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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.

Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.

Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.




Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®



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domingo, agosto 03, 2014

As I Lay Dying



Um dos filmes mais tristes, melancólicos e densos que eu já assisti. 

Baseado na obra de William Faulkner, traduz o suprassumo do drama, do início ao fim, sem tomar um fôlego sequer. 

Cada personagem possui uma dor própria, mesmo com um sofrimento em comum: a morte da matriarca e a saga da família para enterrá-la no local desejado em vida (certamente, por isso, o título em português é O último desejo).

A música é outro personagem da história. Melancólica e sublime. 

Gostei muito da direção de James Franco. Mostrou muito talento e sensibilidade.

Só quem já assistiu a esse filme, pode dizer que conhece, de fato, um verdadeiro drama.










Bjo,










Claudia.

segunda-feira, janeiro 06, 2014

Laugh and let laugh, please!




Eu leio umas coisas aqui na internet que realmente me deixam, no mínimo, preocupada.

É tanta gente chata, mal humorada e cheia de julgamentos sobre tudo e todos!

Por que cada um não vive a sua vida e deixa o outro viver a dele em paz?

Infelizmente, prevejo algo sombrio: chegará um dia em que será proibido por lei ter uma opinião contrária a uma pré-determinada, ter senso de humor, e, ao final, até sorrir.

Espero já estar morta até lá.

É muita gente querendo ser polícia da vida alheia, do sorriso alheio. 

Um saco!

E não confunda: ser triste é uma coisa, estar triste é outra; estar de mau humor é normal, viver de mau humor é patológico.




Bjo,










Claudinha.

quarta-feira, novembro 14, 2012

De repente, deu vontade de escrever.




De repente, deu vontade de escrever. 

Não por estar me sentindo bem ou em um momento fofo de minha vida, mas pelo contrário, estou passando por uma crise de depressão peso médio que se não posso chamar de "A pior da minha vida", também tem seus méritos sombrios de fazer tremer os mais incautos.

Como estou trabalhando em casa, isso, creio eu e meu psy, ajudou a iniciar um período de calmaria que foi se transformando em uma completa incapacidade de me mexer, de tomar iniciativas, de querer sair da cama, uma imobilidade sem fim.

Minha vida se tornou torrar dinheiro online na Sephora com perfumes, ver filmes e lutas da UFC na Sky, ler uma Vogue inteira em um dia, me aninhar com meus bichinhos e otras cositas mais sem a menor importância. Nem internet me interessa mais. Estou achando tudo tão chato e sem graça na rede. Tenho entrado tão pouco e saio bem rápido.

Só me alegro e saio dessa imobilidade atroz quando meu amor e fiel escudeiro, Júnior, está por perto. Não sei bem, mas muito mais por causa dele do que de mim.
Trabalho e faço tudo isso de madrugada, durmo o dia inteiro e quando a noite chega e com ela, Júnior, faço um pouco de conta que nada está acontecendo.

Acabei de me mudar para uma casa muito bacana, com jardim, piscina, banheira de hidromassagem e o escambal. Decorei-a todinha do meu jeito e, modéstia à parte, ficou lindinha. Até ganhei um carro novo. Ufa! 

Nunca fui a maior defensora da felicidade vazia, da ditadura da alegria, do "Está tudo ótimo". Mas cadê aquela pouca alegria que estava aqui? A disposição que eu tinha?

Sumiu. Não consigo encontrar. Nem uma sombra delas.

Quando minha mãe faleceu, ouvi muitas pessoas dizerem: "Com o tempo, melhora. Você vai seguir com sua vida." Acreditei. De verdade.

Mas quanto mais o tempo passa, sinto que minha vida perdeu o sentido, a motivação para tudo que eu fazia. Porque eu fazia tudo só esperando para ouvir a opinião dela.

Esse vazio não passou. Não melhorou, só piora. Não há uma trégua.

Sinto a falta dela, física mesmo.

Sou espiritualista, sei que ela não morreu, que hoje é um espírito, que deve estar bem, pois era uma pessoa maravilhosa em vida, sei disso tudo. Blá, blá, blá... Mas a falta é física, não tem nada de espiritual nisso. A dor que essa falta faz também. 

Ela não era apenas minha mãe. Ela era minha melhor amiga e confidente, para quem eu ligava 3, 4 vezes por dia para contar as novidades. Minha voz emudeceu.

Por exemplo, não faço questão de curtir meu carro, porque não posso levá-la para passear...

Decorar uma casa para mostrar a quem?

Espero que seja uma fase como algumas outras que já passaram por mim.

E que amanhã seja um novo dia. Sem escuridão, tristeza ou indiferença com a vida que me foi dada. Mas com luz, alegria e principalmente, vontade de sair, ver o sol, sorrir, chorar de emoção, enfim, de viver.


Bjo,



Claudinha.

terça-feira, setembro 14, 2010

Terrorismo Ácido


Os rostos destas mulheres foram mutilados com ácido, e este é o trabalho de imbecis que se acham homens.

Esta é a estranha forma de resolver os problemas (ou apenas vingança) no Paquistão.


“Terrorismo Ácido” contra mulheres



Irum Saeed, 30, posa para uma fotografia em seu escritório na Universidade Urdu de Islamabad, Paquistão. Irum foi queimada no rosto, costas e ombros há doze anos, quando um rapaz de quem ela rejeitou o pedido de casamento, jogou ácido sobre ela no meio da rua. Ela foi submetida a cirurgia plástica por 25 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.




Shameem Akhter, 18, posa para uma fotografia em sua casa em Jhang, Paquistão. Shameem foi estuprada por três rapazes que jogaram ácido nela, há três anos atrás. Shameem foi submetida a cirurgia plástica por 10 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.




Najaf Sultana, 16, posa para uma fotografia em sua casa em Lahore, Paquistão. Com a idade de cinco anos, Najaf foi queimada pelo pai dela, enquanto ela estava dormindo, aparentemente porque ele não queria ter uma outra menina na família. Como resultado da queima, Najaf ficou cega após ter sido abandonada por seus pais. Ela agora mora com parentes. Ela foi submetida a cirurgia plástica por cerca de 15 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.




Shehnaz Usman, 36, posa para uma fotografia em Lahore, Paquistão. Shehnaz foi queimada com ácido por um parente devido a uma disputa familiar há cinco anos. Shehnaz foi submetida a cirurgia plástica por 10 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.




Shahnaz Bibi, 35, posa para uma fotografia em Lahore, Paquistão. Dez anos atrás Shahnaz foi queimada com ácido por um parente devido a uma disputa familiar. Ela nunca passou por cirurgia plástica.



Kanwal Kayum, 26, ajusta o véu com que ela posa para uma fotografia em Lahore, Paquistão. Kanwal foi queimada com ácido há um ano, por um rapaz de quem ela rejeitou o pedido casamento. Ela nunca passou por cirurgia plástica.


Munira Asef, 23, posa para uma fotografia em Lahore, Paquistão. Munira foi queimada com ácido, há cinco anos, também por um menino rejeitado por ela. Ela foi submetida a cirurgia plástica 7 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.




MEMUNA Khan, 21, posa para uma fotografia em Karachi, no Paquistão. Menuna foi queimada por um grupo de meninos que jogaram ácido sobre ela para resolver uma disputa entre seus familiares e os de Menuna. Ela passou por cirurgia plástica 21 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.



Zainab Bibi, 17, ajusta o véu que ela posa para uma fotografia em Islamabad, Paquistão. Zainab foi queimada em seu rosto com ácido jogado por um menino rejeitado, há cinco anos. Ela foi submetida a cirurgia plástica várias vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.



Naila Farhat, 19, posa para uma fotografia em Islamabad, Paquistão. Naila foi queimada em seu rosto com ácido jogado por um namorado ciumento há tres anos. Ela foi submetida a cirurgia plástica várias vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.


Saira Liaqat, 26, posa para a câmera, mostrando um retrato de si mesma, antes de ser queimada, em sua casa em Lahore, Paquistão. Quando ela tinha quinze anos, Saira era casada com um parente, que mais tarde, iria atacá-la com ácido depois de ter exigido dela que fosse viver com ele em outra cidade, embora as famílias tivessem concordado que ela não iria acompanhá-lo até que ela terminasse a escola. Saira foi submetida a cirurgia plástica 9 vezes para tentar se recuperar de suas cicatrizes.



Fotografias: Dani Roeder

Resumindo, no Paquistão, qualquer insatisfação por parte dos homens, com relação às mulheres, dá a eles o direito de jogar ácido nos rostos e corpos destas mulheres e nada acontecer com eles, isto é, cometem um crime bárbaro como esse e saem impunes. E percebam que não são só namorados enciumados ou rejeitados, mas ambém PAIS revoltados por terem MAIS uma filha!!

Um terror! Algo quase inacreditável de tão brutal!

Dizem que a idade traz equilíbrio, lucidez e prrincipalmente sabedoria.

Nem sempre!!

O povo paquistanês é antiquissimo e parece que ainda não aprendeu absolutamente nada!!

Que Deus proteja essas e outras milhares de vítimas anônimas perdidas por esse mundo de terror!

Um bjo,

Claudinha.







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Omnes Angeli

quinta-feira, agosto 19, 2010

Salvador, Terra do Rock'n'roll!!




Marceleza fazendo show em Salvador! Imperdível!!

EU viou!


Bjo,

Claudinha.

quinta-feira, julho 22, 2010

O mundo inteiro deve ver este vídeo!




Quem sabe as pessoas do mundo que ainda usam o racismo como desculpa para várias formas de invasão, não perceba, através das palavras tocantes de um soldado, que sofreu na pele por causa desse racismo, que esse comportamento precisa ser extinto da Terra!!



Bjo,


Claudia Pinelli.



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segunda-feira, julho 05, 2010

À flor da pele...



Existe cena do cinema mais linda e ao mesmo tempo tão triste?

Não me canso de ver, de chorar, de me emocionar com essa poesia em forma de imagem cinematográfica.

Cena do filme As Pontes de Madison (The Bridges of Madison County) com Meryl Streep e Clint Eastwood.


Já escrevi sobre esse filme antes:


Calmaria




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segunda-feira, abril 05, 2010

Viva a Temporada das Flores!


Letra e música - Leoni


Só quem já esteve mergulhada em sombras, saberá entender o real sentido dessa música.

Só quando você já esteve lá, bem no fundo, e voltou à tona, percebe a maravilhosa sensação de enxergar o mundo em cores de novo.

E tudo então parece estar na Temporada das Flores.



Bjo.


Claudia Pinelli.





Letra:

Temporada Das Flores - Leoni


Que saudade agora me aguardem,
Chegaram as tardes de sol a pino,
Pelas ruas flores e amigos,
Encontro vestindo meu melhor sorriso,
Eu passei um tempo andando no escuro,
Procurando ñ achar as respostas,
Eu era a causa e saída de tudo,
Eu cavei com um túnel meu caminho de volta.

Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno a vida em cores,
Espera amor nossa temporada das flores.

Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno a vida em cores,
Espera amor nossa temporada das flores.

Eu te trago um Milhão de presentes,
Que eu achava que já tinha perdido,
Mas estavam na mesma gaveta,
Que o calor das pessoas e amor pela vida,
Me espera estou chegando com fome,
Procurando cambiar alma pra as flores,
E quando ouvir alguém falar no meu nome,
Eu te juro que pode acreditar nos rumores.








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quinta-feira, outubro 15, 2009

Assim caminha a humanidade...



...para a sua total destruição.

Sem mais comentários.



Claudia Fernandes





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quarta-feira, setembro 30, 2009

Meditar é o caminho!








Esse vídeo (dividido em 3 partes) é a palestra de um monge budista - nascido na França - chamado Matthieu Ricard, em que ele fala sobre a busca pela felicidade e como a meditação pode encurtar esse caminho.

Vale a pena ver e rever para aprender.



Bjo,




Claudia Fernandes.






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terça-feira, dezembro 16, 2008

Estamos mesmo em crise???



Do diretor de criação de uma agência, sobre a crise mundial.

"Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.

Os slides se sucedem.

Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.

Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.

A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.

Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.

Resolver, capicce?

Extinguir.

Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.

Com 120 bilhões, o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.

Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.
Bancos e investidores.

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.

Se quiser, repasse para seus amigos, se não, o que importa?

O nosso almoço tá garantido mesmo..."



Sem comentários.



Claudia Fernandes

terça-feira, novembro 11, 2008

Onde você colocou o sal?



ONDE VOCÊ COLOCOU O SAL?


O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.

- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.

- Ruim - disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:

- Beba um pouco dessa água.

Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:

- Qual é o gosto?

- Bom! - disse o rapaz.

- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.

- Não - disse o jovem.

O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.

Em outras palavras:

É deixar de ser copo, para tornar-se um lago.



Este texto é de uma sabedoria ímpar. E é exatamente o que eu precisava ler nesse momento. Para mim, serviu como uma aula salutar.


Bjo.







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sexta-feira, novembro 07, 2008

Esqueça o passado, se for capaz...




O vazio me toma por completo
As coisas teimam em não fazer muito sentido


Choro

Quando penso na vida, Nela, em mim, na saudade, choro



Oro

Para pedir que uma força divina, espiritual, angelical, venha me dar a mão, oro



Quando sinto que a qualquer momento,
vai ecoar da minha garganta,
ou um grito de dor,
ou só um surdo lamento
vejo que meu auto-controle é um traidor,
e já não mais vivo, na verdade
claro para mim é que sem Ela
o vazio impera
e eu aqui perdida,
implorando
tolamente
pela mais curta espera.



Tenho vergonha de assumir,
talvez por medo ou covardia
mas o que realmente queria
era pedir socorro
porém socorro para quem?
quem pararia sua vida para me ajudar?
pois, apesar de "bem de saúde" estar
e mesmo lutando com todas as minhas forças
solitariamente,
ao invés de esperar o socorro
sinto que pouco a pouco,
eu também morro.


Claudia Fernandes









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quarta-feira, outubro 15, 2008

Minha luz, meu amor, meu tudo.




Sei que não está aqui perto de mim fisicamente, mas também sei que esse "fisicamente" é tão limitado, não é?

Tenho a mais clara certeza de que sempre estará comigo, do meu lado, me ouvindo contar as minhas coisas, as novidades quentinhas para você, pois sei que estará me ouvindo e sussurrando no fundo da minha alma algo carinhoso ou bem humorado, suas marcas registradas.

Mãe, você foi a minha maior desculpa para viver, pois sempre vivi para te ver feliz. Meu amor por você já dura várias vidas e sei que ainda durará muitas outras porquanto estamos ligadas pelo amor puro.

Apesar da dor inenarrável, resta o consolo de que você está bem, se recuperando, para assim recomeçar seu eterno trabalho baseado na fé e na caridade, ajudando espíritos que necessitam de ajuda.

E se hoje sei que nasci(bem atrasada, por sinal) para mudar a sua vida, transformar uma mulher que vivia sozinha entre 1 marido e 4 filhos, todos homens, sem muita oportunidade, numa mulher que saiu para batalhar e trabalhar fora já com 50 anos, se essa era minha missão, todas as discussões que tive com quem quer que seja, sendo sempre considerada a ovelha negra, a rebelde, e assim fazer de você uma mulher livre, com seu salário, sua autonomia, valeram muito a pena. E fico muito feliz.

Tento fazer homenagens a sua altura, mas sempre acho que ficam sempre muito, mas muito aquém de tudo o que você representou para mim.

Mas como sua simplicidade é marcante, sei que serei desculpada.

Um beijo, meu amor..

E até breve.


Sua única filha.

Claudinha



MyHotComments.com






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terça-feira, outubro 14, 2008

It`s exactly how I`m feeling now...



"Employed" by Beverly Rollwagen, from She Just Wants. © Nodin Press.


Employed

She just wants to be employed
for eight hours a day.
She is not interested in a career;
she wants a job
with a paycheck and free parking.
She does not want to carry a briefcase filled
with important papers to read after dinner;
she does not want to return phone calls.
When she gets home,
she wants to kick off her shoes
and waltz around her kitchen singing,



"I am a piece of work."




Genial!



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segunda-feira, outubro 06, 2008

Luto!





Minha mãe faleceu hoje, às 6;30 h da noite.


O enterro será amanhã, às11 h da manhã, no cemitério Bosque da Paz.


Não estou triste, porque sei que agora ela está realmente livre de todo tipo de sofrimento, e que a vida que ela procurou levar enquanto estava presa em seu envoltório carnal me assegura que somente bons espíritos e seu anjo guardião vieram buscá-la para então ter a felicidade de reencontrar seus entes queridos que a precederam nesta viagem.


Mas a saudade ainda me consome e tenho plena certeza de que será muito difícil não chorar em certos momentos.


Mas resta o consolo de que algum dia, mais cedo ou mais tarde, nós nos reencontraremos, pois o amor que eu tinha por essa mulher e o que ela tinha por mim são eternos e nenhuma separação momentânea irá abater ou mesmo me desencorajar em acreditar nesse futuro que nos aguarda.


Minha mãezinha e amiga querida, até logo!


Beijos agradecidos por tudo que você me deu de amor, educação, valores, etc, por tudo que significou em termos de mulher e mãe, e que representou no que se refere a uma inabalável probidade e correção moral, enfim, meu único e eterno modelo a seguir.



Saudades eternas.



Terezinha Pinelli Machado Rêgo



24/05/1933 __________ 05/10/2008



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quarta-feira, fevereiro 20, 2008

A tristeza tem uma cara?


A tristeza tem uma cara?


Será que a tristeza tem um rosto? E a saudade, a inveja, o ódio?

Será que esses sentimentos podem ser materializados através de uma imagem?

Talvez eles não possuam uma única imagem que o representem, mas muitas.

Fotos, ícones, pinturas, etc..

E, às vezes, nós mesmos nos tornamos outdoors da imagem desses sentimentos.

Quem nunca olhou para um amigo notadamente irritado e perguntou:


- Você está aborrecido?

Quantas vezes você saiu para trabalhar com uma cara de cansado e sempre alguém mencionava esse fato?

Porque era claro, estava na sua "cara"!

Pois é, neste exato momento, faço publicidade gratuita para a imagem da tristeza.

Ela tem estado tão presente em minha vida nessas últimas semanas, que o meu rosto já se transfigurou na sua imagem.

A vida é engraçada. Adora pregar peças. Quando você está se sentindo bem, animada, ela deve pensar:

- Agora não. Quem manda aqui sou eu!!!


E solta-lhe uma boa rasteira.


E o que é pior, é que geralmente você cai.



Ma che vida bagascia!!!



Claudia Fernandes




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sábado, fevereiro 16, 2008

Die Wehmut und Freude


(Foto de Ave de Cristal)



Sabe quando aquela urucubaca parece estar rondando nossas cabeças? Pois é.
Minha mãe está doente, fez uma cirurgia, ficou 8 dias internada e agora é minha vez de não de conseguir ficar em pé muito bem, sempre tonta, mas estou fazendo muitos exames.
Por enquanto é só.



Bjo para os amigos.






(Um adendo para demonstrar alegria porque a porra dessa vida não é só feita de tristeza, não é?)



Parabéns a meu sobrinho Igão, pela formatura em Direito! (Mais um, meu Deus... Affff... rs...)
Acho que minha ausência e a de Júnior foram mais que justificadas, né?
Sei que você será mais feliz nessa área do que sua tia sem juízo(eu).
Um recado: Tudo o que você fizer, faça com o coração!

Bjo gde.




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sexta-feira, dezembro 14, 2007

No more cruelty in China!!!!!










A partir de hoje, começo meu boicote solitário aos produtos da China e a essa Olimpíada infeliz(como puderam escolher para local de um evento tão grandioso, onde imperam a generosidade, o companheirismo e a saúde um circo de horrores como a China?!) e solidário aos animais sacrificados e mortos e os que ainda terão esse fim inaceitável. Faço isso porque preciso revelar, isto é, transbordar de dentro de meu ser, todo o meu repúdio à maneira desrespeitosa e cruel com que os chineses tratam os animais. Isso tem me deixado deprimida, e eu não gosto de ficar assim.
Dividindo com alguém talvez melhore.
Tomando alguma atitude, ainda que pequena, talvez ajude.
E é isso que estou fazendo.

Mandei um vídeo por email para meus amigos e recebi dezenas de respostas indignadas com tamanha barbaridade. A maioria não acreditou que aquilo podia ser verdade. Que um ser humano que se diz racional e superior a todos os outros seres podia fazer algo tão irracional e bárbaro.
Mas faz.
E repete.
Muitas vezes.
Sem a menor dor na consciência.

Essas imagens acima dão uma palhinha do cenário de tortura que é a relação homem-bicho naquele lugar. Mas na verdade, nem precisaria falar de bichos para se ter uma noção do tipo de mentalidade comum por aquelas bandas. Senão, vejamos, o tal controle da natalidade que acontece por lá. Matam-se crianças em nome de um controle demográfico!

Por isso, não compro mais produtos vindos e fabricados na China. E não concordo com o fato de um país com tantos problemas de saúde mental sediar um acontecimento tão ligado ao bem como as Olimpíadas.

Pronto, falei...

Ufa...

Ah... E se concordar comigo, entre nessa luta. Boicote os produtos chineses também(até porque a invasão desses produtos de baixíssima qualidade, além de quase sempre nos trazer dor de cabeça, ajuda diretamente no aumento do nosso desemprego).

Conto com sua sensibilidade e inteligência.





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quarta-feira, dezembro 12, 2007

2ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul




A 2ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul leva a oito capitais brasileiras(curiosamente Salvador não faz parte das oito!), entre 4 e 16 de dezembro de 2007, uma nova reflexão sobre o cenário geral, as encruzilhadas, dilemas, dores e esperanças que envolvem o sonho da liberdade e os imperativos de construção da igualdade em Nuestra América, onde a solidariedade desponta como novo nome da fraternidade proclamada pelos revolucionários de 1789.

Pela segunda vez, começando a consolidar uma série que deverá firmar-se ao longo dos anos, o casamento feliz entre a magia do cinema e as utopias dos Direitos Humanos oferece ao Brasil um caleidoscópio de povos, grupos, segmentos, cores, sons, falas, gemidos, denúncias, clamores e risos que fotografam a alma latino-americana.

De quatro capitais em dezembro de 2006, pulamos agora para oito: Brasília, Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Conseguiremos alcançar 16 capitais em 2008? Todas elas em 2009? Quantas cidades brasileiras nos anos seguintes? O desafio está lançado. O governo do Presidente Lula cuidará de cumprir sua parte nesse esforço que precisa seguir adiante nos anos seguintes.

Sob a curadoria do cineasta Giba Assis Brasil, foram selecionadas produções sul-americanas que trazem closes sobre os muitos temas contidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU. Esse documento histórico, incomparável como síntese de um projeto civilizador para toda a humanidade, faz aniversário em 10 de dezembro e completará 60 anos em 2008.

De 1948 até hoje, não se pode pretender que seus 30 artigos tenham concretizado as metas lançadas para se construir um mundo sem guerras, assentado na justiça. Mas seu velho e belo texto persiste como serena voz de autoridade, fixando exigências para que a paz tenha finalmente alguma chance no planeta, inspiradas na formulação poética de seu artigo primeiro: “livres e iguais em dignidade e direitos nascem todos os homens”.

Por meio do cinema é possível alargar a discussão sobre a importância da diversidade, do pluralismo, da solidariedade e da tolerância. Enfrentamos, assim, os bloqueios que ainda prendem a idéia de Direitos Humanos, de forma manipulada, a uma interpretação negativa que acusa seus defensores, na mais branda das versões, de serem meros aliados dos presos ou dos jovens em conflito com a lei.

A seleção de filmes destaca o direito à diferença como riqueza da condição humana, não um limite ou algema. Gênero, cor da pele, diversidade sexual, idade, crenças, tradições culturais, classe social, idéias políticas, vulnerabilidades, limitações e deficiências: eis as cores múltiplas do grande arco-íris chamado Direitos Humanos. As câmeras, as telas e as narrativas da Mostra demonstram esse fato com nitidez.

Todos os filmes, inclusive os brasileiros, terão legendas para incluir as pessoas que não ouvem. Haverá sessões orientadas a deficientes visuais. Grupos vinculados às distintas militâncias serão convidados a assistirem juntos às produções relacionadas com suas atividades: crianças e adolescentes, memória da repressão política, direitos indígenas, igualdade racial, conflitos rurais, segmento GLBT, pessoas com deficiência, idosos, sistema prisional, trabalho escravo, sem-teto, luta pela terra, combate à fome, militância cultural, muitos outros.

A mostra é inteiramente gratuita, buscando democratizar o acesso à cultura e fazendo do próprio evento uma celebração concreta dos Direitos Humanos.

Para os debates foram convidados representantes de diversos países da América do Sul e regiões brasileiras, entre cineastas, intelectuais e ativistas, visando a enriquecer e arejar a discussão em torno das questões suscitadas pelos filmes.

A 2ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é uma realização da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Cinemateca Brasileira, ligada ao Ministério da Cultura, e do SESC SP. Conta ainda com o apoio do Ministério das Relações Exteriores e com importante patrocínio da Petrobras.

Ministro Paulo Vannuchi Secretaria Especial dos Direitos Humanos

Texto retirado do Site oficial



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Vale lembrar que tudo isso, todos esses filmes, toda essa discussão, toda essa porta aberta para a cultura, para o conhecimento, para uma nova percepção de mundo e, conseqüentemente, para o crescimento pessoal é de graça. De graça! Mas mesmo assim, nós de Salvador, por exemplo, não teremos esse prazer, ou mesmo o direito de nos deliciar com cultura e nos embebedar com arte e cidadania.

Fico me perguntando o porquê disso. Por que capitais menores como Belém ou Fortaleza(que bom para elas!) terão a mostra e Salvador não? Alguém saberia me esclarecer como é feita essa escolha? São inclusões aleatórias, leia-se políticas? Ou as cidades têm alguma participação com investimentos ou algum tipo de apoio?

Pergunto isso porque se for o primeiro caso o motivo da ausência de Salvador nessa lista, minha indignação vai para a organização, para os patrocinadores, para Giba Assis Brasil, para o Ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, para o Ministro da Cultura, para Lula e junto com ela mando um apelo veemente para que na próxima edição todos eles reavaliem essa relação de cidades. Salvador, meus caros! Berço da cultura, berço do Brasil!

Se for o segundo, minha crítica vai para o prefeito da cidade que ao demonstrar total desinformação e insensibilidade ou não se dar ao trabalho de perceber que uma mostra de cinema em que o tema central é o tema dos Direitos Humanos e a cujas obras qualquer pessoa pode ter acesso gratuitamente é de extrema importância para uma cidade como Salvador, cantada em verso e prosa como uma cidade da cultura, mas que carece de eventos, de propostas ricas e interessantes como essa, perdeu a oportunidade de tentar reverter a péssima imagem que vem construindo na (con)gestão da cidade.


É isso.





Claudia Fernandes


Nota do editor(eu): Fiquei sabendo que os filmes foram veiculados aqui na Sala Walter da Silveira, mas a divulgação, inexplicavelmente, seria quase nula se não fosse alguns raros sites, como o Aldeia Nagô. Mas ainda fico a me perguntar, por que tão pouca divulgação? Será que o grande público não é bem vindo a um evento como esse, que debate os Direitos Humanos?
E mesmo assim, essa Mostra não se resume aos filmes. Há os debates, que, ao final, podem ser mais educativos do que as películas.





"Há algum interesse próprio por trás de toda amizade.
Não há amizade sem interesses próprios
Isto é uma amarga verdade."

Chanakya (Indian politician)





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Minha família

My kind of Spirit...


You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.