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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Um Trem para Lisboa.





"Tudo começa numa manhã chuvosa.

Uma mulher prepara-se para saltar de uma ponte de Berna.

Raimund Gregorius, um banal professor de grego e latim de 57 anos, evita o acto desesperado e fica surpreendido com o som de uma palavra. "Português", responde ela, ao ser questionada sobre a língua que fala. Antes de desaparecer da história ainda tem tempo de escrever um número de telefone na testa deste míope professor que descobre, por acaso, um livro de um autor português, Amadeu Inácio de Almeida Prado, intitulado Um Ourives das Palavras. Sem conseguir explicar o porquê, entra num comboio para Lisboa atrás deste médico que morreu 30 anos antes, em 1975, pouco depois da Revolução, numa descoberta do outro que acaba por ser uma descoberta de si próprio.

Comboio noturno para Lisboa gasta um tempo considerável a explorar as ideias contemplativas tanto as de Gregorious e as explorações filosóficas contidas no Diário de Prado. Epígrafos incluem Michel de Montaigne, Ensaios, livro segundo – Da inconstância das nossas acções e Fernando Pessoa, o Livro do desassossego.

Mercier usa várias actividades e subtemas para ajudar a explorar estes sujeitos auto-reflexivos, incluindo “viagens nocturnas, insónias, e sonhos de estar preso num lugar, mas ao mesmo tempo sentir-se à deriva e confuso acerca do sentido da vida” Com esta perspectiva introspectiva, Mercier é capaz de rever conceitos de “Quem somos nós”, “Como controlamos a experiência de vida” e “Quão frágil é a construção” "


Bjo.



Claudia.











“Cada um de nós é vários, é muitos,

é uma prolixidade de si mesmos.

Por isso aquele que despreza o ambiente

não é o mesmo que dele se alegra ou padece.

Na vasta colônia do nosso ser

há gente de muitas espécies,

pensando e sentindo diferentemente.”

Fernando Pessoa



Livro do Desassossego










Fonte: Wikipedia



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Prosaicos Poemas

4 comentários:

José Alberto Farias disse...

Somos, sim, complexos. Às vezes, perplexos.

Inês de Sousa Caldas disse...

Poderia indicar que o "seu" comentário foi retirado de outro blog (http://cagalhoum.blogspot.pt/2008/05/leituras_28.html).

Acho de muito mau gosto que copie um texto e que o passe por si mesma. Com certeza este comentário não vai ter aprovação, pelo que continuará a esconder-se atrás de palavras que não são suas, mas pelo menos fica a saber que não passou despercebida e que lamento imenso que tome o pensamento crítico como uma falácia. Deveria formar as suas próprias ideias, ou pelo menos, dar crédito a quem merece. Estou profundamente desiludida.

Atentamente,
Inês

Claudia Pinelli® disse...

Infelizmente, os leitores acima não prestaram a atenção necessária que se deve ter antes de se fazer uma crítica.

A fonte está embaixo do post - Wikipedia - e foi de lá que retirei tudo.

Peço desculpas, pois voltei ao site indicado e percebi que partes do texto haviam sido retirados, dessa forma, mantive aqui apenas o que continuava lá.

Se querem fazer críticas, que façam para a Wikipedia que não mencionou seu nome como fonte.

No mais, tenho esse blog e outros 3 e NUNCA publico nada sem fonte e quem me segue, sabe muito bem disso.

Att,


Claudia Fernandes.

Claudia Pinelli® disse...

Recentemente, assisti ao filme adaptado desse livro e voltei a esse post.

Para deixá-lo mais atualizado, devo dizer que retiraram a página da Wikipedia de onde retirei essas palavras acima.

Não sei o motivo, mas pelo menos ainda está lá o aviso da retirada.

Um abraço,

Claudia Fernandes.

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Minha família

My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.