destinado ao povo e que a Justiça é para todos, não entendeu absolutamente nada!(o que não é meu caso)

O direito é instrumento de manutenção de um status quo, que mesmo aparentemente mudado, vai ser sempre o mesmo. Não se iluda!

Vamos ficar mais atentos, pois tem gente que pensa que pode mandar e desmandar e nada vai acontecer contra esse abuso, pois, além da tão real impunidade, sempre contará com bons advogados, que só são considerados bons porque sabem, como ninguém, achar as tais brechas nas lei e retardar o máximo possível alguma possível punição.

E sempre tem alguém que me pergunta horrorizado: Por que você abandonou o Direito??
Preciso responder?



Leia a notícia:

Aqui


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quinta-feira, setembro 20, 2007

Quem dera...




Quem dera os humanos
ainda se considerassem
anjos ou animais...
Talvez assim
eles relembrassem
o doce gosto da inocência perdida
e aproveitassem mais
a hoje ignorada sensação de ser livre.


Claudia Pinelli Fernandes


(Vale sublinhar que esse pássaro "poser" da foto é real. )





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sábado, abril 07, 2007

Dance, monkeys, dance!!!

Vejam isso:





Assistindo a esse vídeo, me lembrei de uma passagem de Matrix que eu adoro, e que aborda, de certa forma, esse mesmo assunto:

Ei-la:



"I'd like to share a revelation that I've had during my time here.

It came to me when I tried to classify your species.

I realized that you're not actually mammals.

Every mammal on this planet instinctively develops a natural equilibrium with the surrounding environment, but you humans do not.

You move to an area, and you multiply, and multiply, until every natural resource is consumed.

The only way you can survive is to spread to another area.

There is another organism on this planet that follows the same pattern:

A virus.

Human beings are a disease,
a cancer of this planet,
you are a plague,
and we are the cure."



(trecho de Matrix)





Bjo.







Música: Adrian Belew - Burned by the fire we make.

domingo, setembro 10, 2006

Amor até o fim...


Amor até o fim

Amor não tem que se acabar

Eu quero e sei que vou ficar

Até o fim eu vou te amar

Até que a vida em mim resolva se apagar


Amor não tem que se acabar

Eu quero e sei que vou ficar

Até o fim eu vou te amar

Até que a vida em mim resolva se apagar


O amor é como uma rosa num jardim

A gente cuida, a gente olha

A gente deixa o sol bater

Pra crescer, pra crescer


A rosa do amor tem sempre que crescer

A rosa do amor não vai despetalar

Pra quem cuida bem da rosa

Pra quem sabe cultivar


Amor não tem que se acabar

Até o fim da minha vida eu vou te amar

Eu sei que o amor não tem que se apagar

Até o fim da minha vida eu vou te amar

Gilberto Gil


Estava ouvindo essa música do Gil, quando concluí que, a cada dia que passa, fico mais convencida de que o amor é mesmo a melhor coisa da vida. Sou uma romântica incurável, extrema, no mais restrito sentido da palavra romântica, não esse do senso comum, claro.

Mas o meu ínfimo lado racional, que ainda se mantém, me grita que o amor também pode ser traiçoeiro.

Senão, vejamos:


Você sabe que está amando loucamente e acredita que o outro também está.

Dá-se a entrega, total, irrestrita, de corpo e alma.

O outro não consegue segurar a onda e prefere desistir desse amor.


Você sofre, chora...

Ele volta pedindo desculpas, dizendo que não dá para ficar sem você.

Você desculpa. Afinal, você ama...

Mais uma vez, você acredita que é amada também. E se sente feliz, segura.

Porque até agora tudo esteve bem. Carinho, palavras gentis, troca de elogios.

Novamente, o outro vê que a coisa está tomando uma proporção além do comum, o sentimento no peito dele está ficando insustentável, e desiste pela segunda vez.

Você sofre, chora, mas pensa: eu supero.

Ele volta pedindo desculpas, dizendo que só pensa em você e que prefere te ter da forma que for possível a não tê-la.

Você desculpa, afinal você ama, não é?

Uma terceira vez acontece.

Você sofre, mas não chora mais...

Ele pede desculpas. Você desculpa.

Mas será que você ainda ama mesmo?

Quem te garante que isso não voltará a acontecer?

Você analisa e pensa que ainda ama, que é amada, e que aquilo tudo aconteceu porque o outro estava inseguro por algum motivo, e acaba desculpando pela terceira vez.

Até pode ter tido a paciência, o amor, a generosidade de não pensar no quanto aqueles abandonos te machucaram, e delicadeza de perdoar não só uma, mas TRÊS vezes.

Porém, num momento em que tudo isso veio à mente e você ficou triste, e sem pensar, disse apenas que estava cansada da situação, só isso, sem querer, alimenta um dragão que termina por cuspir fogo de toda espécie em você.

Agressões, insultos, calúnias, tudo de mais terrível que uma pessoa pode ouvir logo da pessoa que acreditava amar.

Toda essa celeuma, quando na verdade uma palavra mais carinhosa já resolvesse.

A confusão se instala...

Será que ele é quem você pensava que fosse??

Será que não tem o equilíbrio de respirar, analisar a questão, e conversar como um adulto? Precisa partir para agressão? Mesmo?

Será que os momentos vividos não significaram absolutamente nada?

Sei lá, hoje, depois da barra pesada que passei e da qual ainda estou me recuperando, estou procurando ser zen, não me magoar com as coisas que vejo, nem que me dizem. Isto não é fácil, pelo contrário, é muito difícil para uma virginiana, de sangue italiano, acostumada a defender suas causas e idéias com unhas e dentes... Não é fácil, mas eu consigo. Percebi que isso faz de mim um ser muito melhor.

Mas depois disso tudo, fico a me perguntar se uma pessoa que passa por uma situação dessa, ainda pode acreditar no amor.

Aí vem de novo meu lado romântico extremo e diz:

Claro, porque o amor sempre vence...



Bjo.


Música: Amor até o fim do Gilberto Gil.

quarta-feira, junho 30, 2004

Calmaria


Posted by Hello

Os dias têm demorado tanto a passar...

Talvez deva ser essa minha falta de sono, sei lá.

Estou meio perdida com e no tempo.

Não consigo dormir e mesmo assim tenho que trabalhar...

Acho que não estou me saindo tão bem como costumava no trabalho, estou faltando às aulas de Ioga, passo horas ouvindo minhas músicas down, fico mais tempo do que deveria em frente ao computador, lendo mil coisas, perdida na rede.

Alguma coisa precisa acontecer comigo, urgentemente. Não sei o que, só sei que precisa. Para me sacudir. Estou entrando num estado de letargia que está começando a me preocupar...

Assisti a um filme no People & Arts ao qual já tinha assistido umas 5 vezes: As Pontes de Madison (The Bridges of Madison County). A coisa mais linda... Amo esse filme. De uma sensibilidade e delicadeza inacreditáveis.

E por coincidência, o tema do filme é justamente essas coisas que acontecem na nossa vida para mostrar que estamos vivos e que somos capazes de viver momentos lindos, mesmo que inexoravelmente passageiros.

Passageiros por falta de coragem de torná-los permanentes.

E para consolar essa covardia, fica a dúvida de que talvez não fossem tão lindos se não tivessem sido dessa forma.

Paradoxal, né? Triste também. Mas creio que a beleza está justamente aí...


The Gathering - Saturnine

The day you went away
You had to screw me over
I guess you didn't know
All the stuff you left me with
Is weight too much to handle
But I guess you don't care

You don't need to preach
You don't have to love me, all the time

Whatever on Earth possessed you
To make this bold decision
I guess you don't need me
While whispering those words
I cried like a baby
Hoping you would care

You don't need to preach
You don't have to love me, all the time

You don't have to preach
All the time


É isso.

Bjo.

Música: Saturnine do The Gathering.
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My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.