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Comecei a escrever no momento em que percebi que só pensar não mais me satisfazia.
Precisava transbordar todo aquele pensamento que só ao meu universo de idéias pertencia.
Hoje, escrevo por pura necessidade, por irresistível vício e por agradável teimosia.
Claudia Pinelli Rêgo Fernandes ®
sexta-feira, janeiro 17, 2014
Qual o caminho?
quinta-feira, novembro 03, 2011
ANÁLISE SOCRÁTICA DOS TEMPOS ATUAIS

quarta-feira, fevereiro 10, 2010
Da minha precoce nostalgia

terça-feira, novembro 11, 2008
Onde você colocou o sal?

ONDE VOCÊ COLOCOU O SAL?
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! - disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? - perguntou o Mestre.
- Não - disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.
Em outras palavras:
É deixar de ser copo, para tornar-se um lago.
Este texto é de uma sabedoria ímpar. E é exatamente o que eu precisava ler nesse momento. Para mim, serviu como uma aula salutar.
Bjo.
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quinta-feira, dezembro 06, 2007
Uma piadinha para relaxar...

E eu digo: estamos quites... Hehehe...
"A vida tem a cor que você pinta."
quinta-feira, novembro 01, 2007
Happy Hallow's eve!

Happy Halloween, folks...
Na falta de festas nacionais que as pessoas considerem interessantes e bacanas, importamos essa que não tem absolutamente nada a ver conosco, mas que festejamos como se sua origem fosse aqui...
Falo isso, porque sempre que chega essa época, reflito sobre esse fato.
Uma certa ocasião, meus alunos me pediram freneticamente que eu fizesse uma festinha de Halloween para comemorar. Eu fiz. Comprei abóboras, chapéus de bruxa, faquinha de mentira, velinhas roxas, etc...
Mas antes perguntei:
- Comemorar o quê, afinal?
- Ah, sei lá...
E eu retruquei:
- Em São João, vocês não tiveram esse mesmo interesse.
- Ah, São João é chato.
- Claro, claro... Legal é festa estrangeira. A nossa é chata.. Claro...
Logo após, eu ministrei uma aula mostrando a riqueza de nossas festas, folclore, etc... E o quanto nossas tradições e costumes podem ser muito bacanas.
Todo ano, esse pequeno diálogo me faz repensar essa festa e o porquê desse hype todo em torno de uma festa importada, sem nenhuma referência no nosso folclore...
Acabei fazendo a festa porque leciono Língua Inglesa e uma semana antes da festa sempre proponho algumas aulas sobre os fundamentos e as origens da comemoração que se baseiam nos costumes celtas e druidas( eles acreditavam na imortalidade da alma, a qual diziam se introduzia em outro indivíduo ao abandonar o corpo; mas em 31 de outubro voltava para seu antigo lar a pedir comida a seus moradores, que estavam obrigados a fazer provisão para ela.) e que não tem nenhuma similaridade com a festa atual, calcada apenas em negócios e lucros.
Mas para o povo brasileiro em geral, qual o sentido dessa festa?
Festa por festa?
Comemorar por comemorar??
Penso que seja um pouco de alienação, mas...
Cada cabeça é um mundo, não é?
Não sou contra a tradição, pelo contrário, e não cultivo nenhum sentimento anti-estrangeiro, só penso que deveríamos conhecer(o que não significa gostar, admirar) muito bem o que é nosso, para podermos assim importar qualquer coisa de fora. Sigamos esse exemplo deles primeiro.
Viva São João para quem é de São João...
Happy Halloween para quem é de halloween...
Claudia Fernandes
P.S. 1 - Helloween está grafado na foto com "e" numa alusão a uma banda de que gosto muito.

P.S. 2 - Leia sobre: www.acidigital.com/controversia/halloween.htm
P.S. 3 - O crime mais terrível que eu cometi no "Dia das Bruxas" e não vai de encontro aos ensinamentos dos Celtas e Druidas, os criadores da tradição do Halloween, é esse:

Mila no papel de Lady "recebi uma facada torta na cabeça"...
Ouça:
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terça-feira, outubro 16, 2007
Alma vazia

A carroça vazia
Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me para dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia...
Perguntei:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo alguém:
- falando demais;
- gritando (no sentido de intimidar);
- tratando o próximo com grossura inoportuna;
- prepotente;
- interrompendo a conversa de todo mundo;
- querendo demonstrar que é o dono da razão e da verdade absoluta...
Tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
"Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz..."
Para refletir...
Bjo.
terça-feira, agosto 28, 2007
Não sei porque, mas te odeio...

Um rapaz ia atravessando a rua, distraído, quando de repente, do outro lado, um homem aparentando ser mais velho que ele, pôs-se a gritar:
- Ei, você!
O rapaz respondeu surpreso:
- Eu?
E ele continuou:
- Sim, é você mesmo!
O rapaz sem saber do que se tratava, resolveu perguntar:
- Pois não?
E o homem já aos berros, dizia:
- Eu te odeio!
O rapaz começou a ficar preocupado:
- Por que, senhor? Eu lhe fiz algum mal?
O homem:
- Não!
O rapaz:
- Machuquei ou agredi algum familiar seu?
O homem:
- Não!
O rapaz foi ficando impaciente:
- Namorei alguém especial para o senhor?
O homem, nervosíssimo:
- Não!
O rapaz, sem saber nem mais o que perguntar:
- Concorremos à mesma vaga de emprego?
O homem com um grito estridente:
- Não!
O rapaz decidiu argumentar:
- Mas ninguém odeia à-toa... O senhor deve ter algum motivo para me odiar.
O homem já descontrolado:
- Eu te odeio... Eu te odeio! Isso não lhe basta?
O rapaz seguro, repetia:
- Claro que não. Preciso saber o motivo de tanto ódio.
Sem saber, o rapaz ia deixando o homem ainda mais exasperado:
- Não vou dizer!
E para tentar reverter a situação, o rapaz foi abaixando a voz, tentando deixar o homem mais calmo:
- Vamos lá... Diga. Que motivo o senhor tem para me odiar?
Foi então que, depois de tantas perguntas, o homem foi retornando de sua crise psicótica e chegou a uma estranha conclusão:
- É... Bem... Eu juro que até 15 minutos atrás eu tinha... Eu tinha! Mas esqueci!
O rapaz aproveitou e fez a pergunta que não queria calar:
- Sei... E agora, neste exato momento, o que o senhor sente por mim?
- Nada.
O rapaz já sem entender coisa alguma:
- Nada?
Ele repetia:
- É, nada.
O rapaz, num misto de espanto e alívio, exclamou:
- Então dá cá um abraço!
O homem devia comungar dos mesmos sentimentos, pois com uma cara de susto, respondeu:
- Um abraço? Tá.
O rapaz, agora já feliz por não ter sido assassinado, disse:
- E então? Amigos?
E o homem, com um sorriso nos lábios:
- Claro! Amigos...
O rapaz sentindo por aquele homem algo entre raiva do assassino e gratidão por estar vivo, esticou sua mão e falou:
- Toca aqui, amigão!
O homem, com o rosto tomado por um imenso sorriso, não disse nada, apenas apertou a sua mão com toda a força que tinha naquele momento e seguiu seu caminho...
Claudia Fernandes
Bjo.
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Minha família
My kind of Spirit...
You are the elusive Night Spirit.
Your season is Winter, when the stars are bright and frost crystallizes the fallen leaves.
You are introspective, deep-thinking, and mysterious.
Everyone is intrigued and a little intimidated by you because you have an aura of otherworldliness.
You work in extremes, sometime happy, other times sad, but always creative and philosophical.
You are more concerned with the unseen, mystical, and metaphysical than the real world.
Night Spirits have a tendency to get lost in themselves and must be careful not to forget reality, but their imagination is limitless.
